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É comum vermos animais sendo transportados em veículos com a cabeça para fora, no banco de passageiros e, até mesmo, no colo do motorista. É um hábito perigoso e sujeito a multa de trânsito. O animal pode se agitar com algum fato corriqueiro da rua, até mesmo por ver outro cão ou gato e começar a latir ou pular. A concentração do motorista fica comprometida, levando a acidentes. Outra situação de riso que pode ocorrer é uma freada brusca, que pode machucar o animal ou as pessoas seriamente. Alguns animais mais sensíveis podem desenvolver conjuntivite ou infecção respiratória se permanecerem ao vento, com a cabeça para fora do carro.

Este assunto foi motivo de campanha na Inglaterra pela Royal Society for Prevention of Accidents (RoSPA), uma entidade inteiramente voltada à prevenção de acidentes em várias áreas da sociedade.

Esta entidade confeccionaou panfleto de campanha com informações importantes sobre o transporte dos pets em automóvel particular e os seus riscos. Segundo o material divulgado, um cachorro de 25 Kg, quando transportado livremente dentro de um carro que trafega a 50 Km/h, em caso de reada brusca, seria arremessado com o peso de 09 homens de 76Kg cada. Este impacto seria mais do que sufucuebte para matar uma pessoa que estivesse à sua frente.

Cinto de segurança para cães e gatos

Cinto de segurança para cães e gatos

Outra situação grave seria uma reação inesperada do cão em caso de acidente, podendo atacar pessoas que se aproximarem para ajudar.

O artigo 252 do Códigode trânsito Brasileiro pune o condutor que dirigir com o animal entre si e a porta ou acomodado entre seus braços e pernas, com 04 pontos na carteira (infração média), com multa de 80 UFIRs. O mesmo Código, no seu artigo 253, proíbe levar animais na parte externa do veículo (nos casos em que se transporta animais na caçamba de caminhonetes, presos em correntes, ou em gaiolas ou caixas presos ao teto do veículo). Há ainda casos de condutores que levam o animal do lado de fora do carro preso à coleira para exercitá-lo! Sim, isto ocorre. Por incrível que pareça! A punição para estes casos é de 05 pontos na carteira (infração grave) e multa de 120 UFIRs, mais retenção de veículo.

Onde transportar o meu animal?cintocao

O animal deve ser transportado sempre no banco traseiro, obedecendo a algumas normas de segurança abaixo:

  1. Não deixe o vidro todo aberto de forma que permita que o animal ponha a cabeça para fora. Muitos animais pulam do carro, se acidentando gravemente, ou provocando acidentes.
  2. Há cintos de segurança projetados para cães e gatos que podem ser afivelados ao cinto de segurança do carro, permitindo que o animal se movimente num espaço limitado, e evitando que ele coloque a cabeça para fora do carro, pule para o banco da frente do automóvel ou salte para fora da janela do carro. Escolha um adequado ao tamanho do seu animal.
  3. Pode ser utilizada também uma caixa de transporte que deve ter trava e deve ser adequada ao tamanho do animal. Estas devem ficar presas pelo cinto de segurança ou fixadas ao chão do carro. Devem ser ventiladas e com espaço suficiente para o animal ficar de pé e se virar.
  4. Pode ser utilizada também grade de proteção, produto fabricado na Inglaterra, que se adéqua a qualquer carro que tenha o banco reclinável.grade-para-transporte

Se a viagem é mais longa, outros cuidados devem ser tomados:

