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Bulldog inglês lindoOrigem e evolução da raça:

Descendente dos antigos Mastins asiáticos, o Bulldog inglês foi introduzido na Europa pelos Fenícios, por volta do século VI a.C. Eram utilizados para proteção dos navios, quando atracados nos portos.

Uma vez introduzidos no continente europeu, os romanos perceberam a força dessa raça e utilizaram os animais em espetáculos cruéis de lutas em com outros animais em arenas para diversão de espectadores.

Com a decadência do império romano e o desaparecimento das lutas em arenas, a raça quase que desapareceu do continente europeu. Apenas alguns animais sobreviveram nas ilhas britânicas.

Por volta do século XII, remanescentes da raça voltam a ser utilizados em lutas, dessa vez contra touros, em disputas denominadas “Bull Baiting”.  Esses combates foram idealizados pelo Lord Stanford que presenciou a luta de dois touros em disputa por uma fêmea. Presenciou os Bulldogs de um açougueiro avançarem sobre um dos touros, abatendo-o após feroz embate. Foi o início da popularizaçãobulldog inglês + menino dessa raça por toda a Europa. Com o passar dos anos, os Bulldogs foram sendo moldados física e psicologicamente para enfrentarem os touros e transformaram-se em animais ferozes e destemidos, com apurada técnica de combate e enorme resistência à dor. A Grã Bretanha chegou a possui inúmeras arenas  para essas disputas. Algumas existem até hoje, embora, essa cruel prática tenha sido banida no ano de 1835.

Com a proibição dessas lutas, a raça quase foi extinta, porém Continue lendo »

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Diante de tamanha popularidade, a família Obama é sempre motivo de curiosidade mundial.

 

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Há alguns dias, mais um membro passou a fazer parte desta família: um simpático Cão D’Água Português, que passou a se chamar “Bo”.

 

Fruto de polêmica mundial, com inúmeros fóruns de discussão na internet, a escolha da raça levou a críticas por parte de ambientalistas que queriam que fosse um cão de rua abandonado.

 O fato é que, sendo uma das filhas do presidente, alérgica, a escolha foi sábia pois o Cão D’água Português solta pouco pelo e é uma dos cães ideais para pessoas alérgicas.

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Houve quem oferecesse à família um Labradoodle, outro cão “antialérgico”, mas a família optou pelo cãozinho “Bo” que agora corre alegre pelos corredores da Casa Branca.

 

Os cães presidenciais sempre foram motivo de curiosidade e notícias e, porque não, de polêmica! O Kennel Club americano chegou a fazer uma pesquisa de opinião nacional sobre a raça de cão ideal para a família. O eleito pela pesquisa foi o poodle, muito popular no Brasil e na terra do Tio Sam.

 Repetindo a fórmula Presidente, primeira dama, filhos e animais de estimação, a família Obama segue em alta e a prova disso é que O Kennel Club, a mais importante sociedade canina britânica, revelou um aumento de 125% nos pedidos de informações relacionadas a cães d’água portugueses, com 1.646 solicitações entre novembro de 2008 e abril de 2009 contra 730 no mesmo período do ano anterior.

 

O termo husky, que significa puxador de trenó, serviu, no início, para designar todos os cães puxadores de trenó, utilizados pelos índios e esquimós.

A raça Husky da Sibéria é bastante remota, sendo conhecida há quase 2.000 anos, originária do extremo nordeste do continente Asiático, mais precisamente na península dos Tchukchos, que limita ao oeste com o rio Kolima, onde vivia o povo esquimó Chukchi distante de qualquer contato com a civilização ocidental. Esse povo era independente e não se submetia às autoridades russas. Ficou praticamente 3 séculos sem o contato com outros povos.

Foi a partir de seu primeiro contato com uma companhia de soldados russos que os Chiukchi ficaram ameaçados. Então para sua defesa, eles se organizavam em patrulhas, com trenós muito rápidos, guiados por suas matilhas. Graças aos seus cães que o povo Chiukchi se livrou dos russos, teve o reconhecimento de seu território e de sua independência política.

Os Huskies foram desenvolvidos e criados cuidadosamente pelos Chukchi, que necessitavam de uma raça capaz de puxar trenós com pequenas cargas, por longas distâncias, com pouca comida e nas condições de tempo mais rigorosas. Por serem de pequeno porte e leves, Huskies são rápidos e gastam pouca energia. Quanto menos energia eles gastam para executar o trabalho, mais energia eles têm para sobreviver às temperaturas baixíssimas do inverno siberiano, que chega facilmente à -60º C. Huskies têm a habilidade natural de seguir trilhas e uma equipe em seus peitoris pode puxar um trenó com tanta velocidade e entusiasmo que é necessário um bom freio para fazê-los parar.


