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Nesse lindo vídeo uma cadela ajuda a cuidar dos gatinhos durante o parto de uma gata. Ela lambe, limpa os gatinhos e a mamãe gata aceita muito bem a ajuda da grande amiga.
Que lindos são os nossos grandes amigos, os animais ! Sempre nos ensinando lições de inocência, carinho, cuidados e solidariedade.
Depois de uma vida de trabalho e dedicação todos merecem um descanso confortável e repleto de atenções.
Na cidade de São Paulo os cães da Polícia Militar, ao completarem sete anos ou em caso de alguma enfermidade que os incapacite, aposentam-se. O policial parceiro de muitos anos tem a preferência para adotar o animal mas, se isso não é possível pode indicar alguém para ficar com o amigo. São animais dóceis, disciplinados e, por isso, sempre tem alguém que deseja tê-los em casa. E não esqueçamos que são excelentes cães de guarda!

Mas o grande avanço em termos de respeito pelos animais vem do Japão. E olha que por lá não é nenhuma novidade ! Desde os anos 70 há um asilo para cães aposentados. Muitos cães guia idosos vivem cobertos de cuidados em um ambiente cheio de amor e respeito.
Keiko Tsuji, cuidadora do asilo alimenta Rick, cão idoso aposentado que já não se levanta mais. Nesse lugar ele encontrou abrigo, alimento e muito amor.
Devido à perda da agilidade e força , as limitações físicas não permitem mais que desempenhem bem as suas funções. Mesmo assim, é muito difícil para os seus antigos donos se separarem dos grandes amigos que tanto os ajudaram. Muitos não tem como mantê-los em casa e, sabendo que serão bem cuidados, podem visitá-los e prestar as suas homenagens depois que se forem.
É uma grande lição de respeito e gratidão vinda do oriente. Os nossos grandes amigos merecem!

O Dia Mundial dos Animais é celebrado desde 1930 em mais de 45 países. Em 1929 no Congresso de Protecção Animal em Viena, Áustria, foi declarado o dia da morte de São Francisco de Assis como o Dia Mundial do Animal.
Francisco de Assis viveu na Itália entre os séculos XII e XIII e, durante a juventude, levava a vida como um rico filho de comerciante. Após converter-se, passou a trabalhar com um grupo de discípulos que ficaram conhecidos como franciscanos. sepultado em 4 de outubro de 1226 e canonizado em 1228.
Conhecido pelo seu amor e respeito aos animais, São Francisco teve esse amor reconhecido pelo Papa João Paulo II que decretou São Francisco de Assis o padroeiro da ecologia.
Em comemoração à data, durante este mês várias entidades de proteção animal organizam eventos sobre bem-estar animal e cerimônias de bênção aos animais. Muitas feiras de adoção ocorreram em todo o país, na tentativa de minimizar o problema dos animais abandonados. São milhares de cães e gatos em abrigos ou mesmo nas ruas expostos a doenças e maus tratos.

