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Muitas são as dúvidas em relação a cuidados com os animais no inverno. Se você mora em local de inverno ameno, não precisa se preocupar tanto com o frio, mas a umidade é um inimigo a ser combatido.
Dar ou não dar banho no inverno?
Esse é um questionamento freqüente dos que possuem animais de estimação.
É importante lembrarmos que, no inverno, o animal troca de pelo e, os mais peludos, se não sofrerem escovação freqüente, podem apresentar problemas de pele.
Nos animais com mais pelo, não é recomendável dar banho em casa, pois ele precisa ser escovado adequadamente, no sentido contrário ao pelo, e no sentido do crescimento do pelo e, o mais importante, o banhista deve secá-lo com muito cuidado. Quando o pelo é espesso, pode ficar uma camada úmida, imperceptível perto da pele que vai propiciar o aparecimento de fungos.
Não se esqueça também se que os secadores caseiros, além de não terem a potência necessária para secar pelagem de animais, têm uma temperatura muito mais alta do que o indicado que pode provocar sérias queimaduras no seu animalzinho.
Se você mora em apartamento, certamente os banhos são mais freqüentes e, por isso, em alguns casos é necessário completar a dieta do seu pet amigo com cápsulas de Ômega 3, para restaurar a camada de proteção da pele e, dessa forma protegê-lo contra fungos, sarna, alergias e outras doenças de pele.
O meu animalzinho sente frio?
Sim, ele sente frio. Apesar da proteção do pelo, em locais muito frios, ele deve ter uma “caminha” com um cobertor, para que se sinta mais confortável. Se o animal é de grande porte, coloque, pelo menos, um estrado de madeira, um papelão, jornais, para que ele não durma no chão frio, úmido e deixe um cobertor disponível.
Algumas pessoas costumam vestir roupinhas nos seus animais, o que pode ajudar no frio. Se você pretende fazer isso, deve acostumá-lo desde filhote para que se sinta confortável com a roupinha.
O meu animal pode ficar gripado?
Sim, e pode também ter pneumonia. Se o seu amiguinho está espirrando com freqüência, tossindo e parou de comer, é sinal de que pode estar gripado ou com pneumonia.
Leve-o sem demora ao veterinário, pois, principalmente se for pneumonia, ele precisa ser tratado com antibióticos. A pneumonia pode ser fatal se não tratada.
Que outras doenças exigem cuidados no inverno?
Além das doenças respiratórias, os animais idosos podem sofrer com problemas osteoarticulares no inverno. Os nossos pets da terceira idade que têm artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, podem sentir dor quando expostos a baixas temperaturas. Se você mora em locais frios, mantenha-os aquecidos.
Existe alguma vacina para ajudar a proteger o meu bichinho?
Sim. Cães e gatos devem ser vacinados contra traqueobronquite, principalmente se freqüentam locais com outros animais.
A alimentação do meu pet muda no inverno?
Se o seu animalzinho não está obeso e você mora em região de inverno ameno, não precisa se preocupar. Porém, se você mora em local muito frio e o seu pet não está acima do peso, aumente em 20% o quantitativo de ração.
Com esses cuidados, o seu GRANDE AMIGO vai continuar saudável e feliz !
A vacinação e a vermifugação são fundamentais na manutenção da saúde dos nossos grandes amigos.

A pesquisa publicada em nosso blog nos deixou um pouco preocupados em relação aos cuidados indispensáveis aos animais. Não podemos nos esquecer de que algumas doenças fatais podem ser prevenidas através das vacinas que são praticamente indolores.
Veja esquemas de vacinação para cães e de vacinação para gatos .
A vermifugação periódica também ajuda a manter o seu animalzinho livre de parasitos que atrasam o seu crescimento ou prejudicam a sua imunidade, proiciando o aparecimento de diversas doenças e de sintomascomo cólicas, võmitos, diarréia, dentre outros.
O animal protegido pode conviver com a sua família sem oferecer riscos para ela.

A leishmaniose visceral canina (LVC) ou Calazar é uma doença infecto contagiosa que pode ser chamada de zoonose pois pode ser transmitida aos homens pelos animais e vice-versa. Geralmente os humanos atingidos têm baixa imunidade enquanto que os cães sadios são geralmente afetados.
