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casaco rosaMuitas são as dúvidas em relação a cuidados com os animais no inverno. Se você mora em local de inverno ameno, não precisa se preocupar tanto com o frio, mas a umidade é um inimigo a ser combatido.

Dar ou não dar banho no inverno?

Esse é um questionamento freqüente dos que possuem animais de estimação.

É importante lembrarmos que, no inverno, o animal troca de pelo e, os mais peludos, se não sofrerem escovação freqüente, podem apresentar problemas de pele.

Nos animais com mais pelo, não é recomendável dar banho em casa, pois ele precisa ser escovado adequadamente, no sentido contrário ao pelo, e no sentido do crescimento do pelo e, o mais importante, o banhista deve secá-lo com muito cuidado. Quando o pelo é espesso, pode ficar uma camada úmida, imperceptível perto da pele que vai propiciar o aparecimento de fungos.

Não se esqueça também se que os secadores caseiros, além de não terem a potência necessária para secar pelagem de animais, têm uma temperatura muito mais alta do que o indicado que pode provocar sérias queimaduras no seu animalzinho.

Se você mora em apartamento, certamente os banhos são mais freqüentes e, por isso, em alguns casos é necessário completar a dieta do seu pet amigo com cápsulas de Ômega 3, para restaurar a camada de proteção da pele e, dessa forma protegê-lo contra fungos, sarna, alergias e outras doenças de pele.

O meu animalzinho sente frio?pinscher

Sim, ele sente frio. Apesar da proteção do pelo, em locais muito frios, ele deve ter uma “caminha” com um cobertor, para que se sinta mais confortável. Se o animal é de grande porte, coloque, pelo menos, um estrado de madeira, um papelão, jornais, para que ele não durma no chão frio, úmido e deixe um cobertor disponível.

Algumas pessoas costumam vestir roupinhas nos seus animais, o que pode ajudar no frio. Se você pretende fazer isso, deve acostumá-lo desde filhote para que se sinta confortável com a roupinha.

cão de cachecolO meu animal pode ficar gripado?

Sim, e pode também ter pneumonia. Se o seu amiguinho está espirrando com freqüência, tossindo e parou de comer, é sinal de que pode estar gripado ou com pneumonia.

Leve-o sem demora ao veterinário, pois, principalmente se for pneumonia, ele precisa ser tratado com antibióticos. A pneumonia pode ser fatal se não tratada.

Que outras doenças exigem cuidados no inverno?

Além das doenças respiratórias, os animais idosos podem sofrer com problemas osteoarticulares no inverno. Os nossos pets da terceira idade que têm artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, podem sentir dor quando expostos a baixas temperaturas. Se você mora em locais frios, mantenha-os aquecidos.gato na cama

Existe alguma vacina para ajudar a proteger o meu bichinho?

Sim. Cães e gatos devem ser vacinados contra traqueobronquite, principalmente se freqüentam locais com outros animais.

A alimentação do meu pet muda no inverno?

Se o seu animalzinho não está obeso e você mora em região de inverno ameno, não precisa se preocupar. Porém, se você mora em local muito frio e o seu pet não está acima do peso, aumente em 20% o quantitativo de ração.

Com esses cuidados, o seu GRANDE AMIGO  vai continuar saudável e feliz !

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Agradecemos aos visitantes da nossa página que, nos últimos 30 dias votaram e elegeram o que consideram mais importante em um Pet Hotel. Publicamos o resultado da pesquisa e pudemos perceber o quanto são importantes para os seus donos os nossos grandes amigos!

 

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Viaje tranquilo nos feriados, sabendo que o seu grande amigo ficará em segurança e bem cuidado.

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As crianças pequenas, normalmente, não tem idéia de que o cão é um ser vivo e algumas podem agir de forma inadequada apertando, acariciando de forma rude ou até mesmo batendo nos animais, podendo provocar reações de defesa por parte destes. Os animais podem rosnar ou até mesmo morder algumas crianças. Os filhotes de cães, por sua vez, podem eventualmente sofrer lesões graves, decorrentes de brincadeiras com crianças.

