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Bulldog inglês lindoOrigem e evolução da raça:

Descendente dos antigos Mastins asiáticos, o Bulldog inglês foi introduzido na Europa pelos Fenícios, por volta do século VI a.C. Eram utilizados para proteção dos navios, quando atracados nos portos.

Uma vez introduzidos no continente europeu, os romanos perceberam a força dessa raça e utilizaram os animais em espetáculos cruéis de lutas em com outros animais em arenas para diversão de espectadores.

Com a decadência do império romano e o desaparecimento das lutas em arenas, a raça quase que desapareceu do continente europeu. Apenas alguns animais sobreviveram nas ilhas britânicas.

Por volta do século XII, remanescentes da raça voltam a ser utilizados em lutas, dessa vez contra touros, em disputas denominadas “Bull Baiting”.  Esses combates foram idealizados pelo Lord Stanford que presenciou a luta de dois touros em disputa por uma fêmea. Presenciou os Bulldogs de um açougueiro avançarem sobre um dos touros, abatendo-o após feroz embate. Foi o início da popularizaçãobulldog inglês + menino dessa raça por toda a Europa. Com o passar dos anos, os Bulldogs foram sendo moldados física e psicologicamente para enfrentarem os touros e transformaram-se em animais ferozes e destemidos, com apurada técnica de combate e enorme resistência à dor. A Grã Bretanha chegou a possui inúmeras arenas  para essas disputas. Algumas existem até hoje, embora, essa cruel prática tenha sido banida no ano de 1835.

Com a proibição dessas lutas, a raça quase foi extinta, porém Continue lendo »

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As crianças pequenas, normalmente, não tem idéia de que o cão é um ser vivo e algumas podem agir de forma inadequada apertando, acariciando de forma rude ou até mesmo batendo nos animais, podendo provocar reações de defesa por parte destes. Os animais podem rosnar ou até mesmo morder algumas crianças. Os filhotes de cães, por sua vez, podem eventualmente sofrer lesões graves, decorrentes de brincadeiras com crianças.

Alguns cães suportam melhor a convivência com crianças e até mesmo os abusos por parte destas.

A partir dos 10 anos de idade é que as crianças terão real noção das necessidades de um animal e dos cuidados que precisam dispensar a um outro ser vivo.

Alguns cães, principalmente os de maior porte podem eventualmente, mesmo que sem intenção, machucar crianças com brincadeiras excessivamente brutas.

Certamente são as raças mais pacientes, que suportam as investidas insistentes dos pequenos. São os cães que suportam “sofrer” sem reagir. Algumas raças são mais tolerantes.

Surpreendentemente, as raças de maior porte são, geralmente, muito mais tolerantes, dóceis e tranqüilas e aceitam melhor a convivência com crianças. Os cães de menor porte, em geral, são mais reativos e de comportamento mais instável. Entretanto, até os 2 anos de idade, os cães de maior porte são também imaturos e inquietos e podem ser bastante trapalhões, chegando, às vezes, a machucar algumas crianças inadvertidamente.

Quais as raças mais indicadas para a convivência com crianças? Continue lendo »

Há duas semanas publicamos esta enquete e hoje trazemos o resultados

Você concorda? Não?

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O termo husky, que significa puxador de trenó, serviu, no início, para designar todos os cães puxadores de trenó, utilizados pelos índios e esquimós.

A raça Husky da Sibéria é bastante remota, sendo conhecida há quase 2.000 anos, originária do extremo nordeste do continente Asiático, mais precisamente na península dos Tchukchos, que limita ao oeste com o rio Kolima, onde vivia o povo esquimó Chukchi distante de qualquer contato com a civilização ocidental. Esse povo era independente e não se submetia às autoridades russas. Ficou praticamente 3 séculos sem o contato com outros povos.

Foi a partir de seu primeiro contato com uma companhia de soldados russos que os Chiukchi ficaram ameaçados. Então para sua defesa, eles se organizavam em patrulhas, com trenós muito rápidos, guiados por suas matilhas. Graças aos seus cães que o povo Chiukchi se livrou dos russos, teve o reconhecimento de seu território e de sua independência política.