Não se sabe muito dos Chukchi nem de como criavam seus cães. Sabe-se no entanto, que eram admitidos na vida pessoal, moravam em suas casa e que era feita uma verdadeira seleção de acordo com a habilidade em puxar trenós. Tinham uma rigorosa aprendizagem até completarem 1 ano. Mesmo assim, os que não iam bem no trabalho eram eliminados. As fêmeas eram sacrificadas ao nascer, com exceção de uma ou duas, que serviam para a procriação. Já os machos, eram castrados, com exceção do líder, que era conservado para a procriação. Os Chiukchi louvavam os cães em sua religião, que atribuía almas aos elementos da natureza, como pedras, gelos, nuvens e animais.

Essas atitudes, somadas a algumas condições naturais extremamente duras e ao isolamento dos esquimós, permitiram a criação de uma população canina de tipo muito definido e puro.

O Husky é um cão de musculatura forte e grande resistência. Tem duas camadas de pelo, de forma que está completamente adaptado ao clima inóspito do ártico.

Companheiro, dócil e fiel, é um cão muito ativo e, se criado em casa, necessitará de grandes espaços.

O vídeo é parte do filme “Eight Below” que retrata bem o dia a dia desses maravilhosos aventureiros que foram responsáveis pela sobrevivência de um povo.

labradoodleOrigem da raça

O labradoodle é uma raça relativamente nova. Atualmente, é reconhecida apenas ida pelo CKC (continental kennel clube). É resultante do cruzamento de duas raças: o retriever do labrador e o poodle standard.

O primeiro exemplar de que se tem notícia apareceu na Austrália durante a década de 70. O cruzamento foi intencional, com o objetivo de criar um cão guia para pessoas alérgicas a pêlo de animais. Nos primeiros cruzamentos, os resultados foram cães hiper ativos ou de pelagem imprevisível. Aos poucos, os exemplares foram sendo selecionados e foi criada uma raça estável, equilibrada e adequada para a função.

Estes espécimes eram exclusivos da associação de cegos local, não estavam disponíveis para a população. Foram ficando conhecidos, no entanto pela sua labradoodlepuppychocolateinacreditável inteligência, esperteza, capacidade de aprendizado e também devido ao seu pelo antialérgico. Aos poucos se foi tornando popular e, em bem pouco tempo, a associação de cegos já não dava conta dos pedidos.

Infelizmente, muitas pessoas, ansiosas por possuir um labradoodle, de forma irresponsável e e sem controle, cruzavam labradores com poodles, produzindo muitos cães fora do padrão e negociando-os a pessoas desinformadas.

A notoriedade e a dificuldade de obter verdadeiros labradoodles, levaram à prática de uma criação paralela, sem nenhuma base, onde pessoas inexperientes cruzavam seu poodle com o labrador do vizinho, produzindo cães totalmente fora do padrão e vendendo-os a pessoas desinformadas.

Alguns canis então Continue lendo »

Veja, no vídeo de hoje, uma guia das raças mais conhecidas.

Para saber mais,clique em nosso link “raças” e veja matérias variadas

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O Shih Tzu é um cão de porte pequeno, proveniente da região do Tibet. A origem da raça é longínqua e cercada de lendas a seu respeito. A mais bela delas conta define o Shih Tzu como o símbolo de amor proibido entre uma princesa chinesa e um plebeu mongol (os mongóis são o povo da região do Tibet). Como o amor era impossível, decidiram cruzar um legítimo representante da china (o cão pequinês) com um legítimo representante do Tibet (o cão Lhasa Apso). Esta mistura de raças teria dado origem ao Shih Tzu, que simbolizava a união das culturas chinesa e tibetana e o amor impossível do casal e dos povos.

Outra lenda conta que os primeiros exemplares da raça teriam sido dados de presente ao imperador da China pelo Dalai Lama, por volta do ano 1640. Como estes cães pertenciam às princesas, eram criados dentro dos palácios, então não se sabe ao certo como se deu o desenvolvimento da raça. O fato de estarem restritos aos palácios, evitou cruzamentos inter raciais, preservando as características da raça.

O nome da raça é derivado do Mandarim (antigo dialeto chinês) e significa “cão leão”.

Por volta de 1930,os Shih Tzus passaram a fazer parte das famílias abastadas da China e alguns poucos exemplares foram importados para o ocidente por pessoas de muitas posses. Ainda não tinham a denominação da raça e eram chamados de Lhasa Terrier, Tibetan Poodle, Caniche Tibetano, Lhasa Dog ou Cão Crisântemo. A grande quantidade de denominações diferentes para esta raça, criou muita confusão entre os criadores. Eles eram freqüentemente confundidos como Lhasa Apso.

Finalmente, em 1934, a Tibetan Breed Association definiu asdiferenças ente o Lhasa Apso e o Shith Tsu. Os Lhasa deveriam ser mais compridos e com canal nasal mais longo que os Shih Tzus.

Em 1937, após a invasão da China pelo Japão, a raça foi praticamente extinta deste país. Graças aos criadores ingleses, que tinham importado vários exemplares no início dos anos 30, a raça não despareceu.

Em 1957, a raça foi oficialmente reconhecida pela FCI e , em 1969, foi finalmente reconhecida pelos americanos. Vem conquistando grande popularidade desde essa época, chegando a se a segunda raça mais registrada no Japão. O Shih Tzu torna-se cada dia mais popular, também no Brasil.