Grandes amigos que aguardam pelo seu carinho e proteção e, em troca, lhe darão alegria e amizade por toda a vida.
Porém, no dia 4 de outubro devemos nos lembrar não só dos nossos mimados “pets”, mas de todos os animais, de todas as espécies, mas, comemorar mesmo será no dia em que não houver mais espécies ameaçadas de extinção, no dia em que a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS for de fato respeitada.
No dia de hoje, nós não poderíamos deixar de prestar a nossa homenagem aos nossos grandes amigos. Que todos tenham um dia animal !
Origem e evolução da raça:
Descendente dos antigos Mastins asiáticos, o Bulldog inglês foi introduzido na Europa pelos Fenícios, por volta do século VI a.C. Eram utilizados para proteção dos navios, quando atracados nos portos.
Uma vez introduzidos no continente europeu, os romanos perceberam a força dessa raça e utilizaram os animais em espetáculos cruéis de lutas em com outros animais em arenas para diversão de espectadores.
Com a decadência do império romano e o desaparecimento das lutas em arenas, a raça quase que desapareceu do continente europeu. Apenas alguns animais sobreviveram nas ilhas britânicas.
Por volta do século XII, remanescentes da raça voltam a ser utilizados em lutas, dessa vez contra touros, em disputas denominadas “Bull Baiting”. Esses combates foram idealizados pelo Lord Stanford que presenciou a luta de dois touros em disputa por uma fêmea. Presenciou os Bulldogs de um açougueiro avançarem sobre um dos touros, abatendo-o após feroz embate. Foi o início da popularização
dessa raça por toda a Europa. Com o passar dos anos, os Bulldogs foram sendo moldados física e psicologicamente para enfrentarem os touros e transformaram-se em animais ferozes e destemidos, com apurada técnica de combate e enorme resistência à dor. A Grã Bretanha chegou a possui inúmeras arenas para essas disputas. Algumas existem até hoje, embora, essa cruel prática tenha sido banida no ano de 1835.
Com a proibição dessas lutas, a raça quase foi extinta, porém Read the rest of this entry »
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Muitas são as dúvidas em relação a cuidados com os animais no inverno. Se você mora em local de inverno ameno, não precisa se preocupar tanto com o frio, mas a umidade é um inimigo a ser combatido.
Dar ou não dar banho no inverno?
Esse é um questionamento freqüente dos que possuem animais de estimação.
É importante lembrarmos que, no inverno, o animal troca de pelo e, os mais peludos, se não sofrerem escovação freqüente, podem apresentar problemas de pele.
Nos animais com mais pelo, não é recomendável dar banho em casa, pois ele precisa ser escovado adequadamente, no sentido contrário ao pelo, e no sentido do crescimento do pelo e, o mais importante, o banhista deve secá-lo com muito cuidado. Quando o pelo é espesso, pode ficar uma camada úmida, imperceptível perto da pele que vai propiciar o aparecimento de fungos.
Não se esqueça também se que os secadores caseiros, além de não terem a potência necessária para secar pelagem de animais, têm uma temperatura muito mais alta do que o indicado que pode provocar sérias queimaduras no seu animalzinho.
Se você mora em apartamento, certamente os banhos são mais freqüentes e, por isso, em alguns casos é necessário completar a dieta do seu pet amigo com cápsulas de Ômega 3, para restaurar a camada de proteção da pele e, dessa forma protegê-lo contra fungos, sarna, alergias e outras doenças de pele.
O meu animalzinho sente frio?
Sim, ele sente frio. Apesar da proteção do pelo, em locais muito frios, ele deve ter uma “caminha” com um cobertor, para que se sinta mais confortável. Se o animal é de grande porte, coloque, pelo menos, um estrado de madeira, um papelão, jornais, para que ele não durma no chão frio, úmido e deixe um cobertor disponível.
Algumas pessoas costumam vestir roupinhas nos seus animais, o que pode ajudar no frio. Se você pretende fazer isso, deve acostumá-lo desde filhote para que se sinta confortável com a roupinha.
O meu animal pode ficar gripado?
Sim, e pode também ter pneumonia. Se o seu amiguinho está espirrando com freqüência, tossindo e parou de comer, é sinal de que pode estar gripado ou com pneumonia.
Leve-o sem demora ao veterinário, pois, principalmente se for pneumonia, ele precisa ser tratado com antibióticos. A pneumonia pode ser fatal se não tratada.
Que outras doenças exigem cuidados no inverno?
Além das doenças respiratórias, os animais idosos podem sofrer com problemas osteoarticulares no inverno. Os nossos pets da terceira idade que têm artrose, calcificações na coluna ou hérnia de disco, podem sentir dor quando expostos a baixas temperaturas. Se você mora em locais frios, mantenha-os aquecidos.
Existe alguma vacina para ajudar a proteger o meu bichinho?
Sim. Cães e gatos devem ser vacinados contra traqueobronquite, principalmente se freqüentam locais com outros animais.
A alimentação do meu pet muda no inverno?
Se o seu animalzinho não está obeso e você mora em região de inverno ameno, não precisa se preocupar. Porém, se você mora em local muito frio e o seu pet não está acima do peso, aumente em 20% o quantitativo de ração.
Com esses cuidados, o seu GRANDE AMIGO vai continuar saudável e feliz !
O resultado da nossa pesquisa mostra que 11% dos cães não obedecem aos seus donos.