Os Huskies foram desenvolvidos e criados cuidadosamente pelos Chukchi, que necessitavam de uma raça capaz de puxar trenós com pequenas cargas, por longas distâncias, com pouca comida e nas condições de tempo mais rigorosas. Por serem de pequeno porte e leves, Huskies são rápidos e gastam pouca energia. Quanto menos energia eles gastam para executar o trabalho, mais energia eles têm para sobreviver às temperaturas baixíssimas do inverno siberiano, que chega facilmente à -60º C. Huskies têm a habilidade natural de seguir trilhas e uma equipe em seus peitoris pode puxar um trenó com tanta velocidade e entusiasmo que é necessário um bom freio para fazê-los parar.


Não se sabe muito dos Chukchi nem de como criavam seus cães. Sabe-se no entanto, que eram admitidos na vida pessoal, moravam em suas casa e que era feita uma verdadeira seleção de acordo com a habilidade em puxar trenós. Tinham uma rigorosa aprendizagem até completarem 1 ano. Mesmo assim, os que não iam bem no trabalho eram eliminados. As fêmeas eram sacrificadas ao nascer, com exceção de uma ou duas, que serviam para a procriação. Já os machos, eram castrados, com exceção do líder, que era conservado para a procriação. Os Chiukchi louvavam os cães em sua religião, que atribuía almas aos elementos da natureza, como pedras, gelos, nuvens e animais.

Essas atitudes, somadas a algumas condições naturais extremamente duras e ao isolamento dos esquimós, permitiram a criação de uma população canina de tipo muito definido e puro.

O Husky é um cão de musculatura forte e grande resistência. Tem duas camadas de pelo, de forma que está completamente adaptado ao clima inóspito do ártico.

Companheiro, dócil e fiel, é um cão muito ativo e, se criado em casa, necessitará de grandes espaços.

O vídeo é parte do filme “Eight Below” que retrata bem o dia a dia desses maravilhosos aventureiros que foram responsáveis pela sobrevivência de um povo.

labradoodleOrigem da raça

O labradoodle é uma raça relativamente nova. Atualmente, é reconhecida apenas ida pelo CKC (continental kennel clube). É resultante do cruzamento de duas raças: o retriever do labrador e o poodle standard.

O primeiro exemplar de que se tem notícia apareceu na Austrália durante a década de 70. O cruzamento foi intencional, com o objetivo de criar um cão guia para pessoas alérgicas a pêlo de animais. Nos primeiros cruzamentos, os resultados foram cães hiper ativos ou de pelagem imprevisível. Aos poucos, os exemplares foram sendo selecionados e foi criada uma raça estável, equilibrada e adequada para a função.

Estes espécimes eram exclusivos da associação de cegos local, não estavam disponíveis para a população. Foram ficando conhecidos, no entanto pela sua labradoodlepuppychocolateinacreditável inteligência, esperteza, capacidade de aprendizado e também devido ao seu pelo antialérgico. Aos poucos se foi tornando popular e, em bem pouco tempo, a associação de cegos já não dava conta dos pedidos.

Infelizmente, muitas pessoas, ansiosas por possuir um labradoodle, de forma irresponsável e e sem controle, cruzavam labradores com poodles, produzindo muitos cães fora do padrão e negociando-os a pessoas desinformadas.

A notoriedade e a dificuldade de obter verdadeiros labradoodles, levaram à prática de uma criação paralela, sem nenhuma base, onde pessoas inexperientes cruzavam seu poodle com o labrador do vizinho, produzindo cães totalmente fora do padrão e vendendo-os a pessoas desinformadas.

Alguns canis então Continue lendo »

Veja, no vídeo de hoje, uma guia das raças mais conhecidas.

Para saber mais,clique em nosso link “raças” e veja matérias variadas

shih_tzu

O Shih Tzu é um cão de porte pequeno, proveniente da região do Tibet. A origem da raça é longínqua e cercada de lendas a seu respeito. A mais bela delas conta define o Shih Tzu como o símbolo de amor proibido entre uma princesa chinesa e um plebeu mongol (os mongóis são o povo da região do Tibet). Como o amor era impossível, decidiram cruzar um legítimo representante da china (o cão pequinês) com um legítimo representante do Tibet (o cão Lhasa Apso). Esta mistura de raças teria dado origem ao Shih Tzu, que simbolizava a união das culturas chinesa e tibetana e o amor impossível do casal e dos povos.

Outra lenda conta que os primeiros exemplares da raça teriam sido dados de presente ao imperador da China pelo Dalai Lama, por volta do ano 1640. Como estes cães pertenciam às princesas, eram criados dentro dos palácios, então não se sabe ao certo como se deu o desenvolvimento da raça. O fato de estarem restritos aos palácios, evitou cruzamentos inter raciais, preservando as características da raça.

