You are currently browsing the category archive for the ‘Cuidados’ category.

Original em Inglês no site da Humane Society of the United States

OBS – Não publicamos fotos nessa matéria por julgarmos ofensivas

A Humane Society of the United States (HSUS) é a primeira organização a conduzir um estudo nacional examinando a predominância de violência humana em situações que envolvem crueldade contra animais.O estudo da HSUS, conduzido de Janeiro a Dezembro de 2000, aponta números de pessoas que maltraram animais, tipos de animais maltratados e incidentes de violência em família nos casos mais comuns de crueldade contra animais, nos Estados Unidos.

Os resultados de um ano de estudo, descritos abaixo em detalhes, mostram que um número extremamente alto de de casos de crueldade intencional foram cometidos por adolescentes do sexo masculino, com idade inferior a 18 anos. Além disso, a pesquisa mostra que grande número de casos de crueldade intencional contra animais também envolvem algum tipo de violência familiar, seja violência doméstica, maus tratos contra crianças ou idosos.

A HSUS compilou informações de 1624 casos de crueldade contra animais que ocorreram nos EUA no ano de 2000. Os relatos são de fontes bem documentadas, como a mídia e associações protetoras de animais locais. Desses casos, 922 envolvem violência intencional e 504 envolvem extrema negligência. O que se segue é uma avaliação do número de pessoas que cometeram maus tratos, tipos de abusos, outras formas de violência e número de pessoas que cometeram crueldade intencional.

Quem Sao os Autores dos Crimes?

Os do sexo masculino são responsáveis por 76% dos casos no geral e 94 % dos casos de crueldade intencional. Enquanto mulheres são responsáveis por apenas 24% do total, elas são resposáveis por 24% dos casos de severa negligência, incluindo 68% de casos de pessoas que criam muitos animais juntos.

Em casos de crueldade contra animais proposital, a maioria dos infratores era do sexo masculino e a maioria estava na faixa de menos de 18 anos: 31% cometido por adolescentes com idade inferior a 18 anos ( 94% por adolescentes do sexo masculino); 4 % cometido por crianças com idade inferior a 12 anos.

Existe uma Conexão entre Crueldade contra Animais e Violência Humana?

Quase um quarto de todos os casos de crueldade contra animais proposital, envolve alguma forma de violência familiar. Violência doméstica foi a forma mais reportada, seguida por abusos contra crianças e pessoas idosas.
21% dos casos de crueldade contra animais intencional também envolvem alguma forma de violência familiar.
13% envolvem violência doméstica. Nesses caso, o culpado abusa do parceiro ou cônjuge, forçando a vítima a testemunhar atos de crueldade contra animais.
7% diz respeito a abusos contra criancas.Nesses caso o culpado abusa de suas crianças e (ou) forca a vítima a testemunhar atos de crueldade contra animais.
1% envolve abuso de idosos. Nesses casos, o culpado abusa do idoso e ou força a vítima a testemunhar atos de crueldade contra animais.

Quem são as vitimas?

Animais de companhia são os alvos mais freqüentes de crueldade, principalmente os cães ( 76% de todos os animais de companhia) que são comumente mais relatados que casos de crueldade contra gatos ( 19% de todos os animais de estimação). Esse número baixo de incidências, não corresponde ao que dizem os que trabalham na causa e isso sugere que o público, a mídia e os reforços das Leis, parecem dar menos importância para casos de crueldade contra gatos, que para casos que envolvem crueldade contra cães.

O que se segue é uma análise dos animais vítimas de crueldade neste estudo:

76% dos casos envolvem animais de companhia.
12% dos casos envolvem animais de fazendas.
7% dos casos envolvem animais selvagens.
5% dos casos envolvem múltiplos tipos de animais.

Que tipo de crueldade é cometida contra animais?

Mais de 57% dos casos revistos foram caracterizados como abuso intencional ou tortura, 31% envolvem negligência extrema, incluindo deixar o animal passar fome e sem cuidados básicos, e 12% envolvem ambos, negligência e crueldade direta.

Nos casos de crueldade contra animais intencional, as ofensas mais comuns são tiros, espancamento, arremesso do animal e (ou) mutilação.

33% dos caso envolvem tiros
14% dos casos envolvem espancamento
8% dos casos envolvem arremesso do animal
8% dos casos envolvem mutilação
6% dos casos envolvem queimaduras
6% dos casos envolvem envenenamento
5% dos casos envolvem facadas
4% dos casos envolvem rinhas
4% dos casos envolvem chutes
2% dos casos envolvem sexual abuso contra animais
2% dos casos envolvem afogamento
2% dos casos envolvem enforcamento
6% dos casos envolvem outras formas de violência intencional

Quantos animais são afetados?

Fica impossível dizer quantos animais sofrem ou estão em risco de serem vítimas de crueldade, porque no momento não há no País um sistema de reforço de leis ou mesmo entidades pra monitorar todos os casos. Entretanto, no exemplo dos casos revistos nessa pesquisa, uma média de 3.4 animais foram vitimizados em casos de negligência.NA maioria (63%) os animais foram mortos ou tiveram que ser sacrificados devido ao resultado de seus ferimentos.

O relatório da HSUS corrobora com a mais recente pesquisa sobre a conexão entre crueldade contra animais e violência humana.