Isso pode ser um grande problema, principalmente se o animal for de grande porte ou se houver crianças ou idosos em casa.
Leia dicas interessantes sobre adestramento e formação da personalidade dos cães publicadas em nosso blog.
Algumas dessas dicas podem ser muito úteis, especialmente se você tem paciência para adestrar o seu grande amigo.

Em 2007, cientistas coreanos clonaram gatos geneticamente modificados. Inseriram, na sua bagagem genética, uma uma proteína especial que os fez brilhar no escuro sob luz ultravioleta.
A equipe chefiada por Kong Il-keun, um especialista em clonagem da Universidade Nacional Gyeongsang manipulou a proteína RFP na pele de gatos Angorá Turcos e produziu três animais, sendo que, um deles, que brilhava na cor vermelha, morreu.

A habilidade de manipular a proteína fluorescente e usar isso para clonar gatos abre novos horizontes para acriação artificial de animais com doenças humanas ligadas a causas genéticas”, disse um oficial do governo. Isso, ele disse, pode aumentar a velocidade dos esforços para encontrar tratamentos e remédios ao permitir que cientistas estudem animais e conduzam experimentos que não são possíveis em pacientes humanos.
O especialista disse que a habilidade de clonar gatos poderia ser mais desenvolvida para ajudar animais ameaçados incluindo tigres e leopardos, mantendo os números necessários para procriação
Após gatos e até mesmo porcos que brilham no escuro, chegou a vez dos cães brilharem. Pesquisadores da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram recentemente a criação de uma ninhada de cães da raça beagle que são, ao mesmo tempo, clones e transgênicos. Os adoráveis filhotinhos receberam um gene que contém uma proteína fluorescente vermelha, que brilha no escuro. Os cientista dizem que a sua intenção é usar a técnica para produzir cães que sirvam como modelo para estudar doenças humanas.






Cães e gatos também tem câncer?
Os tumores malignos de pele (carcinomas cutâneos) estão entre os cânceres mais comuns, principalmente em cães e gatos mais idosos. São mais comuns nos animais de pela muito clara, com pouca pigmentação e mais freqüente em felinos que em cães. A área mais afetada costuma ser a face. Os sarcomas (tumores malignos provenientes do tecido muscular, adiposo e ósseo) são também de incidência relativamente alta. No Brasil, são mais freqüentes em cães que em gatos. Os tumores de origem ligada à formação de células sanguíneas (tecido hematopoiético), também acometem tanto cães como gatos, sendo mais comuns as leucemias e os linfomas. São comuns nos gatos infectados pelo vírus da leucemia felina (FeLV). Dentre os tumores menos freqüentes, encontramos os tumores do sistema nervoso.
Em geral, não se observam efeitos colaterais tão intensos no cães e gatos, como nos humanos, pois, nos humanos, se deseja a cura a qualquer custo, enquanto que, no animal, o alívio do sofrimento e o aumento da sobrevida tem também um significado importante e, portanto, doses manores e drogas menos agressivas são utilizadas. Quanto à queda de pelos (alopecia), em geral, ocorre em áreas localizadas e algumas raças são mais afetadas que outras, como, por exemplo, o Cocker Spaniel. Outros efeitos colaterais gerais são observados como vômitos, diarréia, falta de apetite, perda de peso. Alguns podem ser aliviados com uso de medicações. Alguns efeitos colaterais mais sérios devem ser observados como alterações no músculo do coração ou nos rins e são específicos da utilização de determinadass drogas – cisplatina e doxorrubicina.
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