O que provoca e como é transmitida a Leishmaniose?
É provocada pelo protozoário Leishmania chagasi e transmitida através da picada do mosquito Lutzomyia Longipalpis contaminado. Se o mosquito pica um homem ou animal contaminado, transmitirá a outros essa grave doença.
Um cão, após ser contaminado por um mosquito infectado, apresenta um período de incubação bastante variado que vai de 2 meses até 6 anos. Em geral os primeiros anticorpos são observados em 45 dias após a infecção. Antes desse período a doença não é detectada nem por exames de sangue, por isso, eles devem ser repetidos após 45 dias se há suspeita da doença.
Quais os sintomas e sinais clínicos da Leishmaniose?
É importante frisar que alguns animais são mais sensíveis que outros e apresentam sintomas clínicos mais graves e mais precocemente.
Sinais e sintomas dematológicos:
· “Chancro de inoculação” – É uma reação no local da picada do mosquito, surge cerca de 20 dias após a infecção.
· dermatite seborreica – lesões na pele que descamam, semelhantes à caspa humana
· alopecia periorbital – queda de pelo na região próxima aos olhos
· hiperqueratoses – lesões semelhantes a calos
· nódulos subcutâneos – “caroços” ou tumorações que aparecem no subcutâneo
· onicogrifose – crescimento exagerado das unhas
· ausência de prurido – lesões não coçam
· erosões e úlceras (pontas de orelha/focinho) – ferimentos
Sinais e sintomas gerais:
· linfadenomegalia – gânglios linfáticos alterados, aumentados
· emagrecimento
· abatimento, fadiga, prostração
· febre
· anemia
· nefrite – inflamação dos rins
· hepatoesplenomegalia – aumento anormal do fígado e baço
· hemorragias – sangramento digestivo e nasal
· poliartrites – artrite em várias articulações
· lesões oculares – conjuntivites graves ou hemorragia retiniana
Devemos considerar o fato de que, em condições naturais, 60% dos cães doentes são assintomáticos
Como é feito o diagnóstico da Leishmaniose canina?
O diagnóstico clínico pode ser feito pelo médico veterinário que solicitará exames complementares para confirmação ou diagnóstico diferencial com outras doenças de menor gravidade.
A confirmação diagnóstica pode ser parasitológica (identificação do parasito através de biópsia) ou sorológica (através de exame de sangue)
Diagnóstico parasitológico da Leishmaniose:
• punção de medula óssea
• punção de linfonodos palpáveis
• punção hepática e esplênica
• biópsia de pele e/ou vísceras
Diagnóstico sorológico da Leishmaniose:
· Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) (podem haver Reações Cruzadas com Babesia canis e Erlichia canis).
· Reação de Fixação de Complemento (RFC)
· Elisa
· TRALD (Teste Rápido Anti-Leishmania donovani)
· Hemograma = pode ser normal ou com um determinado tipo de anemia.
· Provas de função renal – dosagem sanguínea de uréia e creatinina – podem ser normais ou não
· Provas de função hepática – podem ser normais ou não
· Proteinograma – Detecta alteração no perfil de proteínas
Diagnóstico diferencial:
Algumas doenças de menor gravidade podem causar determinados sintomas e sinais clínicos que também ocorrem na leishmaniose, portanto é necessário que o dono fique atento a quaisquer alterações, principalmente as dermatológicas nos seus cãezinhos.
Existe tratamento para Leishmaniose?
A leishmaniose é uma doença incurável que, quando tratada melhora a qualidade de vida mas torna-se uma doença crônica que necessitará de tratamento por toda a vida, para controle da enfermidade. O tratamento não evolui há muitos anos. Muitos tipos de drogas são utilizadas como: antibióticos, antifúngicos, bactericidas e drogas que atuam no sistema imunológico.
No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que os cães portadores de leishmaniose sejam sacrificados, e, apesar das medicações para tratamento da doença serem distribuídas na rede pública gratuitamente, o governo não arca com os custos do tratamento de animais, só de humanos. Entretanto, não é proibido o tratamento dos animais, desde que custeado pelo dono.