Alguns cães suportam melhor a convivência com crianças e até mesmo os abusos por parte destas.

A partir dos 10 anos de idade é que as crianças terão real noção das necessidades de um animal e dos cuidados que precisam dispensar a um outro ser vivo.

Alguns cães, principalmente os de maior porte podem eventualmente, mesmo que sem intenção, machucar crianças com brincadeiras excessivamente brutas.

Certamente são as raças mais pacientes, que suportam as investidas insistentes dos pequenos. São os cães que suportam “sofrer” sem reagir. Algumas raças são mais tolerantes.

Surpreendentemente, as raças de maior porte são, geralmente, muito mais tolerantes, dóceis e tranqüilas e aceitam melhor a convivência com crianças. Os cães de menor porte, em geral, são mais reativos e de comportamento mais instável. Entretanto, até os 2 anos de idade, os cães de maior porte são também imaturos e inquietos e podem ser bastante trapalhões, chegando, às vezes, a machucar algumas crianças inadvertidamente.

Quais as raças mais indicadas para a convivência com crianças? Continue lendo »

A vacinação e a vermifugação são fundamentais na manutenção da saúde dos nossos grandes amigos.

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A pesquisa publicada em nosso blog nos deixou um pouco preocupados em relação aos cuidados indispensáveis aos animais. Não podemos nos esquecer de que algumas doenças fatais podem ser prevenidas através das vacinas que são praticamente indolores.

Veja esquemas de vacinação para cães e de vacinação para gatos .

A vermifugação periódica também ajuda a manter o seu animalzinho livre de parasitos que atrasam o seu crescimento ou prejudicam a sua imunidade, proiciando o aparecimento de diversas doenças e de sintomascomo cólicas, võmitos, diarréia, dentre outros.

O animal protegido pode conviver com a sua família sem oferecer riscos para ela.

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A leishmaniose visceral canina (LVC) ou Calazar é uma doença infecto contagiosa que pode ser chamada de zoonose pois pode ser transmitida aos homens pelos animais e vice-versa. Geralmente os humanos atingidos têm baixa imunidade enquanto que os cães sadios são geralmente afetados.

O que provoca e como é transmitida a Leishmaniose?leiscicl

É provocada pelo protozoário Leishmania chagasi e transmitida através da picada do mosquito Lutzomyia Longipalpis contaminado. Se o mosquito pica um homem ou animal contaminado, transmitirá a outros essa grave doença.

Um cão, após ser contaminado por um mosquito infectado, apresenta um período de incubação bastante variado que vai de 2 meses até 6 anos. Em geral os primeiros anticorpos são observados em 45 dias após a infecção. Antes desse período a doença não é detectada nem por exames de sangue, por isso, eles devem ser repetidos após 45 dias se há suspeita da doença.

Quais os sintomas e sinais clínicos da Leishmaniose?

É importante frisar que alguns animais são mais sensíveis que outros e apresentam sintomas clínicos mais graves e mais precocemente.

Sinais e sintomas dematológicos:

· “Chancro de inoculação” – É uma reação no local da picada do mosquito, surge cerca de 20 dias após a infecção.

· dermatite seborreica – lesões na pele que descamam, semelhantes à caspa humanaolhosleishmaniose1

· alopecia periorbital – queda de pelo na região próxima aos olhos

· hiperqueratoses – lesões semelhantes a calos

· nódulos subcutâneos – “caroços” ou tumorações que aparecem no subcutâneo

· onicogrifose – crescimento exagerado das unhas

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· ausência de prurido – lesões não coçam

· erosões e úlceras (pontas de orelha/focinho) – ferimentos

Sinais e sintomas gerais:

· linfadenomegalia – gânglios linfáticos alterados, aumentados

· emagrecimento

· abatimento, fadiga, prostração

· febre

· anemia

· nefrite – inflamação dos rins

· hepatoesplenomegalia – aumento anormal do fígado e baço

· hemorragias – sangramento digestivo e nasal

· poliartrites – artrite em várias articulações

· lesões oculares – conjuntivites graves ou hemorragia retiniana

Devemos considerar o fato de que, em condições naturais, 60% dos cães doentes são assintomáticos

Como é feito o diagnóstico da Leishmaniose canina?

