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O adorável gato doméstico, acredita-se,  descender de um animal de porte pequeno que vivia em árvores chamado miacis. Tinha as patas curtas, uma cauda longa, maior que o corpo. Era, provavelmente dotado de unhas retráteis como os gatos da atualidade. Viveu há cerca de 40 milhões de anos e pode também ter sido ancestral das doninhas, dos ursos, guaxinins, raposas e coiotes.

Evoluiu para o Dinictis, animais mais semelhante aos gatos de hoje, que viveu há cerca de 10 milhões de anos.

Miacis

Dinictis

Os felinos, também chamados felídeos são os mais importantes e mais especializados dos carnívoros e a sua família compreende tres gêneros:

  • Acinomyx – Cheeta;
  • Felis – Puma, Jaguatirica, Gatos domésticos e todos os outros de pequeno e médio porte;
  • Leo – Leão, Pantera, Tigre, Onça

Os gatos atuais ainda guardam grandes semelhança com os felinos selvagens como o andar delicado e silencioso, a postura de predador diante de possível “caça”, ainda que seja um brinquedo. Mantém as técnicas de caça, as unhas retráteis e patas adaptadas para a corrida. Algumas espécies chegam a alcançar 100 Km/h em corridas de curta distância.

Veja algumas características fascinantes dos gatos:

Visão:

–  São os mamíferos que possuem os maiores olhos, em relação ao tamanho do corpo;

Possuem olhos adaptados para visão noturna, necessitando de apenas 1/6 da luz necessária ao homem para enxergar bem. Para desenvolver essa habilidade, entretanto, abriram mão da visão de pequenos detalhes, enxergando o mundo desfocado e também de algumas cores. Enxergam bem o azul, amarelo e o verde. Não se sabe se enxergam vermelho, mas supõe-se que esta cor é visualizada como cinza ou preto;

– A habilidade para enxergar no escuro os faz muito sensíveis à luz e, por isso, têm pupilas verticais que, qundo dilatadas, possuem área proporcionalmente maior que os humanos;

– O fundo do olho dos gatos é revestido por uma camada de células chamadas “tapetum lucidum”. Estas células refletem a luz absorvida pelo olho de volta para a retina, dando aos receptores uma segunda chance de captá-la. Dessa forma, os receptores da retina aumentam a sua eficiência na captação de luz em 40%, tornando a visão dos gatos altamente especializada para a visão noturna.

Audição:


–  Os gatos têm capacidade de ouvir até 65khz (kilohertz), enquanto os humanos ouvem até 20 Khz os cães até 45khz. Essa habilidade deve-se, em parte,  à anatomia dos seus ouvidos afunilados que canalizam e amplificam os sons;

–  Os gatos podem girar as suas orelhas até quase 180 graus, sendo que uma independente da outra. Pode girá-las 10 vezes mais rápido e com mais eficiência que um cão de guarda;

Gatos de olhos azuis e pelagem branca são, na sua maioria, surdos.

Olfato:

–  Sentido altamente especializado nos felinos que possuem de 60 a 80 milhões de células olfatórias. A especie humana tem entre 5 e 20 milhões de células olfatórias;

–  Além do focinho, os gatos possuem um órgão olfatório adicional, especializadíssimo, no céu da boca. É chamado “Órgão de Jacobson”e possui a função de “analisador de odores”. Para utilizá-lo os gatos abrem a boca quando sentem odores fortes, dando a impressão de estarem sorrindo (riso sardônico).

