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gatos_brilham_escuro

Em 2007, cientistas coreanos clonaram gatos geneticamente modificados. Inseriram, na sua bagagem genética, uma uma proteína especial que os fez brilhar no escuro sob luz ultravioleta.

A equipe chefiada por Kong Il-keun, um especialista em clonagem da Universidade Nacional Gyeongsang manipulou a proteína RFP na pele de gatos Angorá Turcos e produziu três animais, sendo que, um deles, que brilhava na cor vermelha, morreu.

cao-coreano

A habilidade de manipular a proteína fluorescente e usar isso para clonar gatos abre novos horizontes para acriação artificial de animais com doenças humanas ligadas a causas genéticas”, disse um oficial do governo. Isso, ele disse, pode aumentar a velocidade dos esforços para encontrar tratamentos e remédios ao permitir que cientistas estudem animais e conduzam experimentos que não são possíveis em pacientes humanos.

cao-brilha-no-escuroO especialista disse que a habilidade de clonar gatos poderia ser mais desenvolvida para ajudar animais ameaçados incluindo tigres e leopardos, mantendo os números necessários para procriação

Após gatos e até mesmo porcos que brilham no escuro, chegou a vez dos cães brilharem. Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram  recentemente a criação de uma ninhada de cães da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os adoráveis filhotinhos receberam um gene que contém uma proteína fluorescente vermelha, que brilha no escuro. Os cientista dizem que a sua intenção é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas.

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Doenças de Gatos

As vacinas de gatos são bem menos conhecidas que as de cães, mas também

são importantes para manter a saúde de seu felino.

A vacinação de felinos protege contra as seguintes doenças:


 

Panleucopenia Felina:

É extremamente contagiosa. Suas principais características são: febre, perda de apetite, vômitos e diarréia. O vômito e a diarréia podem vir juntos ou separados e podem ser bastante graves; a diarréia pode vir com sangue. O animal pode se desidratar rapidamente. Os vírus são eliminados pelas fezes dos felinos doentes e o contágio se dá pelo contato direto do animal com fezes contaminadas , gaiolas infectadas, roupas, animais doentes, etc

. A Panleucopenia Felina é mortal, principalmente em filhotes.

 

Rinotraqueíte Felina:

É uma enfermidade respiratória altamente contagiosa. Caracteriza-se por espirros, perda de apetite, febre e inflamação nos olhos dos gatos. Com a evolução da doença, observa-se corrimentos oculares e nasais. O animal pode ter pneumonia associada. O quadro pode persistir por até 3 semanas, levando o animal a uma perda de peso importante, desidratação e até à morte. A transmissão se dá principalmente pelo contato entre animais sadios e os doentes.

 

Calicivirose Felina:


É outra séria infecção respiratória dos gatos. Os sinais da infecção são: febre, falta de apetite, e corrimento nasal, mas gatos infectados também podem apresentar úlceras na língua.

 

Clamidiose Felina:

Também uma infecção respiratória, que afeta mais os olhos do animal, causando conjuntivite e rinite. Ela é uma zoonose e isso significa que humanos também podem se infectar com essa doença. Muito contagiosa, é rapidamente transmitida de um animal para outro, ou por contato com materiais ou objetos contaminados. Os animais infectados piscam excessivamente, tem corrimento nasal e ocular, olhos vermelhos, espirros e tosse. O corrimento ocular pode ser aquoso ou purulento e os sintomas podem durar mais de um mês. Metade dos gatos infectados sofrem recaídas 10 a 14 dias após uma aparente recuperação, com sintomas leves que podem durar de duas a quatro semanas. Os animais que se recuperam podem manifestar a doença sempre que tiverem uma queda de resistência.

A vacinação não oferece completa proteção, mas reduz muito a gravidade e a freqüência das infecções.

** Nessas três doenças respiratórias, fêmeas prenhes podem transmitir as doenças para suas ninhadas, podendo, inclusive, abortar. Podem nascer ninhadas já contaminadas, animais com más formações, por já estarem com a rinotraqueíte desde quando estavam se desenvolvendo no útero de sua mãe.

 

Leucemia Felina:

É uma doença viral que pode se apresentar de diversas formas. Ela pode se apresentar como leucemia ou junto com outras doenças graves de gatos, sendo que nesses casos geralmente o animal não resiste.

 

Raiva:

Doença viral muito séria que afeta animais de sangue quente, incluindo o homem. O animal ou pessoa que contrai a doença e chega a manifestar os sintomas invariavelmente morrem. O vírus ataca o sistema nervoso do animal, levando-o a alterações de comportamento como fúria, ou calma excessiva, olhos fixos e inexpressivos, salivação excessiva e aberrações do apetite, podendo também ocorrer paralisia.

O principal transmissor da raiva no meio urbano é o cão, embora o gato também o faça. A transmissão do vírus se dá através de mordidas (saliva). Todas essas doenças têm vacinas e elas são dadas anualmente em adultos (veja página de vacinas de gatos)

O animal, ao ser vacinado, de preferência deve estar com sua saúde estável, com uma alimentação correta e livre de parasitas intestinais. E não deve sair para a rua ou para passear enquanto não estiver com todo esquema de vacinação completo.

Cães e gatos não são inimigos naturais. Não há entre as duas espécies uma relação de predador e caça. Alguns cães podem não conviver bem com gatos e vice-versa mas não é regra.

Isso é parcialmente verdadeiro, pois existem inúmeros casos de cães e gatos que convivem muito bem. Quanto se ‘estranham’, geralmente é por questão de disputa territorial. O cão pode sentir o seu “domínio”invadido pelo gato e então rosnará enviando a mensagem “fora intruso”. O gato, assustado com a ameaça do cão, responderá arrepiando-se e emitindo um rosnado felino.

Um cão dominador faria o mesmo com qualquer outro animal que invadisse o seu território. Com a convivência, a tendência é que se tolerem e sejam amigos e brinquem juntos.

 

Quem tem um cão e pretende ter também um gato, ou o contrário, é bom que faça essa aproximação seja feita aos poucos. O ideal é que convivam desde filhotes. Às vezes é preciso paciência para fazer com que ambos se acostumem e tornem-se grandes amigos.

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