Apesar de ser este o primeiro estudo nacional para analisar a prevalência de violência humana em casos de crueldade contra animais, nas últimas duas décadas psicólogos, sociólogos e criminilogistas têm conduzido diversos estudos para examinar a extensão de casos de cruedade contra animais em casos de violência em família. Interesse antigo na conexão entre crueldade contra animais e violência humana foi inspirado por casos contados pelo povo, compilados pelo FBI e outras agências criminalistas ligando assassinos seriais, estupradores seriais e assassinos estupradores a atos de crueldade contra animais antes da idade de 25 anos. Muitos desses casos, incluindo reportagem onde houve alegação de maus tratos a animais por David Berkowitz e Jeffrey Dahmer, têm sido amplamente divulgados pela mídia e trazido conscientização do público sobre a conexão entre violência humana e violência contra animais. Entretanto, recentes estudos e pesquisas constatando a incidência de crueldade contra animais onde há casos de violência familiar, nos provê com evidências mais concretas.

Em 1995 pesquisadores entrevistaram uma pequena amostra de vítimas de violência doméstica que procuravam abrigo em Utah e descobriram que 71 % das que tinham animais de estimação receberam ameaças de seus agressores maltratarem ou matarem os animais da família. Estudos mais completos em 1997 e 2000, nos EUA e Canada, corroboraram essas descobertas e examinaram o efeito que essas ameaças têm no sentido de evitar que a vítima saia dessa relação familiar abusiva. Pesquisas relacionadas a esses estudos revelam que mais de 20% das vítimas de violência doméstica afirmam terem adiado sair de uma relação afetiva abusiva, temendo a segurança dos animais de estimação. Em resposta a essa constatação, associações de bem estar animal começaram a fazer parcerias com as agências que atendem casos de violência doméstica, no sentido de desenvolver programas que propiciam abrigo emergencial temporário para os animais de estimação de vítimas de violência doméstica.

Similar aos casos de violência doméstica, os que abusam de crianças freqüentemente o fazem com animais para exercitar seu poder de controle sobre a criança .Em alguns casos forçam crianças a atos sexuais com animais ou exigem que elas matem o bicho de estimação favorito , a fim de chantageá-las para que mantenham os abusos como um segredo de familia. Geralmente apenas a ameaça de machucar um animal da criança é suficiente para fazer com que ela se cale em relação às agressões que sofre. Um estudo realizado em 1983 referente ao New Jersey Division of Youth and Family Services for Child Abuse descobriu que 88% das familias que têm animais de estimação com histórico de abuso fisico, pelo menos uma pessoa cometeu crueldade contra animais. Em 2/3 dos casos o agressor é um dos pais. Entretanto em 1/3 as próprias crianças se tranformam em agressores, muitas vezes imitando a violência que viram ou experimentaram, usando o animal como a vítima.

Recomendações da Humane Society of the United States: Leis & Soluções para a Comunidade

Enquanto o estudo da HSUS é apenas uma amostra de milhares de casos de crueldade que as associações, os canis municipais e a polícia encontram a cada ano, os resultados do estudo nos dá um melhor entendimento de como crueldade contra animais se encaixa dentro de problemas maiores da comunidadde e da violência em família. A alta porcentagem do envolvimento de adolescentes em atos intencionais de crueldade e a prevalência da violência em família em muitos dos casos de crueldade contra animais, sugerem a necessidade de leis e soluções na comunidade, para crueldade contra animais e violência humana.

Nos últimos anos a conscientização do público e de profissionais sobre essa conexão aumentou devido a pesquisas e muitos casos estudados. Como resultado, muitas áreas do país já comecaram aa ajustar leis sobre crueldade contra animais e estão desenvolvendo programas inovadores junto às comunidades designados a reduzir violência. 31 estados e o Distrito de Columbia elaboraram projetos de lei ” felony level” (felony= mesmo nível de crime dos que cometem assassinato ou estupro. Sujeito a sentença severa por cometer crime considerado grave) e a maioria foi aprovada nos últimos anos. Muitos Estados também aprovaram leis exigindo avaliação psicológica e terapia para os que são presos por cometerem crueldade contra animais. Neste ano ( 2001) 18 estados estao trabalhando em leis contra crueldade (felony) melhorando as que já existem, no sentido de fazer com que esse tipo de crime seja considerado crime passível de sentenca pesada. Em adição, cinco estados -Florida, Virginia, Arizona, South Carolina and Massachusetts- introduziram leis que obrigam as denúncias de crueldade contra animais que chegam aos órgãos de controle Animal ( canis municipais e abrigos), sejam estudadas em conjunto com denúncias contra crianças que chegam aos servicos especializados de proteção a elas.

Além dos esforços em relação à legislação, muitas comunidades americanas já estão desenvolvendo programas anti-violência que têm a intenção de prevenção, usando a conexão violência contra animais/ violência contra humanos, para identificar e dar assistência a animais e humanos vulneráveis à posicao de vítimas. Departamentos de polícia, grupos de assistência social, abrigos para vítimas de violência doméstica, educadores e outros grupos anti-violência estão trabalhando em conjunto com entidades de bem-estar animal, desenvolvendo interatividade no sentido de reduzirem violência doméstica e crueldade contra animais. Muitos desses programas se utilizam de comparações de relatos entre organizações ( que cuidam de crianças, animais e casos de vilência em família) , trabalhando no sentido de encontrar uma solução conjunta.

Talvez o meio mais eficaz de se combater crueldade contra animais e violência humana seja a prevenção. A maioria dos maus tratos infligidos a animais e a humanos, é motivado por medo, ignorância e inabilidade de se ter empatia pelas necessidades e sentimentos de outros. Educação humanitária pode ser essencial para se introduzir o conhecimento de valores que podem ajudar a prevenir crianças de começarem a percorrer um caminho destrutivo. Esses esforços nao podem desfazer gerações de abusos, mas eles podem ser um significado efetivo no sentido de quebrar o ciclo de violência em familia, de uma geração para outra.