O nome da raça é derivado do Mandarim (antigo dialeto chinês) e significa “cão leão”.

Por volta de 1930,os Shih Tzus passaram a fazer parte das famílias abastadas da China e alguns poucos exemplares foram importados para o ocidente por pessoas de muitas posses. Ainda não tinham a denominação da raça e eram chamados de Lhasa Terrier, Tibetan Poodle, Caniche Tibetano, Lhasa Dog ou Cão Crisântemo. A grande quantidade de denominações diferentes para esta raça, criou muita confusão entre os criadores. Eles eram freqüentemente confundidos como Lhasa Apso.

Finalmente, em 1934, a Tibetan Breed Association definiu asdiferenças ente o Lhasa Apso e o Shith Tsu. Os Lhasa deveriam ser mais compridos e com canal nasal mais longo que os Shih Tzus.

Em 1937, após a invasão da China pelo Japão, a raça foi praticamente extinta deste país. Graças aos criadores ingleses, que tinham importado vários exemplares no início dos anos 30, a raça não despareceu.

Em 1957, a raça foi oficialmente reconhecida pela FCI e , em 1969, foi finalmente reconhecida pelos americanos. Vem conquistando grande popularidade desde essa época, chegando a se a segunda raça mais registrada no Japão. O Shih Tzu torna-se cada dia mais popular, também no Brasil.

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Temperamento da Raça:

É um perfeito cão de companhia, dócil, amável, adora receber carinho dos seus donos. Adora colo e interage muito bem com todos os membros da família, pois adora o contato com humanos.

Por adaptar-se bem a ambientes pequenos, pode ser criado em apartamento sem maiores problemas.

É um cão muito higiênico e, depois de treinado para fazer as suas necessidades no lugar certo, não gosta de dormir no mesmo local usado para fazer xixi e cocô.

Normalmente não têm tendência a destruir objetos e móveis da casa como outras raças mais ativas de porte pequeno e não latem em excesso.

Costuma ter relacionamento excelente com outros cães e com gatos.

Não é agressivo e, se convive com crianças com brincadeiras rudes, normalmente não as ataca mas procura afastar-se deles.

Curiosidade:

Testes de DNA comprovam que o Shih Tzu é uma das raças mais antigas de cães do mundo!

Cuidados:

Como todas as outras raças de cães, necessitam de vermifugação e vacinação (clique e veja tabela de vacinação) e de acompanhamento veterinário periódico.

O seu pelo longo e sedoso necessitará de cuidados paraque se mantenha desembaraçado e livre de pulgas e carrapatos. (clique aqui para cuidados com o pelo).

Nutrição:

Dê sempre preferência a rações comerciais que mantém o seu animal bem nutrido e com desenvolvimento saudável pois são balanceadas. (clique aqui para dicas de nutrição)



PADRÃO OFICIAL DA RAÇA
(
CBKC nº 208 de 3/5/94 FCI nº de 24/6/87)

País de origem: Tibet Nome no país de origem: Shih Tzu

PESCOÇO:
bem proporcionado, graciosamente arqueado, suficientemente longo, para portar a cabeça alta.

ANTERIORES:
ombros bem oblíquos, membros anteriores curtos, com boa musculatura e ossatura, tão retos quanto possível, compatíveis com o peito largo e profundo.

TRONCO:
a distância entre a cernelha e a raiz da cauda é maior que a altura, na cernelha. Bem compacto e forte. Peito largo e profundo. Ombros firmes. Dorso reto.

INFERIORES:
membros curtos e musculosos, com boa ossatura. Vistos, por trás, retos. Coxas bem arredondadas e musculosas. Devem parecer volumosas, em virtude da pelagem abundante.

APARÊNCIA GERAL:
robusto, pelagem abundante, porte distintamente arrogante, com cabeça lembrando o crisântemo.

CARACTERÍSTICAS:
de temperamento amistoso e independente, inteligente, ativo e alerta.

