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O que é a Erliquiose canina?

É uma grave doença infecciosa que acomete animais da família canidae que são lobos, cães e chacais. O primeiro registro dessa enfermidade no Brasil foi em 1973, na cidade de Belo Horizonte. Teve diversas nomenclaturas no passado como: pancitopenia tropical canina, riquetsiose canina, tifo canino, síndrome hemorrágica idiopática, febre hemorrágica canina, moléstia do cão rastreador e, atualmente é denominada erlichiose monocítica canina (EMC).

O que causa essa grave doença?

Causada principalmente pela bactéria Erlichia canis, tem como vetor (transmissor) o carrapato Rhipicephalus sanguineus, chamado comumente de carrapato vermelho ou carrapato marrom do cão. A transmissão também pode acontecer durante transfusões sanguíneas ou através de agulhas ou instrumentais cirúrgicos contaminados. O mesmo carrapato transmissor da erliquiose é responsável pela transmissão da Babesiose, outra doença infecciosa que pode ocorrer juntamente junto com a erliquiose, agravando ainda mais o quadro do cão contaminado.

Como o cão se contamina?
Ao picar um cão contaminado, o carrapato transmite a doença para outro cão sadio que venha a picar também. O sangue do primeiro cão contaminado é inoculado no cão sadio através do carrapato Rhipicephalus sanguineus.

Quais os sinais e sintomas apresentados pelo cão contaminado pela Erlichia canis?

A fase inicial da infecção ou fase aguda, geralmente traz um quadro de febre, que pode variar entre 39,5 ºC e 41,5 ºC. Em geral, o animal apresenta ainda perda de apetite, com conseqüente perda de peso. Pode apresentar ainda fraqueza muscular. Alguns cães, que apresentam quadro mais grave na fase aguda, podem apresentar secreção nasal, param totalmente de se alimentar, apatia, depressão, sangramento nasal, urina com sangue (hematúria), sangramento digestivo, náuseas, vômitos, inchaço nas patas, dificuldade para respirar. A fase aguda pode durar cerca de 4 semanas e, se não for muito intensa ou se o animal permanece por longos períodos sozinho, pode passar desapercebida pelo proprietário.

Alguns animais apresentam a doença numa forma subclínica, isto é, sem sinais e sintomas aparentes. Os proprietários mais atenciosos podem perceber palidez de mucosas, perda de apetite e/ou inchaço nos membros. Quando avaliado pelo veterinário, geralmente é detectada anemia, sinal de algum sangramento que não foi notado.

Em alguns cães a infecção pode ser persistente e, quando o sistema imunológico do animal não for capaz de combater e eliminar a bactéria, este apresentará a fase crônica da doença. Nestes, a doença adquire características de doença auto-imune, comprometendo todo o sistema imunológico, reduzindo as defesas para outras infecções. Além da anemia, fraqueza, o animal pode ser acometido por infecções secundárias, oportunistas, causando pneumonia, diarréia, lesões na pele, etc…Ao exame de sangue, percebe-se uma queda de plaquetas, que são responsáveis pela coagulação sanguínea, o que causará sangramentos crônicos (sangramento nasal, no aparelho digestivo, etc). Dessa forma, o animal ficará fraco, apático, sentindo-se sempre cansado, devido à anemia.

Como é feito o diagnóstico da erliquiose?

Os sintomas apresentados pelo cão no início da doença (fase aguda) não são específicos e podem levar a diversas suspeitas diagnósticas, dificultando a detecção da doença. Outros fatores, se observados podem ajudar no diagnóstico como, por exemplo a presença do carrapato no animal ou no ambiente e a ocorrência da enfermidade em outros cães da região.

O diagnóstico pode ser feito através do exame de sangue. Após colhido o sangue pelo veterinário, será encaminhado para laboratório e, através de esfregaço ou testes sorológicos, pode ser detectada a doença.

A erliquiose tem cura?

Sim, tem cura se tratada adequadamente. As chances de cura são maiores quando o tratamento é iniciado precocemente. Quando tratada no início da doença, após cerca de 48 horas após o início do tratamento já pode ser observada melhora no estado geral do animal.

Como é tratada a erliquiose?