Texto original no site da Humane Society of the United States http://www.hsus.org

Matéria em português publicada no site http://www.apasfa.org/futuro/conexao.shtml

Cada vez mais pessoas descobrem como é bom ter a companhia de um bichinho de estimação. Estes estão muito presentes nas famílias, dividindo os momentos alegres e tristes e são excelente companhia para idosos e crianças.

Depois dos filhos crescidos, morando em outra cidade, casados; as pessoas sentem solidão, sentem falta de dar e receber afeto. Muitos são os casos de parceria feliz entre idosos e animais de estimação. A companhia de animais domésticos pode melhorar a qualidade de vida do idoso, além de suprir a carência afetiva dessa etapa da vida. As pessoas sentem-se úteis, necessárias e se mantêm ativas, preservando a saúde física e mental.

Idosos que têm animais de estimação costumam adoecer menos e têm menos depressão. Não importa a raça ou a espécie. O que vale é o contato, o amor, carinho e o vínculo que se estabelece entre o idoso e o animal.

No Brasil, os animais têm sido utilizados na prática de Terapia Assistida por Animais (TAA). “Por meio da convivência com animais, os idosos conseguem colocar seus sentimentos para fora”, explica a psicóloga especialista em comportamento animal, Kátia Regina Aiello.

Clique nas imagens para ampliá-las

De acordo com a veterinária Satie Uemura, a companhia de animais no ambiente doméstico ou em sessões assistidas de TAA melhora a qualidade de vida do idoso. “Para os mais velhos, não há companhia melhor do que a de um cão ou de um gato”.

Algumas raças são as mais indicadas para a convivência com pessoas na terceira idade. O labrador, por exemplo é um cão dócil, tranqüilo, muito utilizados com guias de cego. O gato persa é uma excelente opção dentre os felinos. Muito caseiro, tranqüilo, dócil, adora seguir o dono pelos cômodos da casa e adora carinho. Necessita de escovação,o que pode ser uma atividade prazeirosa e de interação agradável.

Mas não só os idosos são beneficiados com a companhia de um animalzinho. Embora ainda não se saiba todos os mecanismos biológicos que conectam a mente e corpo, já são muitos os estudos que indicam os efeitos fisiológicos positivos gerados nas pessoas que interagem com os animais.


O Journal of the American Association of Human-Animal Bond Veterinarian (AAHABV) relata os resultados alcançados pelo trabalho desenvolvido por dois médicos da África do Sul. O professor Johannes Odendaal e a Dra. Susan Lehmann obtiveram boas respostas sobre esses mecanismos. Tanto nos humanos como em cães há uma mudança hormonal benéfica que ocorre nas endorfinas beta, phenylethylamina, prolactina, dopamina e oxitocina (interação positiva). Além do bem-estar, a liberação dessas substâncias químicas também reduzem o cortisol (hormônio do estresse). Num estudo piloto foram caracterizados os efeitos normalizantes, do animal associado à terapia, exercem sobre os aminoácidos dos neurotransmissores em pessoas deprimidas. A realidade é que a relação terapêutica entre animais e humanos foi cientificamente medida e daqui a alguns anos poderá gerar uma mudança nas bases de algumas áreas da medicina.

Segundo destaca o Dr. Martin Becker, a pele, como o maior órgão do corpo, é a mais complexa fonte sensorial que envia informações para o cérebro. Não só informa o toque, mas também a dor, a temperatura e a pressão. Com base nessas informações, o cérebro libera hormônios (que controlam o sistema imunológico).

O que é depressão canina?

Nos cães, assim como nos humanos, a depressão pode estar associada a situações de estresse, perdas importantes. Pode estar relacionada também a fobias, ansiedade e a fatores fisiológicos.

Os cães que ficaram expostos por tempo prolongado a situações de grande estresse têm uma tendência maior a sofrer de depressão ou estado depressivo.

Algumas doenças graves podem também causar apatia, inapetência e levar a um falso diagnóstico de depressão.

O que causa a depressão canina?

Infelizmente ainda não foi possível detectar a maneira como um desses fatores leva o cão ao estado depressivo,  mas é sabido que alguns animais podem apresentar predisposição genética à doença.

Entre as causas mais freqüentes estão as mudanças súbitas de rotina, perdas afetivas por morte de um membro da família ou de outro animal que conviva na casa, chegada de um novo membro na família ou de outro animal na casa, experiências passadas traumáticas de maus tratos, solidão ou abandono.

Quais os sintomas da depressão canina?

Observa-se um importante isolamento social, apatia, falta de apetite, o animal deixa de fazer as suas necessidades fisiológicas no local de hábito, não se sente estimulado com brincadeiras que costumava apreciar, ignora as pessoas, até mesmo o dono. Busca os cantos da casa e fica isolado e às vezes deixa de responder ao chamado do dono, mesmo que seja para passear ou para realizar alguma outra atividade que adore fazer.

As doenças físicas podem causar a depressão?

Quando um cão está com a saúde debilitada, Pode passar por um período de apatia, desinteresse, o que não significa que esteja com depressão. Algumas doenças são muito debilitantes e comprometem seriamente o estado geral do animal, podendo causar desconforto físico e, em virtude disso, alterar o humor do cão. Traumas sérios como atropelamentos agressões por humanos e por outros cães ou cirurgias de grande porte, cirurgias ósseas, podem comprometer seriamente o estado geral do cão, provocando uma depressão que, normalmente é transitória.