CABEÇA E CRÂNIO:

cabeça larga, redonda, profusamente peluda, com pêlos caindo sobre os olhos, estes bem separados, boa barba e bigodes. Os pêlos crescendo para cima, no focinho, conferem-lhe uma clara semelhança com o crisântemo. Focinho bem largo, curto, com cerca de 2,5cm da ponta ao stop, reto, de nível ou levemente arrebitado, quadrado e peludo, sem rugas. Cana nasal em linha com a pálpebra inferior ou levemente abaixo. Trufa preta, podendo ser cor de fígado, com pigmentação o mais homogênea possível. Narinas bem abertas, stop bem definido. Trufa inclinada para baixo ou pontuda são características altamente indesejáveis. Olhos: grandes, redondos, escuros, inseridos bem separados, sem ser proeminentes. Expressão calorosa. Nos cães de cor fígado, ou com marcações dessa cor, olhos mais claros são permitidos, desde que a íris cubra o branco dos olhos. Orelhas: grandes, com lóbulos longos, portadas caídas, inseridas ligeiramente abaixo da abóbada craniana. Devem ser tão profusamente cobertas de pêlos que se confundem com a pelagem do pescoço. Boca: larga, ligeiramente prognata ou em torquês. Lábios retos.

PATAS:
arredondadas, firmes, com boas almofadas plantares, parecendo grandes pela pelagem abundante.

CAUDA:
de plumagem abundante, inserção e porte altos, alcançando, aproximadamente, o nível do alto do crânio, o que lhe confere uma aparência equilibrada.

MOVIMENTAÇÃO:
altiva, fluente, com longo alcance à frente e forte propulsão dos posteriores, exibindo as almofadas plantares.

PELAGEM:
longa, densa não cacheada, com bom subpêlo. Uma leve ondulação é permitida. Recomenda-se que os pêlos da cabeça sejam atados.

COR:
todas as cores são permitidas; uma faixa branca na fronte e na ponta da cauda são altamente desejadas nos particolores.

PESO E ALTURA:

de 4,500 a 8,100 quilos. O peso ideal de 4,500 a 7,300 quilos. Altura máxima na cernelha, 26,7cm. Tipo e características da raça são da maior importância e não devem ser preteridas pelo tamanho.

FALTAS:
qualquer desvio, dos termos deste padrão, deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTA:
os machos devem apresentar os dois testículos, bem visíveis e normais, totalmente descidos na bolsa escrotal.

Natal

Com a chegada do Natal, muitas são as crianças que querem ganhar um animalzinho de presente, geralmente um filhotinho, fofinho, bem bonitinho.

Para satisfazer mais um desejo das crianças, muitos pais concordam em ter um bichinho de estimação em casa.

Sabemos ser muito benéfico para as crianças a criação de vínculo afetivo de convivência com animais e implicará também numa relação que envolve o cuidar, desenvolvendo a atitude responsável em nossos filhos.

Quando as crianças são muito pequenas ou nunca tiveram animal de estimação, o cuidado dos pais deve ser redobrado, com orientações sobre como tratar, alimentar, cuidar do bichinho.

É importante frisar que até os quatro anos, a criança vê o animal como um objeto, não tendo a exata noção de que este é um ser vivo, com necessidades e sentimentos. Elas não conseguem ter o discernimento de que os animais sentem dor, fome, sede e também amam.

Apenas aos 10 anos de idade, a criança compreende totalmente as necessidades do animal como ser vivo, e estará apta a uma posse responsável e, se foi orientada pata isso, dispensará os cuidados em que a posse responsável de um animal implica.

“Infelizmente, muitas pessoas que se encantam com um filhote numa loja de animais não percebem que levar um bicho para casa significa assumir um contrato de fidelidade que pode durar muitos anos, o tempo de vida do bicho”, afirma Marco Ciampi, presidente da Arca Brasil, uma das primeiras ONGs brasileiras a difundir o conceito de posse responsável.

yorkA escolha adequada do animal, de acordo com o ambiente onde este viverá (casa ou apartamento), a decisão de adotar ou comprar o bichinho, tudo deve ser pesado criteriosamente antes da decisão de ter o animalzinho. O animal adotado geralmente já vem castrado, vermifugado e às vezes, com a primeira dose das vacinas, sendo portanto, uma decisão mais econômica. Será eternamente grato ao novo dono e se tornará companheiro fiel. É uma escolha a ser pensada pois será também uma decisão humanitária.

A raça adequada à rotina de cada família, tornará o cuidado mais fácil. Raças de pelo longo irão requerer escovação diária. Se ninguém na casa tem tempo para esta atividade, escolha uma raça de pelo curto. Animais de orelha caída têm mais problemas de otite, algumas raças são mais agitadas que outras, alguns pets necessitam de espaço grande, enfim, todos os aspectos e particularidades devem ser analisados antes de adquirir o animal.