Não se pode esquecer que o cão é hospedeiro da doença, podendo transmiti-la através da picada do flebótomo. Esta situação de risco deve ser esclarecida para o dono do animal, por tratar-se de exposição dos humanos a risco de contágio de grave enfermidade.
Como prevenir a Leishmaniose?
Existe apenas uma vacina para cães contra leishmaniose – a Leishmune. Lançada em 3005, é aplicada em consultórios veterinários particulares e tem eficácia de 92 a 95%e é aprovada pelo Ministério da Agricultura. Antes de receber a vacina, o cão deve fazer exames para ver se já está contaminado com leishmaniose. A primeira dose é feita em três aplicações, seguida de manutenção anual (reforço). É muito importante que o cão tome essa vacina.
O animal deve utilizar ainda uma coleira que ajuda a combater os mosquitos responsáveis pela doença . Alguns municípios brasileiros que são áreas endêmicas da doenças distribuem através do CCZ – Centro de Controle de Zoonoses.
Por ser um produto novo, a idade mínima recomendada para usar a scalibor é de 7 semanas de idade.
Combata os mosquitos na sua residência.
Lembre-se: tomando todos os cuidados necessários, o seu animalzinho e a sua família estarão quase que 100% protegidos !
LOTADO
GRANDES AMIGOS
PET HOTEL
(clique e conheça)
A chegada de um filhote de cão ou gato é sempre uma alegria em casa.

Não se pode esquecer, no entanto, que aquele bichinho inocente e fôfo depende da sua atenção e carinho para crescer saudável, alegre e forte. Alguns cuidados básicos podem ajudá-lo a lidar com esse novo integrante da família.
Quando posso separá-lo da mãe?
Filhotes de cão ou gato não devem ser separados da mãe antes dos 45 dias de vida, pois sentirão muita falta dela e dos irmãos e isso pode interferir no seu relacionamento com humanos e no aprendizado. Será um animal mais medroso, de mais difícil interação com outros animais e com os membros da sua nova família.
Como se dá a evolução do cão ou gato recém nascido?
Abre os olhos com aproximadamente 10 dias de vida
Começa a identificar sons a partir dos 13 dias de vida
Controla os reflexos de micção e defecação a partir dos 21 dias de vida
Costuma dormir cerca de 90% do tempo nas duas primeiras semanas de vida
Observam-se contrações musculares como se fossem espasmos em filhotes com até 4 semanas de vida. É normal, não confundir com convulsões. Read the rest of this entry »

Com a chegada do Natal, muitas são as crianças que querem ganhar um animalzinho de presente, geralmente um filhotinho, fofinho, bem bonitinho.
Para satisfazer mais um desejo das crianças, muitos pais concordam em ter um bichinho de estimação em casa.
Sabemos ser muito benéfico para as crianças a criação de vínculo afetivo de convivência com animais e implicará também numa relação que envolve o cuidar, desenvolvendo a atitude responsável em nossos filhos.
Quando as crianças são muito pequenas ou nunca tiveram animal de estimação, o cuidado dos pais deve ser redobrado, com orientações sobre como tratar, alimentar, cuidar do bichinho.
É importante frisar que até os quatro anos, a criança vê o animal como um objeto, não tendo a exata noção de que este é um ser vivo, com necessidades e sentimentos. Elas não conseguem ter o discernimento de que os animais sentem dor, fome, sede e também amam.
Apenas aos 10 anos de idade, a criança compreende totalmente as necessidades do animal como ser vivo, e estará apta a uma posse responsável e, se foi orientada pata isso, dispensará os cuidados em que a posse responsável de um animal implica.
“Infelizmente, muitas pessoas que se encantam com um filhote numa loja de animais não percebem que levar um bicho para casa significa assumir um contrato de fidelidade que pode durar muitos anos, o tempo de vida do bicho”, afirma Marco Ciampi, presidente da Arca Brasil, uma das primeiras ONGs brasileiras a difundir o conceito de posse responsável.
A escolha adequada do animal, de acordo com o ambiente onde este viverá (casa ou apartamento), a decisão de adotar ou comprar o bichinho, tudo deve ser pesado criteriosamente antes da decisão de ter o animalzinho. O animal adotado geralmente já vem castrado, vermifugado e às vezes, com a primeira dose das vacinas, sendo portanto, uma decisão mais econômica. Será eternamente grato ao novo dono e se tornará companheiro fiel. É uma escolha a ser pensada pois será também uma decisão humanitária.