  1. Se o animal for filhote ou tiver mais de 08 anos de idade, consulte o veterinário antes de fazer a viagem.
  2. Se for viajar para áreas rurais ou para o litoral, não se esqueça de prevenir algumas doenças. Há áreas infestadas de Leishmaniose e medidas preventivas podem ser tomadas como, por exemplo, colocar no animal coleira para proteção.
  3. Utilize medicação preventiva anti carrapatos e pulgas. Dê preferência àquelas em forma de pipetas, que protegem o animal por 01 a 02 meses e devem ter o seu conteúdo aplicado no dorso do animal.
  4. As vacinas e os vermífugos devem estar em dia.
  5. Se o animal é muito estressado, o veterinário pode prescrever alguma medicação para que ele viaje mais tranqüilo. Não dê nenhuma medicação ao seu bichinho sem orientação do veterinário.
  6. Se o animal tem enjôo, deve ser alimentado quatro horas antes da viagem.
  7. Coloque um pano dentro da caixa para que esta fique mais aconchegante para o animalzinho.caixa-para-transporte
  8. Identifique o animal com uma plaquinha presa à coleira, com nome e telefone de contato.
  9. Cuide para que o animal para defeque e urine, de preferência antes da viagem, para evitar que aconteçam transtornos durante o percurso.
  10. Pare a cada duas ou três horas para que o animal faça xixi ou côco(se nãoo fez em casa), caminhe um pouco e beba água. Não o alimente durante a viagem, se ela for durar até 12 horas.
  11. Os gatos, que são mais estressados, não devem sair da caixa de transporte durante a parada, a não ser que estejam no seguros cuidadosamente pelo dono, pois podem se assustar com o barulho e o ambiente estranho, e fugir.

Com todos esses cuidados, o seu grande amigo vai viajar com o mínimo de estresse possível e chegará saudável ao seu destino.


No Ferry Boat:

Os usuários do sistema Ferry Boat devem estar atentos às normas exigidas para o embarque de animais nas embarcações. De acordo com a Resoluçã 32 da Agerba, não será permitidoo embarque de animais domésticos ou silvestres sem as devidas proteções. Aves poderão ser transportadas somente em gaiolas. Cães, apenas com mordaça e coleira. Outros animais serão aceitos a bordo acondicionados, de acordo com a característica de cada um, a fim de evitar riscos aos passageiros. Animais que estiverem dentro dos veículos, também devem estar com as devidas proteções.


Dicas para viagens interestaduais

  • Para transportar cães e gatos dentro do território brasileiro, não é mais exigida a guia de transporte animal (GTA). Para outros animais como hamsters,chinchilas,porquinhos da índia, sim. Esta tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem (ida), e pode ser obtida gratuitamente no Serviço de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura ou com veterinários credenciados pelo ministério. Para saber quais médicos podem assinar esse documento, entre em contato com a secretaria do Estado onde será emitida a guia.
  • Para viagens internacionais, é exigido o certificado zoosanitário internacional (CZI), emitido gratuitamente pelos postos do Ministério da Agricultura ou no próprio aeroporto e com validade de oito dias.
  • Nos dois casos é necessária a apresentação de um atestado de saúde, fornecido pelo veterinário no máximo três dias antes da emissão da GTA (Guia de Transito Animal) ou do CZI, e do comprovante de vacinação anti-rábica, para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina, que deve ser aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo um ano.
  • Aves silvestres necessitam também de permissão do Ibama.
  • Certos países, como Itália e Alemanha, exigem autorização específica, adquirida na embaixada ou no consulado dos respectivos países – Não esqueça de verificar antes de viajar.
  • Alguns países exigem quarentena, como, por exemplo, a Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Estes exigem que o animal, mesmo vacinado, seja isolado. Cães e gatos são confinados no aeroporto e liberados depois de um período que varia de um a seis meses. Verifique as regras de cada país antes de viajar, para evitar decepções. A Inglaterra, por exemplo, proíbe a entrada de cães fila brasileiros.
  • Para transportar animais domésticos (cães e gatos) dentro do território brasileiro, é exigido o  atestado de saúde doanimal, bem como a caarteira de vacinação. Para os demais animais, é necessária a guia de transporte animal (GTA). Esta tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem (ida), e pode ser obtida gratuitamente no Serviço de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura ou com veterinários credenciados pelo ministério. Para saber quais médicos veterinários podem assinar esse documento, entre em contato com a Secretaria de Saúde do Estado onde será emitida a guia.

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