O diagnóstico clínico pode ser feito pelo médico veterinário que solicitará exames complementares para confirmação ou diagnóstico diferencial com outras doenças de menor gravidade.

A confirmação diagnóstica pode ser parasitológica (identificação do parasito através de biópsia) ou sorológica (através de exame de sangue)

Diagnóstico parasitológico da Leishmaniose:

• punção de medula óssea

• punção de linfonodos palpáveis

• punção hepática e esplênica

• biópsia de pele e/ou vísceras

Diagnóstico sorológico da Leishmaniose:

· Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) (podem haver Reações Cruzadas com Babesia canis e Erlichia canis).

· Reação de Fixação de Complemento (RFC)

· Elisa

· TRALD (Teste Rápido Anti-Leishmania donovani)

· Hemograma = pode ser normal ou com um determinado tipo de anemia.

· Provas de função renal – dosagem sanguínea de uréia e creatinina – podem ser normais ou não

· Provas de função hepática – podem ser normais ou não

· Proteinograma – Detecta alteração no perfil de proteínas

Diagnóstico diferencial:

Algumas doenças de menor gravidade podem causar determinados sintomas e sinais clínicos que também ocorrem na leishmaniose, portanto é necessário que o dono fique atento a quaisquer alterações, principalmente as dermatológicas nos seus cãezinhos.

Existe tratamento para Leishmaniose?

A leishmaniose é uma doença incurável que, quando tratada melhora a qualidade de vida mas torna-se uma doença crônica que necessitará de tratamento por toda a vida, para controle da enfermidade. O tratamento não evolui há muitos anos. Muitos tipos de drogas são utilizadas como: antibióticos, antifúngicos, bactericidas e drogas que atuam no sistema imunológico.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que os cães portadores de leishmaniose sejam sacrificados, e, apesar das medicações para tratamento da doença serem distribuídas na rede pública gratuitamente, o governo não arca com os custos do tratamento de animais, só de humanos. Entretanto, não é proibido o tratamento dos animais, desde que custeado pelo dono.

Não se pode esquecer que o cão é hospedeiro da doença, podendo transmiti-la através da picada do flebótomo. Esta situação de risco deve ser esclarecida para o dono do animal, por tratar-se de exposição dos humanos a risco de contágio de grave enfermidade.

Como prevenir a Leishmaniose?

collar-escaliburExiste apenas uma vacina para cães contra leishmaniose – a Leishmune. Lançada em 3005, é aplicada em consultórios veterinários particulares e tem eficácia de 92 a 95%e é aprovada pelo Ministério da Agricultura. Antes de receber a vacina, o cão deve fazer exames para ver se já está contaminado com leishmaniose. A primeira dose é feita em três aplicações, seguida de manutenção anual (reforço). É muito importante que o cão tome essa vacina.

O animal deve utilizar ainda uma coleira que ajuda a combater os mosquitos responsáveis pela doença . Alguns municípios brasileiros que são áreas endêmicas da doenças distribuem através do CCZ – Centro de Controle de Zoonoses.

Por ser um produto novo, a idade mínima recomendada para usar a scalibor é de 7 semanas de idade.
Combata os mosquitos na sua residência.

Lembre-se: tomando todos os cuidados necessários, o seu animalzinho e a sua família estarão quase que 100% protegidos !

É comum vermos animais sendo transportados em veículos com a cabeça para fora, no banco de passageiros e, até mesmo, no colo do motorista. É um hábito perigoso e sujeito a multa de trânsito. O animal pode se agitar com algum fato corriqueiro da rua, até mesmo por ver outro cão ou gato e começar a latir ou pular. A concentração do motorista fica comprometida, levando a acidentes. Outra situação de riso que pode ocorrer é uma freada brusca, que pode machucar o animal ou as pessoas seriamente. Alguns animais mais sensíveis podem desenvolver conjuntivite ou infecção respiratória se permanecerem ao vento, com a cabeça para fora do carro.