A doença é tratada com o uso do antibiótico “DOXICILINA” , em qualquer fase da doença. A duração do tratamento vai depender da fase da doença em que o cão se encontra. Na fase aguda, o tratamento deve ser instituído por 21 dias. Para os animais na fase crônica, o tratamento pode durar até 8 semanas.

O combate ao carrapato transmissor da doença é muito importante para o tratamento, evitando o risco de re-infecção e de transmissão a outros animais sadios. Para tal, devem ser utilizados carrapaticidas no ambiente e também no animal. A coleira anti carrapato deve ser usada pelo cão, bem como produtos em banho medicinal e de aplicação na pele.

Os humanos pode pegar erliquiose?

Não há relatos de casos de erliquiose canina em humanos, entretanto, outros tipos de bactéria erlichia, que não a canis, podem transmitir outro tipo de erliquiose para humanos, também através de carrapatos. A incidência de erliquiose em humanos tem tido um aumento significativo nos Estados Unidos. Felizmente, ainda há poucos casos diagnosticados no Brasil.

Importante:

Devido à dificuldade no diagnóstico da erliquiose, por ser doença que apresenta várias fases e diversos sintomas com gravidade variada,os cães devem ser submetidos periodicamente a consultas e exames de sangue, principalmente se residem em áreas endêmicas.

A prevenção também se faz pela higienização do animal e do ambiente. A presença do carrapato pode ser evitada através do tratamento do ambiente com carrapaticidas.

Cuide da sua casa e do seu grande amigo e combata essa grave doença ! Leve o seu bichinho para exames periódicos.

O envenenamento é a principal causa de morte de cães e gatos, seguida pelo atropelamento. Infelizmente, muitos animais domésticos são vítimas de envenenamento que pode ser acidental ou intencional. Isso mesmo, apesar de parecer monstruoso, muitos animais são intencionalmente envenenados. As maiores vítimas dessa maldade são os animais de rua ou aqueles que têm dono mas saem com freqüência, especialmente os gatos.

Nos casos acidentais, geralmente, por descuido do proprietário, o animal fica exposto a contato com produtos de limpeza (detergentes, desinfetantes, etc), medicamentos, inseticidas, raticidas, etc.

Muitos produtos de limpeza são inofensivos aos humanos mas podem rapidamente matar animais domésticos, principalmente os de pequeno porte. As aves são muito sensíveis a esses produtos.

O chumbinho, cujo agente ativo é a estricnina, apesar de proibido, é o veneno mais utilizado. Muitas pessoas o utilizam para matar ratos e, eventualmente, algum gato pode morder algum rato que ingeriu o chumbinho, resultando em envenenamento do felino.

Algumas pessoas colocam o chumbinho em pedaços de carne e o dão intencionalmente para matar animais.

Os principais sintomas de cães e gatos envenenados com chumbinho são: diminuição da freqüência card[iaca, vômitos, diarréia, salivação em excesso, tosse, aumento de secreções respiratórias, dificuldade para respirar, edema pulmonar, perda da coordenação motora, incapacidade de controlar a urina e morte.

Apenas 30% dos animais intoxicados por chumbinho sobrevive, quando recebe atendimento imediato.

Caso aconteça com algum animal próximo a você, leve-o IMEDIATAMENTE a uma clínica veterinária e caso identifique o responsável pelo envenenamento do animal, vá à delegacia mais próxima e denuncie. Existe um Decreto de proteção animal . Conheça-o (http://www.animaisos.org/legislacaop.php?id=8).

Conheça também a Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

Proteja o seu grande amigo, mantendo produtos de limpeza, inseticidas, medicações longe do seu alcance.

Bulldog inglês lindoOrigem e evolução da raça:

Descendente dos antigos Mastins asiáticos, o Bulldog inglês foi introduzido na Europa pelos Fenícios, por volta do século VI a.C. Eram utilizados para proteção dos navios, quando atracados nos portos.

Uma vez introduzidos no continente europeu, os romanos perceberam a força dessa raça e utilizaram os animais em espetáculos cruéis de lutas em com outros animais em arenas para diversão de espectadores.