Curiosidades:

–  A especie humana possui 206 ossos, enquanto que os gatos possuem 245. Enquanto os homens têm 25 vétebras, os gatos possuem 30;

–  Cerca de 10% dos ossos dos gatos encontram-se na cauda que tem a função de auxiliar no equilíbrio do animal e pode também demonstrar as suas emoções de acordo com a sua posição. O gato doméstico é a única espécie que consegue manter a cauda ereta enquanto caminha;

–  Os gatos possuem 30 dentes. A dentição de leite é substituída pela permanente em torno dos 7 meses de idade. Os cães possuem 42 dentes;

–  O cérebro do gato possui mais semelhanças com o cérebro humano que o dos cães. A região do cérebro responsável pelas emoções é a mesma em gatos e humanos;

–  Um filhotinho de gato leva cerca de 2 semanas para ouvir bem e abrir os olhos;

–  O cérebro do gato é mais similar ao do homem do que ao do cão;

–  O gato doméstico pode correr a uma velocidade de 50 km/h;

–  O gato possui cerca de 24 bigodes que são utilizados para medir distâncias. Um gato que tiver os seus bigodes coirtados pode desorientar-se momentaneamente;

– Os gatos utilizam as patas como órgãos receptores para explorar coisas novas e também alimentos. São extremamente sensíveis e levam informações ao cérebro na mesma velocidade da corrente elétrica;

– Um gato assustado pode ser um animal agressivo e, para demonstrá-lo eriça o seu pelo na região da coluna vertebral;

Os gatos são animais de escelente convivência e ótimos companheiros apesar de independentes.

Cuide bem do seu grande amigo felino !

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O que é a Erliquiose canina?

É uma grave doença infecciosa que acomete animais da família canidae que são lobos, cães e chacais. O primeiro registro dessa enfermidade no Brasil foi em 1973, na cidade de Belo Horizonte. Teve diversas nomenclaturas no passado como: pancitopenia tropical canina, riquetsiose canina, tifo canino, síndrome hemorrágica idiopática, febre hemorrágica canina, moléstia do cão rastreador e, atualmente é denominada erlichiose monocítica canina (EMC).

O que causa essa grave doença?

Causada principalmente pela bactéria Erlichia canis, tem como vetor (transmissor) o carrapato Rhipicephalus sanguineus, chamado comumente de carrapato vermelho ou carrapato marrom do cão. A transmissão também pode acontecer durante transfusões sanguíneas ou através de agulhas ou instrumentais cirúrgicos contaminados. O mesmo carrapato transmissor da erliquiose é responsável pela transmissão da Babesiose, outra doença infecciosa que pode ocorrer juntamente junto com a erliquiose, agravando ainda mais o quadro do cão contaminado.

Como o cão se contamina?
Ao picar um cão contaminado, o carrapato transmite a doença para outro cão sadio que venha a picar também. O sangue do primeiro cão contaminado é inoculado no cão sadio através do carrapato Rhipicephalus sanguineus.

Quais os sinais e sintomas apresentados pelo cão contaminado pela Erlichia canis?

A fase inicial da infecção ou fase aguda, geralmente traz um quadro de febre, que pode variar entre 39,5 ºC e 41,5 ºC. Em geral, o animal apresenta ainda perda de apetite, com conseqüente perda de peso. Pode apresentar ainda fraqueza muscular. Alguns cães, que apresentam quadro mais grave na fase aguda, podem apresentar secreção nasal, param totalmente de se alimentar, apatia, depressão, sangramento nasal, urina com sangue (hematúria), sangramento digestivo, náuseas, vômitos, inchaço nas patas, dificuldade para respirar. A fase aguda pode durar cerca de 4 semanas e, se não for muito intensa ou se o animal permanece por longos períodos sozinho, pode passar desapercebida pelo proprietário.

Alguns animais apresentam a doença numa forma subclínica, isto é, sem sinais e sintomas aparentes. Os proprietários mais atenciosos podem perceber palidez de mucosas, perda de apetite e/ou inchaço nos membros. Quando avaliado pelo veterinário, geralmente é detectada anemia, sinal de algum sangramento que não foi notado.

Em alguns cães a infecção pode ser persistente e, quando o sistema imunológico do animal não for capaz de combater e eliminar a bactéria, este apresentará a fase crônica da doença. Nestes, a doença adquire características de doença auto-imune, comprometendo todo o sistema imunológico, reduzindo as defesas para outras infecções. Além da anemia, fraqueza, o animal pode ser acometido por infecções secundárias, oportunistas, causando pneumonia, diarréia, lesões na pele, etc…Ao exame de sangue, percebe-se uma queda de plaquetas, que são responsáveis pela coagulação sanguínea, o que causará sangramentos crônicos (sangramento nasal, no aparelho digestivo, etc). Dessa forma, o animal ficará fraco, apático, sentindo-se sempre cansado, devido à anemia.