Muitas famílias não estão preparadas para ter um animal de estimação e só se dão conta disso depois que o filhote chega em casa. Esquecem-se que este necessitará ser ensinado, alimentado, levado para passear, e que dará um certo trabalho. Após a fase de “encanto” inicial, a rotina do dia-a-dia, poderá fazer com que a criança ou os familiares percam o interesse pelo animal e negligenciem as suas necessidades. Muitos pets adoecem por falta de alimentação adequada, falta de vacinas (vacinação para cães, vacinação para gatos), vermífugos e, até mesmo por serem deixados em locais úmidos, frios, sem o mínimo necessário para um desenvolvimento salutar.papai-noel-papel-de-parede-2007

Alguns chegam até mesmo a ser abandonados depois que a família se cansa do animalzinho. Se este não foi educado corretamente, jamais aprenderá a fazer xixi e cocô no lugar certo, destruirá objetos, móveis e se comportará de forma inadequada. O animal precisa ser ensinado para que aja de acordo com o desejo do seu dono.

Está na Declaração Universal dos Direitos dos Animais – proclamada pela Unesco, em 1978: “O animal que o homem escolher como companheiro nunca deverá ser abandonado”.

Os motivos para o abandono são muitos: “ele está muito velho”, “ele não sabe se comportar”, “ele não brinca com o meu filho”, etc.

Ter um animal de estimação é muito bom para o desenvolvimento de uma criança e agradável para a convivência familiar. O animalzinho alegra o ambiente, transmite afeição, carinho e é um amigo leal para toda a vida. O animal é um ser vivo, com necessidades, sentimentos e precisa de cuidados, respeito, amor e carinho. O animal não é brinquedo!

schnauzer

O Schnauzer é originário da Alemanha, no tamanho standard. Dele derivaram o Schnauzer gigante e o miniatura. Cão ágil, alerta, apegado ao dono,  confiável, leal, destemido, muito forte, gentil, inteligente, imponente, obediente, resistente, excelente cão de guarda e caça, como todo terrier. O pseu elo é um dos pontos fortes da raça. Um Schnauzer bem preparado é um deleite para os olhos, e motivo de orgulho para seu dono. A raça está tão intrinsecamente ligada à sua tosa característica que perde muito do seu charme quando não tem seu pelo propriamente mantido. Seja de pelo duro ou liso, a tosa é bem parecida, com diferenças apenas na execução.

O Schnauzer miniatura só foi reconhecido como raça independente a partir de 1985 e supõe-se que seja resultado de cruza do Schnauzer standard e o Affenpincher. Uma curiosidade interessante: os primeiros exemplares da raça tinham o pelo predominantemente dourado, sendo frequentes exemplares da raça com o manto preto e conzento, e até mesmo castanho. O mais raro era o totalmente preto. A partir das variedades, os criadores foram selecionando as cores para cruzas, fixando as características que mais lhes interessavam, desenvolvendo o manto prateado tão apreciado no Schnauzer miniatura. Esta raça foi criada na Alemanha para caçar ratos mas popularizou-se mais tarde como excelente cão de companhia.

Casal de Schnanuzer gigante

Casal de Schnanuzer gigante

Um schnauzer pode tomar banho tantas vezes quanto necessário, utilizando-se um bom shampoo para cães.  É aconselhável lavar a barba e a saia de pelos da perna e corpo no mínimo uma vez por semana para mantê-las limpas e cheirosas.

 

Quando não toma banhos semanais, o schnauzer pode produzir um odor na sua saia ou boca devido principalmente ao acúmulo de saliva nos pelos em volta da boca e à não higienização correta dos dentes. Lembre-se que a  barba necessita ser lavada freqüentemente, toda vez que se fizer  necessário.

 

Os cantos dos olhos devem ser limpos diariamente com um paninho embebido em soro fisiológico ou produto especifico para este fim. O acumulo de impurezas no canal lacrimal pode causar mal cheiro e inflamação. Água morna pode ser usada no banho e todo o cuidado deve ser tomado durante o enxágüe desta região. Se o animal tem pelo claro, há produtos que ajudam a prevenir ou retirar manchas no pelo causadas pelas lágrimas ou saliva.