Com a decadência do império romano e o desaparecimento das lutas em arenas, a raça quase que desapareceu do continente europeu. Apenas alguns animais sobreviveram nas ilhas britânicas.

Por volta do século XII, remanescentes da raça voltam a ser utilizados em lutas, dessa vez contra touros, em disputas denominadas “Bull Baiting”.  Esses combates foram idealizados pelo Lord Stanford que presenciou a luta de dois touros em disputa por uma fêmea. Presenciou os Bulldogs de um açougueiro avançarem sobre um dos touros, abatendo-o após feroz embate. Foi o início da popularizaçãobulldog inglês + menino dessa raça por toda a Europa. Com o passar dos anos, os Bulldogs foram sendo moldados física e psicologicamente para enfrentarem os touros e transformaram-se em animais ferozes e destemidos, com apurada técnica de combate e enorme resistência à dor. A Grã Bretanha chegou a possui inúmeras arenas  para essas disputas. Algumas existem até hoje, embora, essa cruel prática tenha sido banida no ano de 1835.

Com a proibição dessas lutas, a raça quase foi extinta, porém Continue lendo »

cão & gatoCães e gatos também tem câncer?

Câncer ou neoplasia maligna, na verdade, não é uma só doença, pois define a presença de tumor maligno e são vários os tipos de tumores dessa natureza. Os cães e gatos também podem desenvolver a doença. Observa-se que, com o aumento da expectativa de vida dessas espécies, a incidência de neoplasias malignas tem aumentado.

Quais os tipos de tumores malignos mais comuns em cães e gatos?

carcinoma_narizOs tumores malignos de pele (carcinomas cutâneos) estão entre os cânceres mais comuns, principalmente em cães e gatos mais idosos. São mais comuns nos animais de pela muito clara, com pouca pigmentação e mais freqüente em felinos que em cães. A área mais afetada costuma ser a face. Os sarcomas (tumores malignos provenientes do tecido muscular, adiposo e ósseo) são também de incidência relativamente alta. No Brasil, são mais freqüentes em cães que em gatos. Os tumores de origem ligada à formação de células sanguíneas (tecido hematopoiético), também acometem tanto cães como gatos, sendo mais comuns as leucemias e os linfomas. São comuns nos gatos infectados pelo vírus da leucemia felina (FeLV). Dentre os tumores menos freqüentes, encontramos os tumores do sistema nervoso.

Os animais com câncer devem ser sacrificados? Existe tratamento?

Há tratamento e este pode ser de dois tipos: paliativo ou curativo. O tratamento paliativo visa minorar o sofrimento do animal, quando não perspectiva de cura. Visa aliviar a dor, corrigir disfunções que comprometam a qualidade de vida do bichinho. Pode envolver também cirurgias, no caso de obstruções de qualquer natureza ou dor intensa. A eutanásia é recomendada nos casos em que o tratamento paliativo não consegue minorar o sofrimento do animal e este tem a sua qualidade de vida comprometida, mesmo com os cuidados médico-veterinários. O tratamento curativo pode envolver cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia.

pata amputada

A cirurgia pode curar o animal?

A cirurgia, quando possível é o melhor tratamento e oferece maior índice de cura (com exceção para as doenças do sistema hematopoiético). Esta deve, não só remover o tumor maligno, mas também o tecido aparentemente são em volta deste, inclusive os gânglios linfátic0s próximos à lesão. Infelizmente, muitas das cirurgias para tratamento do câncer são mutilantes.

Quando é indicada a quimioterapia?

É indicada nos casos de leucemias e linfomas. Pode também ser utilizada como tratamento combinado com a cirurgia, principalmente para certos tumores com tendência a gerar metástases, como, por exemplo, melanoma, sarcoma, etc… Esse tratamento pode ser através de medicações injetáveis ou orais e necessitam de muitos cuidados, como hidratação do animal antes de cada sessão pois, como as drogas são muito agressivas e tóxicas, proporcionam muitos efeitos colaterais que podem ser minimizados através da hidratação cuidadosa.