Como é feito o diagnóstico da erliquiose?

Os sintomas apresentados pelo cão no início da doença (fase aguda) não são específicos e podem levar a diversas suspeitas diagnósticas, dificultando a detecção da doença. Outros fatores, se observados podem ajudar no diagnóstico como, por exemplo a presença do carrapato no animal ou no ambiente e a ocorrência da enfermidade em outros cães da região.

O diagnóstico pode ser feito através do exame de sangue. Após colhido o sangue pelo veterinário, será encaminhado para laboratório e, através de esfregaço ou testes sorológicos, pode ser detectada a doença.

A erliquiose tem cura?

Sim, tem cura se tratada adequadamente. As chances de cura são maiores quando o tratamento é iniciado precocemente. Quando tratada no início da doença, após cerca de 48 horas após o início do tratamento já pode ser observada melhora no estado geral do animal.

Como é tratada a erliquiose?

A doença é tratada com o uso do antibiótico “DOXICILINA” , em qualquer fase da doença. A duração do tratamento vai depender da fase da doença em que o cão se encontra. Na fase aguda, o tratamento deve ser instituído por 21 dias. Para os animais na fase crônica, o tratamento pode durar até 8 semanas.

O combate ao carrapato transmissor da doença é muito importante para o tratamento, evitando o risco de re-infecção e de transmissão a outros animais sadios. Para tal, devem ser utilizados carrapaticidas no ambiente e também no animal. A coleira anti carrapato deve ser usada pelo cão, bem como produtos em banho medicinal e de aplicação na pele.

Os humanos pode pegar erliquiose?

Não há relatos de casos de erliquiose canina em humanos, entretanto, outros tipos de bactéria erlichia, que não a canis, podem transmitir outro tipo de erliquiose para humanos, também através de carrapatos. A incidência de erliquiose em humanos tem tido um aumento significativo nos Estados Unidos. Felizmente, ainda há poucos casos diagnosticados no Brasil.

Importante:

Devido à dificuldade no diagnóstico da erliquiose, por ser doença que apresenta várias fases e diversos sintomas com gravidade variada,os cães devem ser submetidos periodicamente a consultas e exames de sangue, principalmente se residem em áreas endêmicas.

A prevenção também se faz pela higienização do animal e do ambiente. A presença do carrapato pode ser evitada através do tratamento do ambiente com carrapaticidas.

Cuide da sua casa e do seu grande amigo e combata essa grave doença ! Leve o seu bichinho para exames periódicos.

O envenenamento é a principal causa de morte de cães e gatos, seguida pelo atropelamento. Infelizmente, muitos animais domésticos são vítimas de envenenamento que pode ser acidental ou intencional. Isso mesmo, apesar de parecer monstruoso, muitos animais são intencionalmente envenenados. As maiores vítimas dessa maldade são os animais de rua ou aqueles que têm dono mas saem com freqüência, especialmente os gatos.

Nos casos acidentais, geralmente, por descuido do proprietário, o animal fica exposto a contato com produtos de limpeza (detergentes, desinfetantes, etc), medicamentos, inseticidas, raticidas, etc.

Muitos produtos de limpeza são inofensivos aos humanos mas podem rapidamente matar animais domésticos, principalmente os de pequeno porte. As aves são muito sensíveis a esses produtos.

O chumbinho, cujo agente ativo é a estricnina, apesar de proibido, é o veneno mais utilizado. Muitas pessoas o utilizam para matar ratos e, eventualmente, algum gato pode morder algum rato que ingeriu o chumbinho, resultando em envenenamento do felino.

Algumas pessoas colocam o chumbinho em pedaços de carne e o dão intencionalmente para matar animais.