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Temperamento da Raça:

É um perfeito cão de companhia, dócil, amável, adora receber carinho dos seus donos. Adora colo e interage muito bem com todos os membros da família, pois adora o contato com humanos.

Por adaptar-se bem a ambientes pequenos, pode ser criado em apartamento sem maiores problemas.

É um cão muito higiênico e, depois de treinado para fazer as suas necessidades no lugar certo, não gosta de dormir no mesmo local usado para fazer xixi e cocô.

Normalmente não têm tendência a destruir objetos e móveis da casa como outras raças mais ativas de porte pequeno e não latem em excesso.

Costuma ter relacionamento excelente com outros cães e com gatos.

Não é agressivo e, se convive com crianças com brincadeiras rudes, normalmente não as ataca mas procura afastar-se deles.

Curiosidade:

Testes de DNA comprovam que o Shih Tzu é uma das raças mais antigas de cães do mundo!

Cuidados:

Como todas as outras raças de cães, necessitam de vermifugação e vacinação (clique e veja tabela de vacinação) e de acompanhamento veterinário periódico.

O seu pelo longo e sedoso necessitará de cuidados paraque se mantenha desembaraçado e livre de pulgas e carrapatos. (clique aqui para cuidados com o pelo).

Nutrição:

Dê sempre preferência a rações comerciais que mantém o seu animal bem nutrido e com desenvolvimento saudável pois são balanceadas. (clique aqui para dicas de nutrição)



PADRÃO OFICIAL DA RAÇA
(
CBKC nº 208 de 3/5/94 FCI nº de 24/6/87)

País de origem: Tibet Nome no país de origem: Shih Tzu

PESCOÇO:
bem proporcionado, graciosamente arqueado, suficientemente longo, para portar a cabeça alta.

ANTERIORES:
ombros bem oblíquos, membros anteriores curtos, com boa musculatura e ossatura, tão retos quanto possível, compatíveis com o peito largo e profundo.

TRONCO:
a distância entre a cernelha e a raiz da cauda é maior que a altura, na cernelha. Bem compacto e forte. Peito largo e profundo. Ombros firmes. Dorso reto.

INFERIORES:
membros curtos e musculosos, com boa ossatura. Vistos, por trás, retos. Coxas bem arredondadas e musculosas. Devem parecer volumosas, em virtude da pelagem abundante.

APARÊNCIA GERAL:
robusto, pelagem abundante, porte distintamente arrogante, com cabeça lembrando o crisântemo.

CARACTERÍSTICAS:
de temperamento amistoso e independente, inteligente, ativo e alerta.

CABEÇA E CRÂNIO:

cabeça larga, redonda, profusamente peluda, com pêlos caindo sobre os olhos, estes bem separados, boa barba e bigodes. Os pêlos crescendo para cima, no focinho, conferem-lhe uma clara semelhança com o crisântemo. Focinho bem largo, curto, com cerca de 2,5cm da ponta ao stop, reto, de nível ou levemente arrebitado, quadrado e peludo, sem rugas. Cana nasal em linha com a pálpebra inferior ou levemente abaixo. Trufa preta, podendo ser cor de fígado, com pigmentação o mais homogênea possível. Narinas bem abertas, stop bem definido. Trufa inclinada para baixo ou pontuda são características altamente indesejáveis. Olhos: grandes, redondos, escuros, inseridos bem separados, sem ser proeminentes. Expressão calorosa. Nos cães de cor fígado, ou com marcações dessa cor, olhos mais claros são permitidos, desde que a íris cubra o branco dos olhos. Orelhas: grandes, com lóbulos longos, portadas caídas, inseridas ligeiramente abaixo da abóbada craniana. Devem ser tão profusamente cobertas de pêlos que se confundem com a pelagem do pescoço. Boca: larga, ligeiramente prognata ou em torquês. Lábios retos.

PATAS:
arredondadas, firmes, com boas almofadas plantares, parecendo grandes pela pelagem abundante.

CAUDA:
de plumagem abundante, inserção e porte altos, alcançando, aproximadamente, o nível do alto do crânio, o que lhe confere uma aparência equilibrada.

MOVIMENTAÇÃO:
altiva, fluente, com longo alcance à frente e forte propulsão dos posteriores, exibindo as almofadas plantares.

PELAGEM:
longa, densa não cacheada, com bom subpêlo. Uma leve ondulação é permitida. Recomenda-se que os pêlos da cabeça sejam atados.

COR:
todas as cores são permitidas; uma faixa branca na fronte e na ponta da cauda são altamente desejadas nos particolores.

PESO E ALTURA:

de 4,500 a 8,100 quilos. O peso ideal de 4,500 a 7,300 quilos. Altura máxima na cernelha, 26,7cm. Tipo e características da raça são da maior importância e não devem ser preteridas pelo tamanho.

FALTAS:
qualquer desvio, dos termos deste padrão, deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTA:
os machos devem apresentar os dois testículos, bem visíveis e normais, totalmente descidos na bolsa escrotal.

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