Os animais perdem pelos com a quimioterapia?

câncer de peleEm geral, não se observam efeitos colaterais tão intensos no cães e gatos, como nos humanos, pois, nos humanos, se deseja a cura a qualquer custo, enquanto que, no animal, o alívio do sofrimento e o aumento da sobrevida tem também um significado importante e, portanto, doses manores e drogas menos agressivas são utilizadas. Quanto à queda de pelos (alopecia), em geral, ocorre em áreas localizadas e algumas raças são mais afetadas que outras, como, por exemplo, o Cocker Spaniel. Outros efeitos colaterais gerais são observados como vômitos, diarréia, falta de apetite, perda de peso. Alguns podem ser aliviados com uso de medicações. Alguns efeitos colaterais mais sérios devem ser observados como alterações no músculo do coração ou nos rins e são específicos da utilização de determinadass drogas – cisplatina e doxorrubicina.

Há outros tipos de tratamento?

Há uma técnica denominada crioterapia que consiste no congelamento de determinadas células neoplásicas, causando a sua morte. Não é indicada para todos os tipos de tumores malignos, podendo ser utilizada em pequenas lesões de pele ou nas mucosas.

Deve-se sempre levar em conta a importância do diagnóstico precoce. A cura depende do início precoce do tratamento. Leve sempre o seu animalzinho ao veterinário, pois, mesmo pequenas lesões, nódulos, ferimentos que não cicatrizam, devem ser biopsiados com brevidade. A biópsia é o único método de diagnóstico seguro. Desse procedimento simples pode depender a cura do seu grande amigo!

casaco rosaMuitas são as dúvidas em relação a cuidados com os animais no inverno. Se você mora em local de inverno ameno, não precisa se preocupar tanto com o frio, mas a umidade é um inimigo a ser combatido.

Dar ou não dar banho no inverno?

Esse é um questionamento freqüente dos que possuem animais de estimação.

É importante lembrarmos que, no inverno, o animal troca de pelo e, os mais peludos, se não sofrerem escovação freqüente, podem apresentar problemas de pele.

Nos animais com mais pelo, não é recomendável dar banho em casa, pois ele precisa ser escovado adequadamente, no sentido contrário ao pelo, e no sentido do crescimento do pelo e, o mais importante, o banhista deve secá-lo com muito cuidado. Quando o pelo é espesso, pode ficar uma camada úmida, imperceptível perto da pele que vai propiciar o aparecimento de fungos.

Não se esqueça também se que os secadores caseiros, além de não terem a potência necessária para secar pelagem de animais, têm uma temperatura muito mais alta do que o indicado que pode provocar sérias queimaduras no seu animalzinho.

Se você mora em apartamento, certamente os banhos são mais freqüentes e, por isso, em alguns casos é necessário completar a dieta do seu pet amigo com cápsulas de Ômega 3, para restaurar a camada de proteção da pele e, dessa forma protegê-lo contra fungos, sarna, alergias e outras doenças de pele.

O meu animalzinho sente frio?pinscher

Sim, ele sente frio. Apesar da proteção do pelo, em locais muito frios, ele deve ter uma “caminha” com um cobertor, para que se sinta mais confortável. Se o animal é de grande porte, coloque, pelo menos, um estrado de madeira, um papelão, jornais, para que ele não durma no chão frio, úmido e deixe um cobertor disponível.

Algumas pessoas costumam vestir roupinhas nos seus animais, o que pode ajudar no frio. Se você pretende fazer isso, deve acostumá-lo desde filhote para que se sinta confortável com a roupinha.

cão de cachecolO meu animal pode ficar gripado?

Sim, e pode também ter pneumonia. Se o seu amiguinho está espirrando com freqüência, tossindo e parou de comer, é sinal de que pode estar gripado ou com pneumonia.

Leve-o sem demora ao veterinário, pois, principalmente se for pneumonia, ele precisa ser tratado com antibióticos. A pneumonia pode ser fatal se não tratada.

Que outras doenças exigem cuidados no inverno?

Além das doenças respiratórias, os animais idosos podem sofrer com problemas osteoarticulares no inverno. Os nossos pets da terceira idade que têm artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, podem sentir dor quando expostos a baixas temperaturas. Se você mora em locais frios, mantenha-os aquecidos.gato na cama

Existe alguma vacina para ajudar a proteger o meu bichinho?