Quais as doenças que tem como sinal importante a depressão?

Algumas doenças de causa endócrina (hormonal) podem apresentar como principal sintoma a depressão. O cão fica apático, abatido, desinteressado do ambiente à sua volta, sua temperatura corporal pode estar abaixo do normal e pode até mesmo apresentar arritmias cardíacas que poderão ser detectadas através de um eletrocardiograma.  Os exames de sangue para detecção do nível dos hormônios pode auxiliar no diagnóstico.

Algumas fêmeas podem apresentar comportamento depressivo na época do cio, devido a alterações hormonais. Esta alteração é geralmente transitória e dura cerca de dois meses.

Os cães idosos também estão mais propensos a apresentar depressão e são mais sensíveis às alterações de rotina que podem gerar estresse, ansiedade e alterações de humor.

Meu cão fica sozinho o dia todo. Ele pode apresentar depressão?

Se o seu cão foi criado desta forma e tem um temperamento equilibrado, ele tolera bem esse período de ausência. A maioria dos cães consegue lidar bem com o fato do dono se ausentar pó algumas horas. Eles costumam dormir, brincar com algum brinquedo que estimule a sua criatividade ou roer ossinhos de longa duração.

Alguns cães podem ser extremamente emocionalmente dependentes, e têm dificuldade em se separar do seu dono. Estes sofrem muito com a ausência e apresentam ansiedade e estresse. Muitas vezes não apresentam depressão, apenas ansiedade.

É da natureza do cão pedir atenção. Algumas raças são mais independentes e tranqüilas. As características individuais das raças devem pesar na escolha de um cão que se adapte ao seu estilo de vida.

Como tratar a depressão canina?

O primeiro passo é identificar a causa da doença. Após afastar-se as causas físicas (doenças, alterações hormonais, etc), é importante observar as situações de estresse, ansiedade, tristeza. Melhorar a qualidade de vida do seu grande amigo para que esteja em ambiente limpo, espaçoso, arejado émuito importante.

O tratamento pode incluir medicamentos como Prozac e algumas modificações no manejo com o cão.

Os florais de Bach têm sido utilizados com excelentes resultados em muitos casos.

Importante: Nunca dê nenhum tipo de medicamento ao seu cão sem a devida prescrição do médico veterinário!

Devido à grande procura por hospedagem de animais, principalmento nos feriados,
estamos efetuando reservas com antecedência.

Ligue – (71) 3331-2136 / 9992-2432

GRANDESAMIGOS PET HOTEL oferece acomodações confortáveis e espaçosas, mudando o conceito de hospedagem para animais.
Nada de gaiolinhas! Nossos hóspedes ficam em casinhas individuais com área de 2 x 2 m, com janela para que não se sintam isolados. Ficam protegidos, bem cuidados, com todas as condições de higiene e assistência veterinária, se necessário (cobrada à parte).
(Veja fotos abaixo)
Segurança, atenção e carinho com o seu pet
são fundamentais para a sua tranquilidade.

Conte conosco !

Clique na imagem para ampliar
  • Acomodações individuais,
  • Acompanhamento individualizado, de acordo com as necessidades de cada animal,
  • Área de recreação,
  • Passeios diários,
  • Momentos de socialização,
  • Assistência veterinária, se necessário (cobrada à parte).

Seu Grande Amigo também pode ser vip !!!

É do conhecimento de todos que o excesso de peso é prejudicial para a saúde dos seres humanos, podendo contribuir para o desenvolvimento de doenças cardíacas ou diabetes, dentre outras. Não é diferente com o seu animal de estimação. Os cães obesos são mais susceptíveis de serem acometidos por alterações nas articulações, diabetes, alterações na pele, infecções, doenças do coração, alterações reprodutivas, etc

Complicações mais comuns atribuídas à obesidade:

As conseqüências imediatas, como diminuição da resistência física, contornos pouco graciosos, não são nada em comparação com as múltiplas complicações que se podem produzir no seu animal :

  • transtornos no aparelho locomotor ,
  • dificuldades cardio-pulmonares,
  • patologias nas funções reprodutivas,
  • predisposição a enfermidades infecciosas e transtornos cutâneos,
  • altos riscos cirúrgicos .

O peso do cão deve ser controlado pelo seu dono, limitando a quantidade de alimento oferecida a ele, dando apenas a quantidade necessária para mantê-lo saudável, com um corpo forte e peso normal. Não é aconselhável deixar alimento sempre à disposição, no prato, pois ele ficará comendo durante todo o dia. O exercício físico é benéfico e deve ser regular para que o animal tenha um bom condicionamento físico.

Como sei se o meu cão está com excesso de peso?

Examine a região da cintura do seu cão, que é parte mais fina, logo após a última costela. Apalpe e verifique se você pode sentir facilmente as costelas. Elas não devem estar aparentes, visíveis, mas você deve senti-las logo abaixo da pele e dos músculos, sem muito esforço. Caso você não as perceba com facilidade, o seu cão deve estar com uma camada de gordura maior que o normal.

O veterinário poderá orientá-lo sobre medidas para que o seu animal volte ao peso normal e, dessa forma evitar muitos problemas de saúde. Ele poderá prescrever dieta com diminuição da quantidade de ração fornecida e, até mesmo com a troca da ração por uma light.

Exercícios físicos também auxiliam na perda e na manutenção do peso ideal e devem ser adequados ao animal. Se o cão é muito filhote ou se está muito obeso, deve evitar saltos excessivos para não comprometer as articulações.