Os principais sintomas de cães e gatos envenenados com chumbinho são: diminuição da freqüência card[iaca, vômitos, diarréia, salivação em excesso, tosse, aumento de secreções respiratórias, dificuldade para respirar, edema pulmonar, perda da coordenação motora, incapacidade de controlar a urina e morte.

Apenas 30% dos animais intoxicados por chumbinho sobrevive, quando recebe atendimento imediato.

Caso aconteça com algum animal próximo a você, leve-o IMEDIATAMENTE a uma clínica veterinária e caso identifique o responsável pelo envenenamento do animal, vá à delegacia mais próxima e denuncie. Existe um Decreto de proteção animal . Conheça-o (http://www.animaisos.org/legislacaop.php?id=8).

Conheça também a Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

Proteja o seu grande amigo, mantendo produtos de limpeza, inseticidas, medicações longe do seu alcance.

Bulldog inglês lindoOrigem e evolução da raça:

Descendente dos antigos Mastins asiáticos, o Bulldog inglês foi introduzido na Europa pelos Fenícios, por volta do século VI a.C. Eram utilizados para proteção dos navios, quando atracados nos portos.

Uma vez introduzidos no continente europeu, os romanos perceberam a força dessa raça e utilizaram os animais em espetáculos cruéis de lutas em com outros animais em arenas para diversão de espectadores.

Com a decadência do império romano e o desaparecimento das lutas em arenas, a raça quase que desapareceu do continente europeu. Apenas alguns animais sobreviveram nas ilhas britânicas.

Por volta do século XII, remanescentes da raça voltam a ser utilizados em lutas, dessa vez contra touros, em disputas denominadas “Bull Baiting”.  Esses combates foram idealizados pelo Lord Stanford que presenciou a luta de dois touros em disputa por uma fêmea. Presenciou os Bulldogs de um açougueiro avançarem sobre um dos touros, abatendo-o após feroz embate. Foi o início da popularizaçãobulldog inglês + menino dessa raça por toda a Europa. Com o passar dos anos, os Bulldogs foram sendo moldados física e psicologicamente para enfrentarem os touros e transformaram-se em animais ferozes e destemidos, com apurada técnica de combate e enorme resistência à dor. A Grã Bretanha chegou a possui inúmeras arenas  para essas disputas. Algumas existem até hoje, embora, essa cruel prática tenha sido banida no ano de 1835.

Com a proibição dessas lutas, a raça quase foi extinta, porém Continue lendo »

Curta todos os feriados com tranquilidade.

O seu Grande Amigo fica conosco cercado de carinhos e em segurança!

Ligue e reserve.

(71) 3331-2136 / 9992-2432

fotos hotel 009

casaco rosaMuitas são as dúvidas em relação a cuidados com os animais no inverno. Se você mora em local de inverno ameno, não precisa se preocupar tanto com o frio, mas a umidade é um inimigo a ser combatido.

Dar ou não dar banho no inverno?

Esse é um questionamento freqüente dos que possuem animais de estimação.

É importante lembrarmos que, no inverno, o animal troca de pelo e, os mais peludos, se não sofrerem escovação freqüente, podem apresentar problemas de pele.

Nos animais com mais pelo, não é recomendável dar banho em casa, pois ele precisa ser escovado adequadamente, no sentido contrário ao pelo, e no sentido do crescimento do pelo e, o mais importante, o banhista deve secá-lo com muito cuidado. Quando o pelo é espesso, pode ficar uma camada úmida, imperceptível perto da pele que vai propiciar o aparecimento de fungos.

Não se esqueça também se que os secadores caseiros, além de não terem a potência necessária para secar pelagem de animais, têm uma temperatura muito mais alta do que o indicado que pode provocar sérias queimaduras no seu animalzinho.

Se você mora em apartamento, certamente os banhos são mais freqüentes e, por isso, em alguns casos é necessário completar a dieta do seu pet amigo com cápsulas de Ômega 3, para restaurar a camada de proteção da pele e, dessa forma protegê-lo contra fungos, sarna, alergias e outras doenças de pele.