Sim. Cães e gatos devem ser vacinados contra traqueobronquite, principalmente se freqüentam locais com outros animais.

A alimentação do meu pet muda no inverno?

Se o seu animalzinho não está obeso e você mora em região de inverno ameno, não precisa se preocupar. Porém, se você mora em local muito frio e o seu pet não está acima do peso, aumente em 20% o quantitativo de ração.

Com esses cuidados, o seu GRANDE AMIGO  vai continuar saudável e feliz !

A vacinação e a vermifugação são fundamentais na manutenção da saúde dos nossos grandes amigos.

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A pesquisa publicada em nosso blog nos deixou um pouco preocupados em relação aos cuidados indispensáveis aos animais. Não podemos nos esquecer de que algumas doenças fatais podem ser prevenidas através das vacinas que são praticamente indolores.

Veja esquemas de vacinação para cães e de vacinação para gatos .

A vermifugação periódica também ajuda a manter o seu animalzinho livre de parasitos que atrasam o seu crescimento ou prejudicam a sua imunidade, proiciando o aparecimento de diversas doenças e de sintomascomo cólicas, võmitos, diarréia, dentre outros.

O animal protegido pode conviver com a sua família sem oferecer riscos para ela.

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  1. Cães e gatos ficam gripados?

    Sim, como qualquer outro mamífero e a gripe deve ser bem tratada para que não se transforme em pneumonia. A qualquer sinal de coriza, espirros, tosse ou febre, leve logo o seu amiguinho ao veterinário.

    A gripe é tão comum entre os cães, que existe vacina para prevení-la.

  2. Que altura pula um gato?

    Um gato é capaz de pular 5 vezes a sua altura.

  3. Quem ouve melhor? Cães ou gatos?

    A audição dos gatos é muito mais sensível do que a dos homens e cães. Seus ouvidos afunilados, canalizam e amplificam os sons como um megafone. Os gatos ouvem até 65 khz (kilohertz), enquanto que os homens ouvem até 20 khz.

  4. Para que servem os bigodes dos gatos?

    os fios do bigode do gato, chamados de vibrissas (pêlos sensoriais de orientação), têm a capacidade de auxiliar no tato e também na movimentação do animal, alertando-o sobre eventuais perigos no caminho. Também são considerados vibrissas as sombrancelhas e os pelos nas pontas das orelhas e, todos funcionam como um importante mecanismo do corpo dos felinos. No escuro, por exemplo, os longos bigodes conseguem perceber os perigos próximos ao gato que ele não enxerga. Estímulos são enviados ao cérebro para produzir os reflexos necessários à proteção.

  5. Como dar comprimidos a cães e gatos?

    Abra-lhe a boca, voltada para cima, e enfie o comprimido o mais fundo que puder. Em seguida, é preciso fechar a boca do animal com força e massagear-lhe o pescoço. As pílulas secas podem ser umedecidas com óleo vegetal. Se o animal lamber o nariz, significa que o remédio foi engolido.

  6. Cães e gatos sonham?

    Sonham, sim. E às vezes fazem careta e mexem as patas enquanto sonham. Os cães e gatos sonham mais do que a maioria dos humanos e, à medida que vão do sono leve ao profundo, seus olhos começam a mover-se junto com as outras alterações elétricas do corpo. Alguns até emitem pequenos latidos ou uivos chorosos.

  7. É necessário bater no cão para adestrar?

    Não. O estimulo positivo, através de petiscos ou um afago funciona muito melhor do que a violência.

  8. Os gatos são fiéis como os cães?

    Sim, os gatos são fiéis, amigos e companheiros.