O plano de exercício, assim como nos humanos, deve ser gradual, respeitando-se as limitações de idade, raça e condicionamento físico de cada cão. Inicie o programa com caminhadas curtas e em ritmo lento e vá aumentando o percurso e o a velocidade aos poucos para não forçar o aparelho cardio-respiratório do seu pet.

Curiosidade

O FDA (Federal Drug Administration), nos Estados Unidos, que corresponde à nossa ANVISA, liberou para uso uma droga para controle da obesidade em animais domésticos. Chama-se Slentrol (dirlotapide) e atua reduzindo o apetite e eliminando a absorção de gordura do alimento ingerido.

O poodle é a raça de cães mais popular. No Brasil representa cerca de 17% de toda a população canina.

De origem francesa, adquiriu popularidade freqüentando a corte, no passado. É também conhecido como caniche. Cãozinho muito inteligente, aprende com facilidade e é ideal para adestramento. É muito ciumento e muito leal com o seu dono. Aprende por associação e adora repetir as brincadeiras que são facilmente incorporadas como aprendizado. Possui um corpo elegante e de linhas harmoniosas e é dotado de muita agilidade. Os olhos têm coloração marrom, âmbar escuro ou preta, a depender da cor da pelagem. Possui orelhas longas e cauda de inserção alta.

A pelagem é crespa, abundante e lanosa, de textura fina. As cores do poodle são:

  • Preto,
  • Branco,
  • Marrom, cinza,
  • Abricó.

Há quatro tamanhos de poodle:

  • Tamanho gigante, de 45 à 60 cm. na altura da cernelha;
  • Tamanho médio, de 35 à 45 cm. na altura da cernelha;
  • Tamanho miniatura ou anão, de 28 à 35 cm. na altura da cernelha;
  • Toy, com no máximo 28 cm. na altura da cernelha.

Se for criada uma rotina, com atividades repetidas ele facilmente adquirirá hábitos desejados como os de higiene, locais onde é permitida a sua presença, etc…

Por exemplo, se quer ensiná-lo a fazer xixi em cima do jornal, deve sempre deixar o jornal disponível, pois ele rapidamente associará o jornal com o hábito de fazer xixi. Não se deve esquecer de deixar o jornal no local escolhido (que deve ser sempre o mesmo). Se um jornal é deixado inadvertidamente em outro local da casa, ele fará xixi neste jornal, achando que é o correto e não deverá ser punido por isso.

É o campeão de vendas de animais de estimação, pois, além de ser uma cão bonito, “fofinho”, é alegre, adora brincar e excelente companhia para pessoas de qualquer faixa etária. Talvez um pouco ativo demais para idosos, mas muito fiel e companheiro.

As inúmeras tosas diferentes que podem ser feitas num poodle, fazem com que seja um cão divertido, muitas vezes exibido como troféu pelos seus donos com pompons, lacinhos ou tosas especiais.

Pela popularidade que adquiriu, infelizmente há hoje uma “indústria de filhotes” e muitos criadores leigos abusam da falta de conhecimento das pessoas , comerciando exemplares que pouco ou nada respeitam do padrão da raça, desvirtuando as características físicas e de temperamento do poodle.

Exige muito cuidado com o pelo com escovação diária, banhos regulares, hidratação (veja nosso artigo sobre cuidados com o pelo) e alimentação adequada.

Tem uma tendência à formação de tártaro nos dentes (veja matéria em nosso artigo sobre tártaro), que requer acompanhamento com veterinário e, eventualmente, tartarectomia (retirada do tártaro).

O gato persa é considerado um animal muito dócil, caseiro. Sente-se bem no ambiente familiar e não é muito afeito a “passeios pela vizinhança” como o siamês. A raça sofreu algumas modificações no perfil com o passar dos anos, através da seleção natural. A cabeça tomou forma mais arredondada e o focinho ficou mais curto. O padrão da raça não é definido com exatidão. É uma das raças de felinos mais difundidas. Ao primeiro contato com um persa, algumas pessoas estranham essa carinha “amassada”, mas a sua doçura logo conquista muitos admiradores.

O persa é utilizado em todo o mundo para o desenvolvimento de outras raças. Raças muito conhecidas como Himalaio, exótico, sagrado da Birmânia, Selkirk e o Pelo Curto Britânico, têm o persa em sua linhagem.

É uma raça com certa prevalência de problemas renais, sendo a mais comum destas a PKD (Doença do Rim Policístico). Recomenda-se aos criadores que façam teste genético nas matrizes a fim de evitar a transmissão hereditária da doença.

Características da Raça:

Corpo maciço, de tamanho médio a grande. Tem membros curto e pelagem sedosa, lisa e comprida. O peso varia de 3,5 a 7 Kg;

Cabeça redonda, maciça, abobadada;

Crânio largo e redondo, testa arredondada;

Bochechas cheias e bem redondas;

Nariz largo e curto, break bem marcado entre os olhos;

Focinho curto e alargado;

Queixo robusto, com mandíbula larga e forte;

Orelhas pequenas, com pontas arredondadas, bem distantes uma da outra, com pelagem se exteriorizando;

Olhos grandes, redondos, distantes, de coloração intensa e profunda (ouro a cobre, ou verde nos chinchilas, silver e golden; azul nos colourpoint; odd-eyed em alguns brancos), sem estrabismo;

Características Indesejadas:

Penalidades:

cabeça comprida ou estreita;

nariz comprido; focinho estreito; prognatismo evidente (+3mm); orelhas grandes e pontudas, próximas uma da outra; olhos pequenos, de cor muito pálida (amarelo claro); cauda muito longa; pés ovais; malformações na cauda ou mandíbula.