A raça adequada à rotina de cada família, tornará o cuidado mais fácil. Raças de pelo longo irão requerer escovação diária. Se ninguém na casa tem tempo para esta atividade, escolha uma raça de pelo curto. Animais de orelha caída têm mais problemas de otite, algumas raças são mais agitadas que outras, alguns pets necessitam de espaço grande, enfim, todos os aspectos e particularidades devem ser analisados antes de adquirir o animal.
Muitas famílias não estão preparadas para ter um animal de estimação e só se dão conta disso depois que o filhote chega em casa. Esquecem-se que este necessitará ser ensinado, alimentado, levado para passear, e que dará um certo trabalho. Após a fase de “encanto” inicial, a rotina do dia-a-dia, poderá fazer com que a criança ou os familiares percam o interesse pelo animal e negligenciem as suas necessidades. Muitos pets adoecem por falta de alimentação adequada, falta de vacinas (vacinação para cães, vacinação para gatos), vermífugos e, até mesmo por serem deixados em locais úmidos, frios, sem o mínimo necessário para um desenvolvimento salutar.
Alguns chegam até mesmo a ser abandonados depois que a família se cansa do animalzinho. Se este não foi educado corretamente, jamais aprenderá a fazer xixi e cocô no lugar certo, destruirá objetos, móveis e se comportará de forma inadequada. O animal precisa ser ensinado para que aja de acordo com o desejo do seu dono.
Está na Declaração Universal dos Direitos dos Animais – proclamada pela Unesco, em 1978: “O animal que o homem escolher como companheiro nunca deverá ser abandonado”.
Os motivos para o abandono são muitos: “ele está muito velho”, “ele não sabe se comportar”, “ele não brinca com o meu filho”, etc.
Ter um animal de estimação é muito bom para o desenvolvimento de uma criança e agradável para a convivência familiar. O animalzinho alegra o ambiente, transmite afeição, carinho e é um amigo leal para toda a vida. O animal é um ser vivo, com necessidades, sentimentos e precisa de cuidados, respeito, amor e carinho. O animal não é brinquedo!
Os animais têm muito a nos ensinar. A convivência com eles nos faz mais humanos, mais responsáveis e mais amados. Eles sabem nos amar sem restrições, sem mágoas. São leais e verdadeiros. Aprendamos um pouco comos nossos Grandes Amigos !
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Coprofagia – Comportamento inadequado

Cães jovens em crescimento têm uma grande necessidade de energia e podem obter nutrientes úteis ingerindo as suas próprias fezes ou as de outros cães ou gatos durante esta fase. No entanto, depois de completo o desenvolvimento e com fontes alimentares mais atrativas, a coprofagia cess, na maior parte dos casos. Porém, alguns animais, principalmente de raças mais “gulosas” como os Beagles, os Shith Tzus e Labradores, podem continuar com este desagradável e repulsivo hábito. A coprofagia é muito rara nos gatos.
Apesar de repugnante para alguns de nós, este hábito não constitui risco para a saúde do cão que come apenas as suas próprias fezes.
Classificação por tipo de fezes
Esta classificação foi feita segundo relato em literatura
Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são uma fonte de produtos de digestão microbiológica alem de fornecerem nutrientes aos cães.
Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.
Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.
Cães que comem as próprias fezes.
Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.
Cães que comem fezes humanas.
Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.
Casos mistos.
Causas
Não há uma causa única para este hábito, mas muitas são as teorias e suposições e algumas medidas podem ser tomadas para tentar resolver o problema.
As cadelas recém paridas costumam ingerir as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.
O stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia. Percebe-se que cães estressados ou que vivem confinados em canis têm uma tendência muito maior a tornarem-se coprofágicos. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento. Cães entediados manipulam fezes como passatempo e podem vir a comê-las e achá-las palatáveis.
O cão pode ser ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário “Não faça isso !!!!!!!!!”, que significou ganho de atenção. Observa-se que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.
Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam por sujar o ambiente.