Este assunto foi motivo de campanha na Inglaterra pela Royal Society for Prevention of Accidents (RoSPA), uma entidade inteiramente voltada à prevenção de acidentes em várias áreas da sociedade.

Esta entidade confeccionaou panfleto de campanha com informações importantes sobre o transporte dos pets em automóvel particular e os seus riscos. Segundo o material divulgado, um cachorro de 25 Kg, quando transportado livremente dentro de um carro que trafega a 50 Km/h, em caso de reada brusca, seria arremessado com o peso de 09 homens de 76Kg cada. Este impacto seria mais do que sufucuebte para matar uma pessoa que estivesse à sua frente.

Cinto de segurança para cães e gatos

Cinto de segurança para cães e gatos

Outra situação grave seria uma reação inesperada do cão em caso de acidente, podendo atacar pessoas que se aproximarem para ajudar.

O artigo 252 do Códigode trânsito Brasileiro pune o condutor que dirigir com o animal entre si e a porta ou acomodado entre seus braços e pernas, com 04 pontos na carteira (infração média), com multa de 80 UFIRs. O mesmo Código, no seu artigo 253, proíbe levar animais na parte externa do veículo (nos casos em que se transporta animais na caçamba de caminhonetes, presos em correntes, ou em gaiolas ou caixas presos ao teto do veículo). Há ainda casos de condutores que levam o animal do lado de fora do carro preso à coleira para exercitá-lo! Sim, isto ocorre. Por incrível que pareça! A punição para estes casos é de 05 pontos na carteira (infração grave) e multa de 120 UFIRs, mais retenção de veículo.

Onde transportar o meu animal?cintocao

O animal deve ser transportado sempre no banco traseiro, obedecendo a algumas normas de segurança abaixo:

  1. Não deixe o vidro todo aberto de forma que permita que o animal ponha a cabeça para fora. Muitos animais pulam do carro, se acidentando gravemente, ou provocando acidentes.
  2. Há cintos de segurança projetados para cães e gatos que podem ser afivelados ao cinto de segurança do carro, permitindo que o animal se movimente num espaço limitado, e evitando que ele coloque a cabeça para fora do carro, pule para o banco da frente do automóvel ou salte para fora da janela do carro. Escolha um adequado ao tamanho do seu animal.
  3. Pode ser utilizada também uma caixa de transporte que deve ter trava e deve ser adequada ao tamanho do animal. Estas devem ficar presas pelo cinto de segurança ou fixadas ao chão do carro. Devem ser ventiladas e com espaço suficiente para o animal ficar de pé e se virar.
  4. Pode ser utilizada também grade de proteção, produto fabricado na Inglaterra, que se adéqua a qualquer carro que tenha o banco reclinável.grade-para-transporte

Se a viagem é mais longa, outros cuidados devem ser tomados:

  1. Se o animal for filhote ou tiver mais de 08 anos de idade, consulte o veterinário antes de fazer a viagem.
  2. Se for viajar para áreas rurais ou para o litoral, não se esqueça de prevenir algumas doenças. Há áreas infestadas de Leishmaniose e medidas preventivas podem ser tomadas como, por exemplo, colocar no animal coleira para proteção.
  3. Utilize medicação preventiva anti carrapatos e pulgas. Dê preferência àquelas em forma de pipetas, que protegem o animal por 01 a 02 meses e devem ter o seu conteúdo aplicado no dorso do animal.
  4. As vacinas e os vermífugos devem estar em dia.
  5. Se o animal é muito estressado, o veterinário pode prescrever alguma medicação para que ele viaje mais tranqüilo. Não dê nenhuma medicação ao seu bichinho sem orientação do veterinário.
  6. Se o animal tem enjôo, deve ser alimentado quatro horas antes da viagem.
  7. Coloque um pano dentro da caixa para que esta fique mais aconchegante para o animalzinho.caixa-para-transporte
  8. Identifique o animal com uma plaquinha presa à coleira, com nome e telefone de contato.
  9. Cuide para que o animal para defeque e urine, de preferência antes da viagem, para evitar que aconteçam transtornos durante o percurso.
  10. Pare a cada duas ou três horas para que o animal faça xixi ou côco(se nãoo fez em casa), caminhe um pouco e beba água. Não o alimente durante a viagem, se ela for durar até 12 horas.
  11. Os gatos, que são mais estressados, não devem sair da caixa de transporte durante a parada, a não ser que estejam no seguros cuidadosamente pelo dono, pois podem se assustar com o barulho e o ambiente estranho, e fugir.