 

No banho deve ser sempre utilizado shampoo próprio para animais. Nunca utilize produtos para humanos. A utilização de condicionador pode ser feita nas pernas, saia e barba, lembrando sempre de enxaguar bem após alguns minutos. É aconselhável fazer hidratações regulares no pelo ( a cada 15 dias)  para evitar que se formem nós difíceis de serem removidos. Shampoos clareadores podem ser usados em Schnauzers brancos para deixar os pêlos sempre brancos.

 

A tosa do Schnauzer é especial e realça a beleza da raça. Deve ser feita por um tosador experiente  pois não é de fácil execução.

Schnauzer Miniatura no pelotosa-do-schnauzer

Padrão 1 – Cães de Guarda:

O padrão da raça é muito variável. Geralmente corresponde a cães que anteriormente foram utilizados em guerras ou em pastoreio, guardando o rebanho.

Ao contrário do que se imagina, esses cães não devem ter temperamento agressivo e sim serem de comportamento estável. Só devem adotar postura agressiva se comandados ou se em estado de alerta, em situações para as quais tenham sido adestrados.

Necessitam de adestramento para desempenhar bem a função de guardiões. Os proprietários responsáveis devem estar cientes disso e não devem estimular as características agressivas das raças.

Padrão 2 – Cães de Luxo:

Fazem parte desse grupo os padrões miniatura das raças. São cães que normalmente não ultrapassam os 30 cm de altura. Foram muito utilizados nas cortes européias como animais de estimação das grandes damas da nobreza. Apesar do pequeno porte, alguns desses cães são excelentes cães de guarda.

Padrão 3 – Cães de Companhia:

Esse grupo de cães é formado por raças que já desempenharam diferentes papéis ao longo da história. São raças que já lutaram em arenas, que acompanhavam nobres nas cortes européias e até mesmo alguns que já fizeram parte de cardápios exóticos como iguarias. É um grupo bastante heterogêneo e a sua principal diferença em relação aos cães de luxo é o tamanho, pois são raças de maior porte.

Padrão 4 – Cães de Caça

Subdividem-se em: Cães de caça a tiro e cães de caça à presa.

Cães de Caça a Tiro:

Esses cães são utilizados na caça às aves. Tem uma habilidade extraordinária para localizar e trazer ao dono as aves abatidas.

São cães de temperamento dócil, amigável. Como a caça não é um esporte muito popular hoje em dia, esses animais têm sido comumente utilizados como cães de companhia e são excelentes para acompanhar os praticantes de esportes como corridas, pois são resistentes e afeitos a exercícios físicos. Sendo assim, são cães que necessitam de espaço e não são adequados para pessoas de vida sedentária ou idosos.

Cães de caça à presa – Subdividem-se em dois grupos:

1.- Cães Hounds

São raças de caça à presa. Eles a caçam e abatem. Ideais para caçar animais com pelo. Esses cães caçam farejando o solo e trabalham em grupo, com estratégias de matilha.

Dentro desse grupo há alguns cães de visão excelente que são os Sighthounds ou Galgos. De corpo longilíneo e capazes de atingir grande velocidade, são utilizados também em corridas de cães. Têm um temperamento mais tímido, reservado que os demais cães de caça.

Devido ao seu excelente olfato, os cães hounds são muito utilizados hoje em, dia em operações policiais, em aeroportos, para localização de drogas e pessoas perdidas.

2 – Cães Terriers

Quase todas as raças desse grupo foram desenvolvidas na Grã Bretanha onde a caça foi um esporte popular.

São cães de porte pequeno ou médio, excelentes para caçar animais que se refugiam em tocas. São cães que gostam de atividade intensa e necessitam de áreas com grande espaço. Devido ao seu temperamento forte, necessitam de donos autoritários, que demonstrem de forma incisiva quem é o “chefe da matilha”.

Além dos terriers especialistas em animais de toca, há também os chamados Terriers de Arena. Derivados de cruzamentos com Pit Bulls. Esses animais têm uma postura resistente, combativa em relação a outros cães machos mas, normalmente, são dóceis com seres humanos e gostam da sua companhia. São extremamente fiéis.

Siberian Huskey picture Padrão 5 – Cães de Utilidade:

Fazem parte desse grupo cães que realizam tarefas muito importantes para seres humanos como pastoreio, cães guias de cegos, cães de tração e cães de resgate. São muito inteligentes e de memória excelente. Apreciam e se divertem na realização das atividades. Por serem animais muito ativos, necessitam de áreas grandes.

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