Temperamento:

Muito dócil, sociável, afetuoso, tranqüilo. Adora colo, carinho e convive muito bem com outros animais.

Cuidados:

Por ter pelagem longa e espessa, necessita de escovação diária, retirando-se os nós com um pente de ferro antes de escovar.

Banhos regulares a cada 15 dias em pet shop para que fique bem seco, evitando-se fungos na pele. O secador de cabelos doméstico não tem potência suficiente para secar adequadamente um gato persa. A temperatura do secador pode queimar a pele do animal, pois o secador doméstico necessita de muito tempo para que toda a umidade saia.

A tosa higiênica é indicada e ajuda na manutenção da assepsia do gato, principalmente porque os persas adoram contato com humanos.

Gatos com o focinho muito curto e olhos proeminentes necessitam de limpeza diária dos olhos com solução limpa lágrimas, pois muitos deles têm o canal lacrimal obstruído e ficam constantemente com os sulcos próximos às bochechas sujos por acúmulo de secreção.

Se você deseja criar um gato para companhia, um persa é uma excelente opção. Ele vai se afeiçoar a você e demandar carinho e atenção e vai seguí-lo pela casa, pedir colo e ronronar, rolar no chão ao toque da sua mão. É um mascote adorável e lindo!

Fase neo-natal:

Período que vai do nascimento ao 12º dia de vida

Nesta fase o cachorrinho é totalmente dependente da sua mãe. Necessita dela pra tudo, inclusive para manter-se aquecido, já que não tem ainda capacidade de controlar a temperatura do seu corpo. A mãe costuma lamber mos filhotes para higienizá-los e também para “massagear” e estimular fisicamente os bebezinhos para que estes consigam fazer xixi e cocô. O filhotinho ainda não vê nem ouve. Reconhece a mãe pelo cheiro.

Fase intermediária ou de transição:

Período que vai do 13º ao 20º dia de vida

Nesta fase as mudanças são físicas são rápidas. Os filhotinhos abrem os olhos, começam a se arrastar, aprendendo a andar. Já começam a ouvir e, por volta do último dia desta fase (20º dia) já deve surgir o primeiro dentinho.

Fase de descobrimento ou reconhecimento

Período que vai do 21º ao 28º dia de vida

O bebezinho já se sente mais seguro após habituar-se aos sentidos de audição e visão. Já reconhece alguns objetos e movimenta-se melhor. Nesta fase, a tranqüilidade e o silêncio no ambiente são muito importantes, pois, como essas novas sensações, que ocorrem de forma muito abrupta, a percepção do ambiente pode estressá-los. Os cachorrinhos necessitam muito do contato da mãe e dos irmãozinhos para se sentirem seguros.

Fase de adaptação social

Período que vai do 21º ao 49º dia de vida

Nesta fase o animalzinho aprende a se comportar como cachorro, aprende noções de higiene, disciplina, respeito à hierarquia. Os cachorrinhos com comportamento de líderes já se manifestam como tais neste período. A convivência com a mãe e os demais filhotes da ninhada é importante neste processo. Este é um dos motivos porque o filhote não deve ser separado da ninhada antes de 7 semanas de vida.

Fase de adaptação social com seres humanos

Período que vai da 7ª à 12ª semana de vida

Esta fase é ideal para o filhotinho ser introduzido aos componentes da sua nova família e às novas rotinas que terá no futuro. É interessante também que conheça outros animais, outras coisas, objetos, lugares. Os estímulos são importantes no seu aprendizado do mundo. Tudo que aprender nesta fase, será permanente.

Fase do Medo ou Temores

Período que vai da 8ª à 11ª semana de vida

Nesta fase o animalzinho está muito susceptível a traumas. Qualquer experiência assustadora terá um caráter duradouro no seu desenvolvimento e o afetará no futuro.

Fase da Teimosia ou Rebeldia

Período que vai da 13ª à 16ª semana de vida

Nesta fase o animalzinho testa a tolerância dos seus donos. Ele pode tentar agredir, morder, mesmo que seja brincando, para certificar-se sobre quem é o líder da matilha. Se o proprietário perder a liderança, o controle nesta fase, dificilmente conseguirá dominar o cão. É o período ideal para iniciar o Treinamento de obediência Básica para filhotes.

Importante – Cães de grande porte podem tornar-se perigosos se não respeitam os seus donos. É necessária muita disciplina, principalmente nesta fase.

Fase das “Fugas”

Período que vai do 4º ao 8º mês de vida

Esta fase é ideal para o que o filhote aprenda a atender quando chamado. Costuma desobedecer e fazer de conta que não ouve quando não quer atender. É importante que seja disciplinado para que não seja um fujão.

Segunda Fase do Medo ou Temores

Período que vai do 6º ao 14º mês de vida

O cachorro fica meio desconfiado nesta fase, cuidadoso ao contato com novas coisas ou pessoas. Nesta fase não se deve forçar uma aproximação. Deve-se respeitar os temores do animal, sem consola-lo e deixar que, por si só vença os seus temores. O cão bem treinado para obediência neste período terá mais auto-confiança.


Fase Madura

Período que vai do 1º ao 4º ano de vida (varia entre as raças)

A maioria das raças atinge o seu ápice da maturidade (inclusive sexual) entre 1 ano e meio a três anos de idade. As raças de pequeno porte amadurecem mais cedo que as raças gigantes.