Com todos esses cuidados, o seu grande amigo vai viajar com o mínimo de estresse possível e chegará saudável ao seu destino.


No Ferry Boat:

Os usuários do sistema Ferry Boat devem estar atentos às normas exigidas para o embarque de animais nas embarcações. De acordo com a Resoluçã 32 da Agerba, não será permitidoo embarque de animais domésticos ou silvestres sem as devidas proteções. Aves poderão ser transportadas somente em gaiolas. Cães, apenas com mordaça e coleira. Outros animais serão aceitos a bordo acondicionados, de acordo com a característica de cada um, a fim de evitar riscos aos passageiros. Animais que estiverem dentro dos veículos, também devem estar com as devidas proteções.


Dicas para viagens interestaduais

  • Para transportar cães e gatos dentro do território brasileiro, não é mais exigida a guia de transporte animal (GTA). Para outros animais como hamsters,chinchilas,porquinhos da índia, sim. Esta tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem (ida), e pode ser obtida gratuitamente no Serviço de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura ou com veterinários credenciados pelo ministério. Para saber quais médicos podem assinar esse documento, entre em contato com a secretaria do Estado onde será emitida a guia.
  • Para viagens internacionais, é exigido o certificado zoosanitário internacional (CZI), emitido gratuitamente pelos postos do Ministério da Agricultura ou no próprio aeroporto e com validade de oito dias.
  • Nos dois casos é necessária a apresentação de um atestado de saúde, fornecido pelo veterinário no máximo três dias antes da emissão da GTA (Guia de Transito Animal) ou do CZI, e do comprovante de vacinação anti-rábica, para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina, que deve ser aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo um ano.
  • Aves silvestres necessitam também de permissão do Ibama.
  • Certos países, como Itália e Alemanha, exigem autorização específica, adquirida na embaixada ou no consulado dos respectivos países – Não esqueça de verificar antes de viajar.
  • Alguns países exigem quarentena, como, por exemplo, a Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Estes exigem que o animal, mesmo vacinado, seja isolado. Cães e gatos são confinados no aeroporto e liberados depois de um período que varia de um a seis meses. Verifique as regras de cada país antes de viajar, para evitar decepções. A Inglaterra, por exemplo, proíbe a entrada de cães fila brasileiros.
  • Para transportar animais domésticos (cães e gatos) dentro do território brasileiro, é exigido o  atestado de saúde doanimal, bem como a caarteira de vacinação. Para os demais animais, é necessária a guia de transporte animal (GTA). Esta tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem (ida), e pode ser obtida gratuitamente no Serviço de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura ou com veterinários credenciados pelo ministério. Para saber quais médicos veterinários podem assinar esse documento, entre em contato com a Secretaria de Saúde do Estado onde será emitida a guia.

Veja, no vídeo de hoje, uma guia das raças mais conhecidas.

Para saber mais,clique em nosso link “raças” e veja matérias variadas

feriasFérias das crianças, férias da família!

Nem sempre é possível levar o seu pet em viagem de férias. Nem sempre um amigo ou familiar está disponível ou deseja cuidar do seu mascotinho enquanto você está fora. E ainda que o queiram, podem não estar aptos a cuidar do seu animalzinho da maneira que você deseja.