O meu animalzinho sente frio?pinscher

Sim, ele sente frio. Apesar da proteção do pelo, em locais muito frios, ele deve ter uma “caminha” com um cobertor, para que se sinta mais confortável. Se o animal é de grande porte, coloque, pelo menos, um estrado de madeira, um papelão, jornais, para que ele não durma no chão frio, úmido e deixe um cobertor disponível.

Algumas pessoas costumam vestir roupinhas nos seus animais, o que pode ajudar no frio. Se você pretende fazer isso, deve acostumá-lo desde filhote para que se sinta confortável com a roupinha.

cão de cachecolO meu animal pode ficar gripado?

Sim, e pode também ter pneumonia. Se o seu amiguinho está espirrando com freqüência, tossindo e parou de comer, é sinal de que pode estar gripado ou com pneumonia.

Leve-o sem demora ao veterinário, pois, principalmente se for pneumonia, ele precisa ser tratado com antibióticos. A pneumonia pode ser fatal se não tratada.

Que outras doenças exigem cuidados no inverno?

Além das doenças respiratórias, os animais idosos podem sofrer com problemas osteoarticulares no inverno. Os nossos pets da terceira idade que têm artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, podem sentir dor quando expostos a baixas temperaturas. Se você mora em locais frios, mantenha-os aquecidos.gato na cama

Existe alguma vacina para ajudar a proteger o meu bichinho?

Sim. Cães e gatos devem ser vacinados contra traqueobronquite, principalmente se freqüentam locais com outros animais.

A alimentação do meu pet muda no inverno?

Se o seu animalzinho não está obeso e você mora em região de inverno ameno, não precisa se preocupar. Porém, se você mora em local muito frio e o seu pet não está acima do peso, aumente em 20% o quantitativo de ração.

Com esses cuidados, o seu GRANDE AMIGO  vai continuar saudável e feliz !

O resultado da nossa pesquisa mostra que 11% dos cães não obedecem aos seus donos.

 

Seu cão lhe obedece

Isso pode ser um grande problema, principalmente se o animal for de grande porte ou se houver crianças ou idosos em casa.

Leia dicas interessantes sobre adestramento e formação da personalidade dos cães  publicadas em nosso blog.

Algumas dessas dicas podem ser muito úteis, especialmente se você tem paciência para adestrar o seu grande amigo.

 

Agradecemos aos visitantes da nossa página que, nos últimos 30 dias votaram e elegeram o que consideram mais importante em um Pet Hotel. Publicamos o resultado da pesquisa e pudemos perceber o quanto são importantes para os seus donos os nossos grandes amigos!

 

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As crianças pequenas, normalmente, não tem idéia de que o cão é um ser vivo e algumas podem agir de forma inadequada apertando, acariciando de forma rude ou até mesmo batendo nos animais, podendo provocar reações de defesa por parte destes. Os animais podem rosnar ou até mesmo morder algumas crianças. Os filhotes de cães, por sua vez, podem eventualmente sofrer lesões graves, decorrentes de brincadeiras com crianças.

Alguns cães suportam melhor a convivência com crianças e até mesmo os abusos por parte destas.

A partir dos 10 anos de idade é que as crianças terão real noção das necessidades de um animal e dos cuidados que precisam dispensar a um outro ser vivo.

Alguns cães, principalmente os de maior porte podem eventualmente, mesmo que sem intenção, machucar crianças com brincadeiras excessivamente brutas.

Certamente são as raças mais pacientes, que suportam as investidas insistentes dos pequenos. São os cães que suportam “sofrer” sem reagir. Algumas raças são mais tolerantes.

Surpreendentemente, as raças de maior porte são, geralmente, muito mais tolerantes, dóceis e tranqüilas e aceitam melhor a convivência com crianças. Os cães de menor porte, em geral, são mais reativos e de comportamento mais instável. Entretanto, até os 2 anos de idade, os cães de maior porte são também imaturos e inquietos e podem ser bastante trapalhões, chegando, às vezes, a machucar algumas crianças inadvertidamente.

Quais as raças mais indicadas para a convivência com crianças? Continue lendo »

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