Nesta fase o cão pode apresentar um comportamento um pouco mais agressivo. Os machos passam por um novo teste da autoridade e da liderança. Este aumento da agressividade não é necessariamente uma coisa negativa. Neste período é quando o animal torna-se um cão de guarda ideal, deixando de ser excessivamente amistoso com estranhos. É necessário que haja um reforço na demonstração da autoridade do proprietário através de uma reciclagem no adestramento com o treinamento de obediência básica para cães adultos.

A ocorrência de situações de emergência médico-veterinárias pode, em muito, ser minimizada pelo cuidado do proprietário com o seu pet. É óbvio que alguns acidentes ou doença súbita podem ocorrer. É importante ter sempre em mãos o número do veterinário, caso necessite. A medicação sem prescrição não deve ser feita em hipótese alguma e pode até agravar determinados quadros.

Situações mais freqüentes:

Alterações respiratórias:

    • Dificuldade em inspirar ou expirar
    • Respiração ruidosa com roncos, sibilos
    • Eliminação de muco, secreção pelas narinas
    • Baba sanguinolenta junto com a respiração
    • Principio de afogamento.
    • Deve evitar que o animal brinque com objetos pequenos ou linhas.

Pensar em: afogamento, aspiração de corpo estranho, envenenamento.

  • Alterações gerais:
    • Arfar excessivo
    • fraqueza ao ponto de ter dificuldade em se manter de pé
    • imobilidade.

Pensar em: calor excessivo, desidratação. É importante lembrar que o animal não tem glândulas sudoríparas em todo o corpo, como os humanos. Eles eliminam calor pelo focinho e pelas “almofadinhas” das patas. Portanto não deixe o seu animalzinho em locais de calor excessivo, embaixo do sol, fechado dentro do carro, etc.

  • Sintomas neurológicos
    • coma
    • Tremores
    • Babar viscosa, em grande quantidade
    • convulsões
    • pupilas dilatadas
    • fezes com sangue
    • Mudanças súbitas de disposição

Pensar em: envenenamento, reações medicamentosas, picadas por animais peçonhentos (cobra, aranha, escorpião, etc)

Importante: Se conseguir identificar qual a substância ingerida, leve a embalagem ao médico veterinário.

  • Sinais importantes de gravidade:
    • fraqueza extrema,
    • colapso,
    • respiração superficial
    • Pupilas fixas e dilatadas
    • Corpo frio
    • dores intensas

Pensar em: traumatismos, hemorragias (choque hemorrágico), intoxicação, envenenamento

Estes podem ser resultantes de:

    • quedas,
    • atropelamentos,
    • diarréia com sangue,
    • feridas graves,
    • cortes profundos e/ou extensos,
    • vômitos com sangue
    • fraturas expostas ou não (pode haver lesão interna de vasos provocando isquemia do membro fraturado

Como proceder em situações de emergência?

  1. Siga de imediato para o veterinário
  2. Mantenha-se calmo para conseguir passar o quadro para o veterinário,
  3. No caminho ligue e vá seguindo as orientações do veterinário,
  4. Se o animal estiver sangrando, tente estancar a hemorragia, comprimindo o ferimento.
  5. Não use nenhuma medicação sem orientação do veterinário,
  6. transporte o animal utilizando um cobertor como maca. Mobilize-o o mínimo possível.

Complicações de parto:

Quando há dificuldade de dar à luz, sem contrações por mais de uma hora ou o feto fica retido, sem ser expelido, deve-se levar a fêmea imediatamente ao veterinário, pois pode necessitar de cesariana. O acompanhamento durante a gravidez pode ajudar a prevenir estas situações.

Envenenamento- se  estiver   seguro, de que o animal  ingeriu veneno (os sintomas podem ser: dor, vómitos, convulsões, fezes liquidas com sangue)    leve o animal imediatamente ao seu médico veterinário assistente.

Queimaduras– lave o local abundantemente com água e sabão. Leve o animal imediatamente ao veterinário. Se a queimadura for extensa o animal pode precisar de hidratação intravenosa pois perde-se muito líquido e substância importantes ao equilíbrio do organismo através da queimadura. A demora em intervir pode ser fatal.

ChoquePode ser causado por lesões, infecções ou trauma e requer ação imediata. (Os sintomas são prostração, olhos vítreos, corpo frio, pulso fraco e respiração superficial.) Cubra o animal  com um cobertor e use uma bolsa de água quente. Assegure-se, de que a sua cabeça está mais baixa do que o corpo. Chame o veterinário para obter novas instruções.

Picadas de insetos- são problemas de menor gravidade e mais freqüentes, principalmente na zona rural ou em locais com água parada. Algumas medicações prescritas pelo veterinário podem minimizar o inchaço, a dor e o prurido locais.

Calor excessivo – Quase sempre é resultante da negligência dos proprietários ao permitirem que seus cães fiquem com calor a este ponto.  Nunca deixe o animal  no carro fechado, durante o verão. Resfrie com água corrente a barriga do animal. Se for macho, resfrie a região dos testículos com uma mangueira (água corrente) e dê bastante líquido. Vá imediatamente ao seu veterinário assistente para verificar se é necessária hidratação com soro intravenoso.

Estes esclarecimentos são meramente explicativos. A melhor medida é sempre a prevenção, portanto faça da sua casa um local seguro para o seu grande amigo. Mantenha fora do alcance deste os objetos pointiagudos, produtos de limpeza, medicamentos, inseticidas, etc. Sacos plásticos podem provocar asfixia – mantenha-os guardados em local seguro. Ossos pontiagudos de frango e peru não devem ser oferecidos aos animais.