Geralmente os hotéis para animais lotam nesse período. Recomendamos que você tome alguns cuidados ao deixar o seu pet para que tenha férias tranqüilas, sabendo que o seu grande amigo vai estar bem. Alguns locais não oferecem a menor condição de abrigar o seu bichinho. Mantém os bichinhos em gaiolas muito pequenas, sem área disponível para lazer, atvidades físicas, deixando-o muito estressado e, até mesmo, doente. A higiene é também muito importante. Continue lendo »

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O Shih Tzu é um cão de porte pequeno, proveniente da região do Tibet. A origem da raça é longínqua e cercada de lendas a seu respeito. A mais bela delas conta define o Shih Tzu como o símbolo de amor proibido entre uma princesa chinesa e um plebeu mongol (os mongóis são o povo da região do Tibet). Como o amor era impossível, decidiram cruzar um legítimo representante da china (o cão pequinês) com um legítimo representante do Tibet (o cão Lhasa Apso). Esta mistura de raças teria dado origem ao Shih Tzu, que simbolizava a união das culturas chinesa e tibetana e o amor impossível do casal e dos povos.

Outra lenda conta que os primeiros exemplares da raça teriam sido dados de presente ao imperador da China pelo Dalai Lama, por volta do ano 1640. Como estes cães pertenciam às princesas, eram criados dentro dos palácios, então não se sabe ao certo como se deu o desenvolvimento da raça. O fato de estarem restritos aos palácios, evitou cruzamentos inter raciais, preservando as características da raça.

O nome da raça é derivado do Mandarim (antigo dialeto chinês) e significa “cão leão”.

Por volta de 1930,os Shih Tzus passaram a fazer parte das famílias abastadas da China e alguns poucos exemplares foram importados para o ocidente por pessoas de muitas posses. Ainda não tinham a denominação da raça e eram chamados de Lhasa Terrier, Tibetan Poodle, Caniche Tibetano, Lhasa Dog ou Cão Crisântemo. A grande quantidade de denominações diferentes para esta raça, criou muita confusão entre os criadores. Eles eram freqüentemente confundidos como Lhasa Apso.

Finalmente, em 1934, a Tibetan Breed Association definiu asdiferenças ente o Lhasa Apso e o Shith Tsu. Os Lhasa deveriam ser mais compridos e com canal nasal mais longo que os Shih Tzus.

Em 1937, após a invasão da China pelo Japão, a raça foi praticamente extinta deste país. Graças aos criadores ingleses, que tinham importado vários exemplares no início dos anos 30, a raça não despareceu.

Em 1957, a raça foi oficialmente reconhecida pela FCI e , em 1969, foi finalmente reconhecida pelos americanos. Vem conquistando grande popularidade desde essa época, chegando a se a segunda raça mais registrada no Japão. O Shih Tzu torna-se cada dia mais popular, também no Brasil.

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Temperamento da Raça:

É um perfeito cão de companhia, dócil, amável, adora receber carinho dos seus donos. Adora colo e interage muito bem com todos os membros da família, pois adora o contato com humanos.

Por adaptar-se bem a ambientes pequenos, pode ser criado em apartamento sem maiores problemas.

É um cão muito higiênico e, depois de treinado para fazer as suas necessidades no lugar certo, não gosta de dormir no mesmo local usado para fazer xixi e cocô.

Normalmente não têm tendência a destruir objetos e móveis da casa como outras raças mais ativas de porte pequeno e não latem em excesso.

Costuma ter relacionamento excelente com outros cães e com gatos.

Não é agressivo e, se convive com crianças com brincadeiras rudes, normalmente não as ataca mas procura afastar-se deles.

Curiosidade:

Testes de DNA comprovam que o Shih Tzu é uma das raças mais antigas de cães do mundo!

Cuidados:

Como todas as outras raças de cães, necessitam de vermifugação e vacinação (clique e veja tabela de vacinação) e de acompanhamento veterinário periódico.