tarapia-animal-11Há algum tempo os cães vem sendo utilizados, em todo o mundo, no auxílio à recuperação de pacientes, sobretudo de idosos e crianças.
O Hospital Universitário de Brasília (HUB), realizou um estudo utilizando cães no tratamento de pacientes com Alzheimer, Sob a orientação das veterinárias Damaris Rizzo, Esther Odenthale Renata Guina, o trabalho foi realizado por um ano, há cerca de  quatro anos trás e apresentou resultados animadores.
Dois cães especialmente treinados para esta função, o golden retriever Barney e o bernês Ventus frequentaram semanalmente o Centro de Referência para os Portadores da Doença de Alzheimer. Cada grupo de dez idosos recebeu a visita dos cães por oito semanas. Os pacientes interagiram muito bem com os animais, brincaram com bola e trocaram carinho.
Apesar de relativamente nova no Brasil, esse tipo de terapia já é motivo de muitos trabalhos científicos no mundo. A ONG americana “Delta Society” dedica-se exclusivamente à terapia animalassistida e mantém no seu site mais de cem estudos sobre este assunto. O mais importante e reconhecido deles foi publicado no American Journal of Cardiology em 1995 e comprova que o convívio com animais ajuda a controlar o stress, reduz a pressão arterial e os riscos de problemas cardiovasculares. Encontramos ainda interessante estudo de dezembro de 2003, relizado nos Estados Unidos com 15 portadores de Alzheimer que revelou surpreendente melhora na interação social e na agitação dos pacientes com a terapia animal assistida.

Acredita-se que a presença do animal mude o humor e exercite a memória.

Na pesquisa realizada em Brasília, as sessões foram iniciadas com um diálogo com as pesquisadoras, onde foram feitas perguntas aos idosos sobre o encontro anterior, já que é sabido que os pacientes com doença de Alzheimer perdem a memória para fatos recentes. De forma surpreendente os pacientes, na maioria das vezes não se recordavam da pesquisadora mas não se esqueceram dos cães e lembraram-se até mesmo dos seus nomes.

terapia-animal3O ato de jogar bola com os animais já representava atividade física importante para os idosos. Os cuidados com os animais como escovar o pelo também ajudou na fisioterapia e na coordenação motora.
O trabalho perdurou por um ano e os familiares de alguns pacientes revelaram que estes passaram a cuidar melhor da aparência, apresentavam temperamento mais alegre, fato importante pois a
tarapia-animal21tristeza é uma marca muito grande dessa doença.
Este tipo de terapia
ainda apresenta resistência no meio médico, principalmente pelo temor de que a presença de animais nos hospitais possa representar vetor de transmissão de doenças.
Os japoneses, sempre inovadores, criaram um cão robô que melhorou a interação e a comunicação dos idosos mas com um alto custo : uma versão do cão robô custa cerca de US$ 1.500. Além disso, não se sabe se os robôs são tão eficientes quanto os animais de verdade em casos que exigem outros tipos de interação com os pacientes.

Todos sabemos ser muito prazeirosa a convivência com os nossos grandes amigos de quatro patas. Todos que adoram e convivem com animais, há muito tempo já sabem que amor, carinho e atenção, principalmente vindos de um amigo fiel trazem muitos benefícios aos humanos que já não confiam tanto nos seus pares.

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A leishmaniose visceral canina (LVC) ou Calazar é uma doença infecto contagiosa que pode ser chamada de zoonose pois pode ser transmitida aos homens pelos animais e vice-versa. Geralmente os humanos atingidos têm baixa imunidade enquanto que os cães sadios são geralmente afetados.

O que provoca e como é transmitida a Leishmaniose?leiscicl

É provocada pelo protozoário Leishmania chagasi e transmitida através da picada do mosquito Lutzomyia Longipalpis contaminado. Se o mosquito pica um homem ou animal contaminado, transmitirá a outros essa grave doença.

Um cão, após ser contaminado por um mosquito infectado, apresenta um período de incubação bastante variado que vai de 2 meses até 6 anos. Em geral os primeiros anticorpos são observados em 45 dias após a infecção. Antes desse período a doença não é detectada nem por exames de sangue, por isso, eles devem ser repetidos após 45 dias se há suspeita da doença.

Quais os sintomas e sinais clínicos da Leishmaniose?

É importante frisar que alguns animais são mais sensíveis que outros e apresentam sintomas clínicos mais graves e mais precocemente.

Sinais e sintomas dematológicos:

· “Chancro de inoculação” – É uma reação no local da picada do mosquito, surge cerca de 20 dias após a infecção.