Otite

Otite é um processo inflamatório que acomete o ouvido. O ouvido de um animal sadio não dói e produz uma pequena quantidade de cerúmen (cera).

Se o animal apresenta coceira ou fica esfregando a orelha, ele pode estar com otite. Se ele sacode a cabeça, caminha com a cabeça pendendo para um dos lados, também. O animal pode reagir manifestando dor se tentamos acariciá-lo na região da orelha afetada. Outra coisa que chama à atenção é o odor ruim e o excesso de cerúmen, geralmente de coloração mais escura no ouvido afetado. Em casos mais graves, o animal pode perder o equilíbrio.

Causas da otite:

infecciosa: causada por bactérias ou leveduras (fungos) e, eventualmente, com presença dede pus. Às vezes, é difícil de ser tratada e necessita de exames complementares, como coleta da secreção para análise e determinação do antibiótico que deve ser usado (cultura e antibiograma). As leveduras mais comuns nos casos de otite são as Malassezia pachydermatis. Esses tipos de otite, quando “mal curadas”, ocasionam um quadro crônico e cada vez mais difícil de ser resolvido, podendo evoluir para meningite e até morte do animal.

parasitária: causada por ácaros (sarna). Este parasito é transmitido entre cães e gatos mas não para o homem. O ácaro que acomete o conduto auditivo não é o mesmo que causa a sarna de pele. Neste tipo de otite, encontramos cera de coloração escura e em grande quantidade.O acúmulo deste material causa fermentação que justifica o mau cheiro e posterior inflamação do ouvido. Depois de tratado, se o animal volta a freqüentar ambientes contaminados, o problema retorna.

Alérgica: Alguns animais podem apresentar aergia a alimentos ou de causa não especificada que podem se manifestar através de otite. Algumas reações na pele podem cursar concomitantemente com otite.

umidade: Se o seu animal é levado a nadar com freqüência, pode tern otite devido à entrada de água no conduto auditivo. Quando o seu pet precisar tomarbanho, o ideal é que seja feito por profissional qualificado, com produtos adequados e com proteção para os ouvidos.

Corpos estranhos: Pode parecer esquisito, mas às vezes alguns corpos estranhos são retirados dos ouvidos dos animais. Estes vão desde folhas, insetos, gravetos, pequenos brinquedos de criança, etc. Muito cuidado com as crianças pequenas ao brincarem com os animais e também com locais com muitas planta

Traumatismos: Seo seu animal apresenta uma coceira em região próxima ao ouvido, o hábito de coçar intensamente pode provocar uma otite por traumatismo direto.

predisposição racial: algumas raças têm predisposição para otite. Nos cães, os que têm orelhas grandes, caídas e peludas são mais susceptíveis à otite pois esse tipo de orelha impede a entrada de ar nos ouvidos, ao mesmo tempo em que aumenta a temperatura no local, facilitando a proliferação de fungos e bactérias. Algumas raças de cães e gatos possuem muito pelo dentro do ouvido, o que dificulta também a circulação do ar e a eliminação da cera, facilitando a proliferação de microorganismos que causam otite. A remoção excessiva destes pelos, no entanto, pode também ser fato causador de otite. Caso seja feita a remoção dos pelos de dentro do ouvido, esta deve ser feita por profissional especializado e com produtos apropriados.

outras causas: Algumas causas de origem hormonal devem também ser consideradas.Nos animais com hipotiteoidismo ou hiperadrenocortocismo também podem sofrer de otite. Alguns tumores também podem acometer o ouvido e causar otites de causa secundária.

O diagnóstico da otite:

Através do exame do veterinário, com inspeção adequada de todo o animal. Como são muitas as causas, é necessário um exame completo para evitar causas sistêmicas da doença.

O tratamento para otite:

O tipo de tratamento irá depender da causa da doença. Podem ser utilizados antibióticos, antifúngicos, associados ou não. Essas medicações podem ser de uso tópico (no local afetado) e/ou de uso sistêmico, prescritas a critério do veterinário. Mas para evitar umidade nos ouvidos, remoção de pelos do local deverão ser feitos para auxiliar o tratamento.

Alguns insucessos do tratamento são atribuídos à não aplicação correta de gotas o gel de uso tópico. Estas medicações deverão ser aplicadas como animal numa posição em que a sua cabeça fique firmemente segura e deitada e mantida nesta

posição por alguns instantes após a aplicação do mesmo. Não permita que o cão sacuda a cabeça logo após a aplicação do remédio, pois isto removerá parte dele.

A limpeza dos ouvidos também é muito importante para remover o excesso de cerúmen. Esta pode ser semanal, junto com os banhos. Não use qualquer produto para fazer esta limpeza. Há produtos próprios para animais que não irritam o local e não provocam inflamações ou alergias que podem agravar o quadro. Limpar os ouvidos regularmente é excelente para prevenir e tratar as otites.

Pesquisa no blog

Para localizar publicações antigas, clique no dia do calendário ou insira a palavra que deseja pesquisar no campo "SEARCH" , no final da página.

Artigos publicados por data

julho 2014
S T Q Q S S D
« out    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Nosso Endereço

Av. Prof. Sabino Silva, Ed Lusan, Loja 1, Chame-Chame

Comentários recentes

Eduardo Nascimento em Depressão em cães
fe-olivati @hotmail.… em Convivência entre cães e crian…
patricia em Cuidados com o filhote
nayara lima de olive… em Quanto tempo vive um cão?
Jade em Cuidados com o filhote
Site certificado
voos
voos
ABCVoos

Acessos

  • 812,279 visitantes
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.