O seu pelo longo e sedoso necessitará de cuidados paraque se mantenha desembaraçado e livre de pulgas e carrapatos. (clique aqui para cuidados com o pelo).

Nutrição:

Dê sempre preferência a rações comerciais que mantém o seu animal bem nutrido e com desenvolvimento saudável pois são balanceadas. (clique aqui para dicas de nutrição)



PADRÃO OFICIAL DA RAÇA
(
CBKC nº 208 de 3/5/94 FCI nº de 24/6/87)

País de origem: Tibet Nome no país de origem: Shih Tzu

PESCOÇO:
bem proporcionado, graciosamente arqueado, suficientemente longo, para portar a cabeça alta.

ANTERIORES:
ombros bem oblíquos, membros anteriores curtos, com boa musculatura e ossatura, tão retos quanto possível, compatíveis com o peito largo e profundo.

TRONCO:
a distância entre a cernelha e a raiz da cauda é maior que a altura, na cernelha. Bem compacto e forte. Peito largo e profundo. Ombros firmes. Dorso reto.

INFERIORES:
membros curtos e musculosos, com boa ossatura. Vistos, por trás, retos. Coxas bem arredondadas e musculosas. Devem parecer volumosas, em virtude da pelagem abundante.

APARÊNCIA GERAL:
robusto, pelagem abundante, porte distintamente arrogante, com cabeça lembrando o crisântemo.

CARACTERÍSTICAS:
de temperamento amistoso e independente, inteligente, ativo e alerta.

CABEÇA E CRÂNIO:

cabeça larga, redonda, profusamente peluda, com pêlos caindo sobre os olhos, estes bem separados, boa barba e bigodes. Os pêlos crescendo para cima, no focinho, conferem-lhe uma clara semelhança com o crisântemo. Focinho bem largo, curto, com cerca de 2,5cm da ponta ao stop, reto, de nível ou levemente arrebitado, quadrado e peludo, sem rugas. Cana nasal em linha com a pálpebra inferior ou levemente abaixo. Trufa preta, podendo ser cor de fígado, com pigmentação o mais homogênea possível. Narinas bem abertas, stop bem definido. Trufa inclinada para baixo ou pontuda são características altamente indesejáveis. Olhos: grandes, redondos, escuros, inseridos bem separados, sem ser proeminentes. Expressão calorosa. Nos cães de cor fígado, ou com marcações dessa cor, olhos mais claros são permitidos, desde que a íris cubra o branco dos olhos. Orelhas: grandes, com lóbulos longos, portadas caídas, inseridas ligeiramente abaixo da abóbada craniana. Devem ser tão profusamente cobertas de pêlos que se confundem com a pelagem do pescoço. Boca: larga, ligeiramente prognata ou em torquês. Lábios retos.

PATAS:
arredondadas, firmes, com boas almofadas plantares, parecendo grandes pela pelagem abundante.

CAUDA:
de plumagem abundante, inserção e porte altos, alcançando, aproximadamente, o nível do alto do crânio, o que lhe confere uma aparência equilibrada.

MOVIMENTAÇÃO:
altiva, fluente, com longo alcance à frente e forte propulsão dos posteriores, exibindo as almofadas plantares.

PELAGEM:
longa, densa não cacheada, com bom subpêlo. Uma leve ondulação é permitida. Recomenda-se que os pêlos da cabeça sejam atados.

COR:
todas as cores são permitidas; uma faixa branca na fronte e na ponta da cauda são altamente desejadas nos particolores.

PESO E ALTURA:

de 4,500 a 8,100 quilos. O peso ideal de 4,500 a 7,300 quilos. Altura máxima na cernelha, 26,7cm. Tipo e características da raça são da maior importância e não devem ser preteridas pelo tamanho.

FALTAS:
qualquer desvio, dos termos deste padrão, deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTA:
os machos devem apresentar os dois testículos, bem visíveis e normais, totalmente descidos na bolsa escrotal.

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