· dermatite seborreica – lesões na pele que descamam, semelhantes à caspa humanaolhosleishmaniose1

· alopecia periorbital – queda de pelo na região próxima aos olhos

· hiperqueratoses – lesões semelhantes a calos

· nódulos subcutâneos – “caroços” ou tumorações que aparecem no subcutâneo

· onicogrifose – crescimento exagerado das unhas

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· ausência de prurido – lesões não coçam

· erosões e úlceras (pontas de orelha/focinho) – ferimentos

Sinais e sintomas gerais:

· linfadenomegalia – gânglios linfáticos alterados, aumentados

· emagrecimento

· abatimento, fadiga, prostração

· febre

· anemia

· nefrite – inflamação dos rins

· hepatoesplenomegalia – aumento anormal do fígado e baço

· hemorragias – sangramento digestivo e nasal

· poliartrites – artrite em várias articulações

· lesões oculares – conjuntivites graves ou hemorragia retiniana

Devemos considerar o fato de que, em condições naturais, 60% dos cães doentes são assintomáticos

Como é feito o diagnóstico da Leishmaniose canina?

O diagnóstico clínico pode ser feito pelo médico veterinário que solicitará exames complementares para confirmação ou diagnóstico diferencial com outras doenças de menor gravidade.

A confirmação diagnóstica pode ser parasitológica (identificação do parasito através de biópsia) ou sorológica (através de exame de sangue)

Diagnóstico parasitológico da Leishmaniose:

• punção de medula óssea

• punção de linfonodos palpáveis

• punção hepática e esplênica

• biópsia de pele e/ou vísceras

Diagnóstico sorológico da Leishmaniose:

· Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) (podem haver Reações Cruzadas com Babesia canis e Erlichia canis).

· Reação de Fixação de Complemento (RFC)

· Elisa

· TRALD (Teste Rápido Anti-Leishmania donovani)

· Hemograma = pode ser normal ou com um determinado tipo de anemia.

· Provas de função renal – dosagem sanguínea de uréia e creatinina – podem ser normais ou não

· Provas de função hepática – podem ser normais ou não

· Proteinograma – Detecta alteração no perfil de proteínas

Diagnóstico diferencial:

Algumas doenças de menor gravidade podem causar determinados sintomas e sinais clínicos que também ocorrem na leishmaniose, portanto é necessário que o dono fique atento a quaisquer alterações, principalmente as dermatológicas nos seus cãezinhos.

Existe tratamento para Leishmaniose?

A leishmaniose é uma doença incurável que, quando tratada melhora a qualidade de vida mas torna-se uma doença crônica que necessitará de tratamento por toda a vida, para controle da enfermidade. O tratamento não evolui há muitos anos. Muitos tipos de drogas são utilizadas como: antibióticos, antifúngicos, bactericidas e drogas que atuam no sistema imunológico.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que os cães portadores de leishmaniose sejam sacrificados, e, apesar das medicações para tratamento da doença serem distribuídas na rede pública gratuitamente, o governo não arca com os custos do tratamento de animais, só de humanos. Entretanto, não é proibido o tratamento dos animais, desde que custeado pelo dono.

Não se pode esquecer que o cão é hospedeiro da doença, podendo transmiti-la através da picada do flebótomo. Esta situação de risco deve ser esclarecida para o dono do animal, por tratar-se de exposição dos humanos a risco de contágio de grave enfermidade.

Como prevenir a Leishmaniose?

collar-escaliburExiste apenas uma vacina para cães contra leishmaniose – a Leishmune. Lançada em 3005, é aplicada em consultórios veterinários particulares e tem eficácia de 92 a 95%e é aprovada pelo Ministério da Agricultura. Antes de receber a vacina, o cão deve fazer exames para ver se já está contaminado com leishmaniose. A primeira dose é feita em três aplicações, seguida de manutenção anual (reforço). É muito importante que o cão tome essa vacina.

O animal deve utilizar ainda uma coleira que ajuda a combater os mosquitos responsáveis pela doença . Alguns municípios brasileiros que são áreas endêmicas da doenças distribuem através do CCZ – Centro de Controle de Zoonoses.

Por ser um produto novo, a idade mínima recomendada para usar a scalibor é de 7 semanas de idade.
Combata os mosquitos na sua residência.

Lembre-se: tomando todos os cuidados necessários, o seu animalzinho e a sua família estarão quase que 100% protegidos !

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