A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.
Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.
Causas médicas
Avitaminoses, deficiência severa de tiamina.
Hiperadrenocorticismo (Síndrome de Cushing) – Situação em que o organismo sofre desequilíbrio hormonal e que pode ter várias causas.
Administração exógena de glicocorticóides – situação em que o animal está fazendo uso de medicação contendo antiinflamatório hormonal.
Hipertireoidismo – excesso de produção de hormônio pela glândula tireóide.
Alimentação
A coprofagia pode não estar associada a doença (parasitismo, por exemplo) ou a uma alimentação desequilibrada, mas é mais comum em cães famintos ou com dieta inadequada.
Como uma tentativa de minimizar o problema, sugere-se que se divida a quantidade diária de ração em três ou quatro refeições diárias para que o animal não fique demasiadamente faminto e sinta-se inclinado a comer as fezes.
Cães superalimentados não conseguem digerir todos os nutrientes ingeridos e eliminam carbohidratos nas fezes. Por serem nutritivas, essas fezes poderão ser ingeridas pelo próprio animal ou por outro que venha a estar com fome. Outros casos em que é possível identificar a coprofagia é em cães com pancreatite crônica ou síndrome de má absorção intestinal. Nestes casos, os animais sofrem de carência nutricional por não conseguirem absorver os nutrientes da alimentação ingerida e, se encontram nutrientes em fezes ou qualquer outro possível “alimento”, irão ingerí-los por necessidade do organismo.
Adestramento
Outra atitude que pode auxiliar na resolução deste problema é levar o cão regularmente a passear nos seus horários habituais de defecar (logo de manha; após as refeições) e esperar até que ele faça as suas necessidades. Diga uma palavra-chave e depois recompense com um biscoito o ato bem sucedido. Apanhe as fezes e coloque-as no lixo. Isto irá motivá-lo a só defecar na sua presença.
O castigo exacerbado só contribui para piorar este hábito. A punição deve ser ligeira e parecer mais relacionada com as fezes do que com o animal.
Tratamentos propostos
Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada. Há algumas bactérias que fazem parte da flora bacteriana norma e são necessárias à saúde do animal.
Alguns probióticos podem auxiliar neste processo, bem como medicações que alteram o sabor das fezes, tornando desagradável a sua ingestão pelos cães.
Não há um consenso entre os profissionais quanto ao melhor tratamento para a coprofagia. Alguns podem funcionar para determinados animais e não para outros, po isso é tão controvertido o tratamento. O diagnóstico adequado é, portanto, muito importante e difícil e será necessária atitude positiva do dono do animal, seguindo orientações de adestramento para que seja obtido o sucesso.
O Parto
O parto, para os animais é um ato natural que termina a gestação. Na grande maioria dos casos, se tudo correu bem e todos os exames foram feitos durante a gestação, o parto ocorre sem problemas. Quando o momento do parto se aproxima, a fêmea fica irrequieta, urina mais do que o normal, procura lugares mais reservados e escuros e pode pega panos ou até mesmo peças de roupa como se quisesse fazer um “ninho” para seus filhotes. Procure proporcionar um local onde a futura mamãe se sinta segura e coloque alguns paninhos para que os bebês fiquem aquecidos.Mantenha o local sempre limpo.
I
Observe que, instintivamente a mãeajuda os bebês a se libertarem da placenta e corta o cordão umbilical com os dentes. A mãe lambe vigorosamente o filhote para ajudá-lo a “sair” da placenta e para “massageá-lo”, estimulando-o a respirar com os peus pulmõezinhos. Os bebês precisam ficar aquecidos e, por instinto, procuram o calor do corpo e as tetas da mãe paa mamar o colostro que é o primeiro leite produzido pois é muito rico em gordura e bastante nutritivo.
Caso as vacinas não estejam em dia ou já esteja na época da re-vacinação , vacine a sua amiguinha pelo menos 30 dias antes do parto.
O vídeo é um pouco longo, mas muito lindo. Vale à pena vê-lo até o final !
O mesmo cuidado deve ser dispensado à gata que entra em trabalho de parto.
Olha que lindo vídeo!
O verão é a estação mais gostosa do ano. A maioria das pessoas está de férias e aproveita para realizar atividades ao ar livre, levar os animais para caminhadas em praça, parques, jardins e praias. Entretanto é importante lembrar que alguns cuidados são necessários para que o animal desfrute do passeio sem riscos à sua saúde.
Dicas para passeios no verão:
- A exposição do animal ao sol deve ser, preferencialmente, antes das 9 horas da manhã.
- É necessário que se observe a respiração do seu bichinho. Se ele estiver muito ofegante é sinal de que está cansado, então diminua o ritmo. Não force o seu amiguinho, pois os cães e gatos desidratam muito
rápido e necessitam de água e um local com sombra até se recuperarem.
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Leve sempre uma garrafinha com água fresca.
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Evite locais com pisos muito quentes como asfalto, por exemplo.
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Apesar de os animais instintivamente se protegerem do calor, não se esqueça de que eles não transpiram como nós e eliminam calor apenas pelas almofadinhas das patas e pelo focinho.
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As altas temperaturas, os locais abafados e sem circulação de ar e a exposição solar intensa e prolongada podem causar insolação, queimaduras graves e, até mesmo a morte de alguns animais.
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Nunca deixe o seu animalzinho trancado no carro sob o sol. Há muitos relatos de animais que morreram em decorrência da alta temperatura dentro do automóvel.
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A pele dos cães e gatos é mais sensível do que a nossa. Há filtros solares adequados para os animais que evitam queimaduras nas regiões em torno das orelhas e focinho. Não utilize produtos para humanos, nem mesmo para bebês.
Dicas para o seu grande amigo passear com segurança:
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Se ele for de grande porte ou bravo, deve caminhar sempre com guia e focinheira para evitar o risco de machucar alguém. Não se esqueça de que o proprietário é legalmente responsável pelos danos que o cão possa causar a outras pessoas.
- Não esqueça de colocar uma plaquinha com identificação do seu animal e o seu telefone, caso ele se perca. Esta simples medida pode trazer de volta um grande amigo que esteja perdido.
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Antes de sair com o seu bichinho, certifique-se de que ele esteja com a s vacinas em dia.
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Os carrapatos podem ser outro problema durante o verão pois, normalmente se proliferam nessa época. Não deixe de levar o seu animalzinho ao veterinário para fazer a prevenção e evitar doenças graves.
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Leve saquinhos para limpar as fezes dos animais nos locais do passeio. Mantenha a cidade limpa em respeito às outras pessoas. É muito desagradável pisar em “presentinhos” deixados em verdadeiros “campos minados”.

Cães e gatos também tem câncer?
Os tumores malignos de pele (carcinomas cutâneos) estão entre os cânceres mais comuns, principalmente em cães e gatos mais idosos. São mais comuns nos animais de pela muito clara, com pouca pigmentação e mais freqüente em felinos que em cães. A área mais afetada costuma ser a face. Os sarcomas (tumores malignos provenientes do tecido muscular, adiposo e ósseo) são também de incidência relativamente alta. No Brasil, são mais freqüentes em cães que em gatos. Os tumores de origem ligada à formação de células sanguíneas (tecido hematopoiético), também acometem tanto cães como gatos, sendo mais comuns as leucemias e os linfomas. São comuns nos gatos infectados pelo vírus da leucemia felina (FeLV). Dentre os tumores menos freqüentes, encontramos os tumores do sistema nervoso.
Em geral, não se observam efeitos colaterais tão intensos no cães e gatos, como nos humanos, pois, nos humanos, se deseja a cura a qualquer custo, enquanto que, no animal, o alívio do sofrimento e o aumento da sobrevida tem também um significado importante e, portanto, doses manores e drogas menos agressivas são utilizadas. Quanto à queda de pelos (alopecia), em geral, ocorre em áreas localizadas e algumas raças são mais afetadas que outras, como, por exemplo, o Cocker Spaniel. Outros efeitos colaterais gerais são observados como vômitos, diarréia, falta de apetite, perda de peso. Alguns podem ser aliviados com uso de medicações. Alguns efeitos colaterais mais sérios devem ser observados como alterações no músculo do coração ou nos rins e são específicos da utilização de determinadass drogas – cisplatina e doxorrubicina.

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